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Tangará da Serra

Manutenção em adutora deixa cidade sem água nesta sexta, mas abastecimento já normalizou

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A maioria dos bairros de Tangará da Serra ficou sem água entre o início da noite de quinta-feira e o início da tarde desta sexta-feira (11.07). A causa do desabastecimento foi uma manutenção na adutora central da ETA Queima Pé, conforme comunicado (abaixo) emitido ao público pelo Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae).

O serviço começou a ser normalizado ainda antes do almoço, com o abastecimento sendo restabelecido gradativamente em todos as localidades urbanas afetadas. No entanto, alguns moradores ainda acusavam falta de água “da rua” por volta das 14h30.

Segundo o diretor do Samae, Marcos Scolari, a causa do problema foi um vazamento na adutora, prontamente resolvido assim que houve a detecção do problema.

O sistema de abastecimento de água da Estação de Tratamento (ETA) Queima Pé em Tangará da Serra alcança cerca de 99% dos domicílios, atuando praticamente em toda a área urbana do município. Porém, a cidade conta com bairros dotados de abastecimento por porços artesianos, como o Barcelona, Valência, Madri, Morada do Sol, Buritis I e II, Bela Vista, Dona Júlia I e II, Jardim Itália, Vila Araputanga, Jardim Atlântida, Jardim Nossa Senhora Aparecida, além das regiões de Tarumã, Alto da Boa Vista e parte da Cidade Alta.

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Tangará da Serra

Secretário contesta ranking CLP e afirma que município é o menos endividado de MT

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O secretário municipal de Planejamento de Tangará da Serra, Adão Leite Filho, contestou o ranking do Centro de Liderança Pública (CLP) que posiciona o município na 12ª colocação entre os mais endividados do país.

A manifestação foi encaminhada à redação do Enfoque Business em resposta à matéria “Levantamento coloca Tangará da Serra entre os municípios mais endividados do Brasil”, publicada nesta terça-feira (6). Veja matéria no link a seguir:

Levantamento coloca Tangará da Serra entre os municípios mais endividados do Brasil

Na nota, o secretário afirma que o município não figura entre os mais endividados e que os próprios dados utilizados pelo CLP indicam situação de solvência.

Segundo ele, o conceito de endividamento adotado por instituições como o CLP considera a relação entre dívida e arrecadação, e não apenas a existência de obrigações financeiras. Conforme a explicação, operações de crédito recentes, como financiamentos para saneamento ou infraestrutura, entram no cálculo como Dívida Consolidada Bruta.

A matéria do Enfoque Business destacou que, de acordo com o Relatório de Gestão Fiscal (RGF) do segundo quadrimestre de 2025, a Dívida Consolidada Líquida (DCL) de Tangará da Serra é negativa, o que indica que as disponibilidades de caixa superam o volume das dívidas.

O secretário reforçou esse dado ao afirmar que a DCL negativa demonstra capacidade de pagamento imediato das obrigações financeiras.

Adão Leite Filho também declarou que Tangará da Serra é o município menos endividado de Mato Grosso, por apresentar liquidez financeira, e que a leitura isolada da posição no ranking pode levar a interpretações técnicas incorretas.

Adão Leite: “Tangará da Serra “é a menos endividada porque tem dinheiro sobrando (DCL negativa), mas aparece no ranking de endividamento porque possui operações de crédito ativas”.

Por fim, sustentou que a presença de Tangará da Serra no levantamento decorre do fato de o município possuir operações de crédito ativas, o que não ocorre em cidades de menor porte ou com restrições fiscais, e que isso não caracteriza situação de insolvência.

Nota da redação

A matéria publicada pelo Enfoque Business limita-se a reproduzir o ranking do Centro de Liderança Pública (CLP), responsável pelo indicador que posiciona Tangará da Serra entre os municípios com maior endividamento relativo do país.

Está claro: O Enfoque Business não criou o índice nem reinterpretou seus critérios.

A Dívida Consolidada Líquida negativa, citada na própria reportagem, indica solvência, mas não invalida a metodologia do CLP, que mede a proporção da dívida em relação à Receita Corrente Líquida. Assim, a divergência apresentada pelo secretário refere-se à metodologia do CLP, e não à conduta editorial da redação.

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