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Oeste Veículos recebe certificado de concessionária Padrão ‘A’ da Chevrolet

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A Oeste Veículos, concessionária Chevrolet para Tangará da Serra e região, recebeu nesta quarta-feira (19) o Certificado Concessionária Padrão Classe ‘A’, prêmio concedido pela General Motors do Brasil.

Para se credenciar à certificação, a Oeste Veículos alcançou as melhores pontuações em itens como atendimento e satisfação dos clientes em vendas/pós-vendas, qualidade de serviços, mercado, performance administrativo-financeira, estrutura física e outros. O desempenho medido corresponde às atividades da empresa no ano de 2018.

Marcaram presença na entrega do certificado o Gerente Regional de Operações (GRO) da Chevrolet para a região Norte do país, Roberto Antunes Júnior, e o representante regional da Chevrolet Serviços Financeiros – Banco CSF -, Márcio Alan Gonçalves. Eles foram recepcionados pelos diretores, João Carlos Introvini e Guilherme Introvini, e demais profissionais da concessionária.

Entrega do certificado ocorreu na quarta-feira à tarde, com presença de representantes regionais da Chevrolet, diretores e colaboradores.

A certificação Padrão ‘A’ é a 19ª premiação conquistada pela concessionária tangaraense em 24 anos de atuação no mercado. Em 2017, a Oeste Veículos já havia se destacado ao obter 100% de pontuação nos critérios de elegibilidade que credenciam as concessionárias do seleto grupo da Chevrolet. “Alcançamos uma marca que nos orgulha. Apenas duas concessionárias alcançaram esta pontuação em todo o Brasil”, observou o diretor Guilherme Introvini.

A obtenção do certificado resulta em status e inúmeras vantagens competitivas dentro da montadora, já que evidencia uma performance superior da concessionária, da direção aos profissionais responsáveis pelo atendimento e pelos serviços. “Está em nosso DNA. O mérito é da equipe, que faz jus ao padrão Classe A”, disse João Carlos Introvini.

Destaque para 2020

Durante a entrega da Certificado Padrão Classe ‘A’ à Oeste Veículos, o GRO da Chevrolet Roberto Antunes Junior falou sobre o destaque entre os modelos da montadora para 2020.

O novo Chevrolet Onix representa a nova geração do carro mais vendido no Brasil, começando pela sua versão sedã, batizada de Onix Plus, que agora assume o mesmo nome da configuração hatch. Mais sofisticado, espaçoso e tecnológico, o modelo chega ao mercado brasileiro ostentando cinco estrelas nos testes de segurança do Latin NCAP. Enquanto o sedã começa a ser vendido ainda em setembro, o hatchback estará nas concessionárias a partir de novembro.

(*) Veja, a seguir, vídeo sobre o novo Onix.

A linha Onix 2020 também chega com um salto enorme em sua lista de itens de série. Destaque para os seis airbags, equipamento que passa a ser padrão em todas as versões. Há também o carregador de celular por indução, tecnologia 4G WiFi e botão de partida.

Onix é, atualmente, o carro mais vendido no Brasil.

Percursor de central multimídia no segmento em sua primeira geração, o novo Chevrolet Onix 2020 também traz a moderna central de infotainment MyLink 3, que além de possuir processamento mais rápido e nova interface, é capaz de se conectar com dois celulares ao mesmo tempo. Também possui compatibilidade com Android Auto e Apple CarPlay.

Itens presentes em segmentos superiores também fazem parte os equipamentos do modelo, como o acendimento automático dos faróis, abertura das portas por aproximação e partida do motor por botão. Lanternas em LED, faróis de neblina, rodas de liga leve de 15″ também estão presentes.

Outros itens inéditos na linha são os controles de estabilidade e tração e o assistente de partida em rampas, o qual mantém o freio acionado por alguns segundos para uma arrancada segura em aclives.

(*) Veja galeria de fotos da entrega do certificado clicando no link abaixo

Oeste Veículos obtém certificado Concessionária Chevrolet Padrão ‘A’

 

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Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

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Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

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