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Tangará da Serra

Infestação do mosquito da dengue atinge 79% dos imóveis urbanos, aponta levantamento

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Oito em cada dez imóveis da área urbana de Tangará da Serra apresentam infestação pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika, chikungunya e febre amarela. O dado foi registrado pelo LIRAa (Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti), realizado pelo município em 2.158 domicílios.

De acordo com o levantamento, as armadilhas (ovitrampas) indicaram índice de 7,8% de infestação — quase o dobro do patamar 4, considerado de alto risco. “É um índice de alto risco (…). Pedimos à população que cuide, porque o mosquito está aí”, afirmou o supervisor de campo da Vigilância Ambiental, Elias Duarte, em entrevista à rádio Serra FM.

Os resultados apontam um problema recorrente relacionado ao acúmulo de lixo e materiais descartáveis em quintais e terrenos baldios, condições que favorecem a proliferação do vetor.

A Vigilância Ambiental alerta para o impacto que uma nova alta de casos poderá causar na rede pública, como sobrecarga na UPA e no hospital municipal, dificultando o atendimento.

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Medidas de bloqueio

Como parte das ações de controle, o município está aplicando inseticida com as moléculas praletrina e imidacloprida por meio de bombas costais (UBV – Ultra Baixo Volume). A aplicação é feita casa a casa, com orientação prévia aos moradores para que protejam alimentos e animais domésticos.

Nesta segunda-feira, equipes da Vigilância Ambiental cobriram áreas como o Jardim Rio Preto e Cidade Alta.

A medida busca evitar cenário semelhante ao de 2024, quando o município registrou aumento expressivo das arboviroses. No ano passado, Tangará da Serra confirmou 9.950 casos de dengue, zika e chikungunya até a primeira quinzena de dezembro, segundo o Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde. O número foi 832% maior que o de 2023, que teve 1.067 registros.

Números

Segundo o último boletim informativo da Vigilância Epidemiológica do município, neste ano de 2025 as arboviroses em Tangará da Serra somam 1.068 casos, sendo 729 de dengue, 337 de chikungunya e dois de zika. Até o momento, um óbito foi confirmado, ocasionado por dengue.

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Em 2024 houve recorde de casos na cidade, com a confirmação de 4.170 casos de dengue (ante 1.050 em 2023), 5.727 de chikungunya (cinco em 2023) e 53 de zika (12 no ano anterior).

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Tangará da Serra

Fórum de Etnoturismo discutirá estratégias para fortalecimento do turismo regional

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O Sebrae/MT, em parceria com a Prefeitura de Tangará de Serra e com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), realiza, no dia 20 de agosto, o 1º Fórum de Etnoturismo de Tangará da Serra. O evento será realizado na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), das 14h às 18h.

A iniciativa tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento dos territórios e estimular os municípios a identificarem e fortalecerem suas vocações turísticas. O fórum também busca destacar o potencial do etnoturismo como estratégia de desenvolvimento econômico sustentável, valorização do patrimônio cultural, fortalecimento da identidade local e geração de oportunidades para pequenos negócios.

Durante a programação, serão discutidas estratégias para o fortalecimento do turismo regional, oportunidades para pequenos empreendedores, além da apresentação de casos de sucesso e experiências inspiradoras. O encontro também será um espaço para promover a conexão entre empreendedores, gestores públicos e especialistas, ampliando o diálogo sobre o desenvolvimento do etnoturismo e suas possibilidades de geração de renda e valorização cultural.

A programação conta com palestras e painéis voltados ao fortalecimento do turismo como ferramenta de desenvolvimento econômico e valorização dos territórios. Entre os destaques está a palestra “IN nº 03/2015”, o painel “Desafios e Oportunidades da Rota de Etnoturismo Chapada dos Parecis” e encerrando a programação, o palestrante Cristiano Lopes ministrará a palestra magna “Turismo como Oportunidade”.

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Segundo a organização do evento, a iniciativa “é um convite para conhecer novas possibilidades, fortalecer conexões e contribuir para o desenvolvimento sustentável do turismo na região, valorizando as riquezas culturais e as potencialidades locais”.

(Assessoria)

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