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Polícia Civil deflagra operação contra mandantes e executores de ataques à agentes penitenciários

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Prisão de Paulo César da Silva, o Petróleo, em Sorriso.

Em resposta aos ataques praticados contra três casas de agentes penitenciários e à sede do sindicato da categoria, a Polícia Judiciária Civil e a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) deflagraram, na manhã desta terça-feira (03.07), a operação “Segregare”, para cumprimento de mandados de prisão contra nove suspeitos, mandantes e executores, envolvidos nas ações criminosas.

Foram cumpridos 7 mandados de prisão preventiva, 2 mandados de prisão temporária e 4 mandados de busca e apreensão, no trabalho  coordenado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), com apoio investigativo do Núcleo de Inteligência da Diretoria Metropolitana e Inteligência do Sistema Penitenciário da Sejudh, e apoio operacional da Polícia Federal, Diretoria de Inteligência, Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), das Delegacias da Polícia Civil de Lucas do Verde, Guarantã do Norte, Sorriso, Tangará da Serra, Água Boa, Gerência de Operações Especiais (GOE) e Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPaer).

Detalhes sobre a operação serão repassados às 14h30, em coletiva de imprensa, no auditório da Polícia Judiciária Civil, na Avenida Coronel Escolástico, em Cuiabá.

As ordens de prisão foram cumpridas em Cuiabá, Lucas do Rio Verde, Água Boa e Tangará da Serra. Os suspeitos são investigados em crimes de tentativa de homicídio qualificado (4 vezes) e organização criminosa.

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Os alvos da operação são cinco mandantes apontados como lideranças de alto escalão de uma facção criminosa. Foram eles que ordenaram os ataques praticados por membros de menor escalão, que estão do lado de fora da cadeia.

Quatro dos líderes estão presos em estabelecimentos prisionais do Estado e serão notificados das ordens dentro das unidades. São eles: João Luiz Baranoski (Lobo (PCE)), Ciclenio Lourenço de Araújo (Timpa (PCE)), Joabe Pereira Marcondes (G3 (Àgua Boa)) e Gabriel Antônio Rosa (Tangará da Serra).

O quinto, Paulo César da Silva (Petróleo), é um dos principais chefes da facção que foi solto recentemente. Ele foi preso na cidade de Sorriso, na sexta-feira (29.06), depois que equipes do GCCO permaneceram em sua vigilância por quatro dias. O suspeito foi transportado, no sábado (30.06), para Cuiabá em aeronave  do CIOPaer é submetido a audiência de custódia, permanecendo preso em uma unidade prisional

Os demais alvos são: Benedito Diogo da Silva (PCE), Welliton Oliveira Marques, Eduardo da Silva Gonçalves e Telmo de Oliveira Barboza.

As investigações iniciaram em março deste ano, após tiros efetuados na noite do dia 22 de março na casa de um agente penitenciário, no bairro Nova Conquista, em Cuiabá. No dia seguinte, às 6h de 23 março, disparos foram feitos contra a sede do Sindicato dos Agentes Penitenciários. Novos disparos em duas casas de agentes ocorreram na madrugada do dia 24 de março, sendo um por volta de 01h30, na região de chácara do bairro Sucuri, Capital, e às 02h30 em uma residência no bairro Vila Arthur, em Várzea Grande.

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Os criminosos também são investigados na autoria da explosão de um pedaço do muro da Secretaria de Estado de Segurança Pública, ocorrido na madrugada do dia 18 de abril. Imagens de explosivos, armas e mensagens encontradas em celulares apreendidos com os presos,  durante revistas realizadas pelo Sistema Penitenciário nas celas, indicam que eles também planejaram e executaram a ação criminosa contra a Sesp.

Todos os celulares apreendidos nas revistas são encaminhados à Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) para análise de conteúdos, que são usados como elementos de prova na investigação.

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Tráfico resulta em média de 3 prisões a cada 7 dias e mega-apreensão de drogas em Tangará

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Ofensiva policial rendeu apreensão de grande volume de drogas, com prejuízo milionário aos traficantes.

As ações integradas das polícias Civil e Militar em Tangará da Serra resultaram em pelo menos sete prisões por tráfico de drogas nos primeiros 21 dias de janeiro. O balanço aponta uma média de três detenções a cada semana, consolidando um início de ano de combate intenso ao crime organizado na região.

Mega-apreensão

O caso de maior impacto ocorreu no último dia 15, no Distrito de Progresso. Em uma operação conjunta entre a Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos e o Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Tangará da Serra, foram apreendidos 144 quilos de drogas (foto na sequência).

O entorpecente estava sendo transferido de um caminhão para uma caminhonete Fiat Strada no momento da abordagem. A ação gerou um prejuízo estimado em R$ 1,5 milhão ao tráfico. Quatro homens foram presos em flagrante: os motoristas dos dois veículos, o proprietário de um lava-jato e um indivíduo responsável pelo apoio logístico.

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Droga e drone

No dia 19, a Polícia Judiciária Civil (PJC) prendeu T.J.S., suspeito reincidente no tráfico. Na residência do alvo, os agentes localizaram diversas porções de cocaína, maconha e pasta base, além de balança de precisão e materiais para embalagem (foto acima). O que chamou a atenção dos policiais foi a apreensão de um drone, supostamente utilizado para monitorar a aproximação policial ou auxiliar na logística das atividades ilícitas.

Cartório Central e “Da Lua”

Nesta terça-feira (21), o cumprimento de um mandado de prisão preventiva em Tangará da Serra retirou de circulação T.B.C., conhecido como “Da Lua”. A captura integra a Operação Cartório Central, coordenada pela Delegacia Regional de Primavera do Leste para desarticular facções criminosas. Ao todo, a operação mobilizou 471 ordens judiciais em todo o estado, incluindo 225 prisões e o bloqueio de contas bancárias de lideranças criminosas.

Supermaconha

O histórico de prisões deste mês também inclui a captura de um homem de 28 anos, com cinco passagens criminais, durante a Operação Tolerância Zero da Polícia Militar. Com ele, foram encontrados 23 papelotes de Skank (foto acima), substância conhecida como “supermaconha” devido ao alto teor de THC, resultado de cultivos com técnicas laboratoriais que potencializam os efeitos psicoativos da droga.

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