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Mato Grosso: Obras paradas de 2012 a 2022 resultaram em grandes prejuízos

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No período de 2012 a 2022, Mato Grosso possuía 114 obras paradas, enquanto a região Centro-Oeste tinha um total de 333. Os dados são da Confederação Nacional de Municípios (CNM).

O advogado e especialista em direito público e constitucional, Thiago Castro, considera que os prejuízos causados pela paralisação dessas obras são incalculáveis. As razões para a interrupção envolvem, por exemplo, superfaturamento, descumprimento contratual, entre outras situações.

“Então, há um transtorno para a população, porque não conta com o benefício dos projetos. Nós sabemos que a administração pública tem como fim o bem comum, e, consequentemente, quando uma obra é paralisada, ela não atende a sua finalidade que é atender a comunidade, atender à população”, explica.

Em todo o Brasil, 45% das cidades tinham obras paradas, o que correspondia a 2.494 municípios. A maior parte das obras paralisadas está ligada à área da educação, via Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle (Simec), com 49% do total; seguidas das obras habitacionais, com 40%; painel de obras do Transferegov, com 7%; e Fundação Nacional de Saúde (Funasa), com 5%.

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Castro avalia que os impactos das obras paradas são diretos, pois podem causar prejuízos ao Tesouro público, devido ao aumento dos custos no momento da retomada das obras em que os preços são modificados.

“Temos também um fator que é o desemprego. Quando você não tem atividade, ela também não fomenta a região que está sendo desenvolvida com a questão das obras. No ramo da construção civil, por exemplo, as empresas precisam contratar funcionários quando ganham licitações e são obrigados a demitir quando o contrato é suspenso”, expõe.

Entre os municípios brasileiros que contavam com obras paradas, 56% possuíam uma única obra paralisada. Por outro lado, 46 municípios registravam 10 ou mais obras paradas, correspondendo a 11,5% do total de obras municipais.

(Brasil 61)

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Nova frente fria deverá trazer chuvas e frio para metade oeste do MT a partir de domingo

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As chuvas devem voltar a ocorrer em Mato Grosso, especialmente na metade oeste do estado, a partir deste final de semana. A indicação aparece nos principais institutos e plataformas de meteorologia do país.

A mudança no tempo decorrerá da chegada de uma nova frente fria acompanhada de uma massa de ar polar que avança sobre o Brasil. O ar gelado tem origem na Antártica e se desloca pelo interior da Argentina, Paraguai e Uruguai, alcançando regiões do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Esta será a segunda onda de frio do ano. A primeira ocorreu entre os dias 8 e 13 de maio, provocando queda nas temperaturas em estados das regiões Sul, Sudeste e em grande parte do Centro-Oeste.

Previsão Inmet

Em Tangará da Serra, os institutos meteorológicos — entre eles o Climatempo — são unânimes na previsão de chuvas, com precipitações previstas entre sábado e domingo, além da madrugada e manhã de segunda-feira (18). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aponta possibilidade de chuva já no sábado e prevê mínima de 13°C, com máxima não ultrapassando os 26°C.

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Já o Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Cptec/Inpe) acompanha os demais institutos ao indicar chuvas para o final de semana. O órgão também projeta a permanência da friagem durante boa parte da próxima semana, com mínimas de 14°C e máximas de 25°C entre segunda e quinta-feira.

Ventos fracos a moderados também estão previstos para o período, assim como índices de umidade relativa do ar superiores a 90%.

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