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Polícias realizam novas prisões por furto de módulos de caminhões em Mato Grosso

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Uma quadrilha interestadual especializada no furto de módulos eletrônicos de caminhões continua causando prejuízos em Mato Grosso. O grupo atua também nos estados de Goiás e São Paulo, abastecendo o mercado clandestino de peças de alto valor e gerando perdas significativas às vítimas.

Em janeiro, em Tangará da Serra, três homens foram presos por envolvimento nesse tipo de crime. No último fim de semana, no domingo (15), a Polícia Civil, em ação integrada com a Polícia Militar, prendeu em flagrante dois homens, de 33 e 45 anos, suspeitos de furtos de módulos de caminhões na região do Vale do Araguaia. A dupla integra uma associação criminosa especializada nesse delito, com atuação interestadual.

A operação contou com a atuação conjunta das delegacias de Polícia Civil de Canarana, Querência e Ribeirão Cascalheira, além da Polícia Militar, por meio da Agência Regional de Inteligência do 13º Comando Regional e do Núcleo de Bom Jesus do Araguaia.

O prejuízo estimado com os cinco furtos investigados é de aproximadamente R$ 70 mil.

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Prisões em Tangará da Serra

Os três suspeitos presos no início de janeiro, em Tangará da Serra, por furtarem módulos eletrônicos de caminhões, possivelmente integram a mesma quadrilha especializada que atua em diversas regiões do estado.

Módulos eletrônicos de caminhões (centro da foto) são itens de alto valor oferecidos no mercado negro.

O trio reside em Várzea Grande e foi preso pela Polícia Militar. Um dos envolvidos é venezuelano e possui conhecimento técnico em mecânica de caminhões. Os outros dois detidos possuem antecedentes criminais por crimes como roubo, receptação e tráfico de drogas.

Um quarto integrante do grupo foi identificado como o possível mandante dos furtos. Durante as diligências, os policiais constataram a realização de uma transferência via Pix para o pagamento das diárias de hotel utilizadas pelo grupo.

As informações foram encaminhadas à Polícia Judiciária Civil para a continuidade das investigações, que podem resultar na desarticulação completa da quadrilha.

Alto custo

O módulo eletrônico, também conhecido como ECU ou módulo de injeção, é responsável por receber dados de sensores do veículo — como temperatura, pressão e rotação — e processar informações que controlam sistemas de injeção de combustível, emissões, freios, câmbio e segurança.

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O valor do componente pode variar entre R$ 3 mil e R$ 11 mil, dependendo do modelo do caminhão. Em veículos mais modernos, o custo é ainda maior. Segundo a polícia, no mercado clandestino, os módulos furtados são comercializados por cerca de R$ 5 mil a unidade.

Mercado clandestino

O furto de peças de caminhões alimenta um mercado clandestino estruturado, com cadeia própria de compra, adulteração e revenda. O esquema envolve oficinas irregulares, mecânicas informais e desmanches clandestinos, funcionando, na prática, como uma indústria paralela.

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Preso pela PJC, suspeito de matar estudante universitária agiu por vingança

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O suspeito de assassinar a estudante universitária Valéria Correia Araújo, de 28 anos, foi identificado e preso pela Polícia Judiciária Civil na tarde desta sexta-feira, em Tangará da Serra. O homem, de 20 anos, foi localizado no Residencial Dona Júlia durante ação conjunta das delegacias Regional, Especializada de Defesa da Mulher, de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e de Roubos e Furtos (DERF), coordenada pelo delegado Gustavo Espíndula de Souza.

Valéria tinha 28 anos e estudava Direito.

Em entrevista coletiva, o delegado informou que o suspeito confessou o crime e afirmou ter agido por vingança após um desentendimento ocorrido dias antes. Segundo a investigação, ele e Valéria haviam se relacionado algumas vezes e, no último encontro, houve uma discussão, ocasião em que a jovem o expulsou da residência.

Conforme o relato do investigado, ele decidiu retornar ao imóvel na manhã da última quarta-feira (06), quando invadiu a quitinete da vítima e a matou com cerca de 30 golpes de faca, a maioria na região do pescoço.

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O autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro. Ele tem antecedentes por roubo e chegou a ser detido para internação quando adolescente.

Autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro.

Valéria foi encontrada morta por um amigo da família, acionado após parentes — residentes em Minas Gerais — perderem contato com a jovem. A universitária estava com braços e pernas amarrados, o rosto coberto e apresentava sinais de violência sexual, conforme apurado pela investigação.

A vítima cursava Direito e deixa uma filha de 10 anos, que vive com o pai em Minas Gerais. Uma irmã de Valéria esteve em Tangará da Serra para realizar os procedimentos de reconhecimento e providenciar o translado do corpo para o estado de origem da família.

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