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Guarnieri propõe ações para saúde neonatal e habitação em Sapezal e Barra do Bugres

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O deputado estadual Chico Guarnieri apresentou indicações ao Governo de Mato Grosso voltadas à saúde e à habitação. As propostas tratam da aquisição de equipamentos para atendimento neonatal em Sapezal e da construção de moradias populares em distritos de Barra do Bugres.

Saúde neonatal em Sapezal

O parlamentar solicitou a destinação de R$ 117,9 mil para a compra de um berço aquecido e dois aparelhos de fototerapia para a Casa de Saúde Santa Marcelina, em Sapezal.

Os equipamentos são considerados essenciais para o atendimento de recém-nascidos, especialmente prematuros ou com baixo peso, além de casos de icterícia neonatal. A demanda foi apresentada pela própria unidade, que atende também municípios vizinhos.

A proposta busca ampliar a capacidade de atendimento e evitar a transferência de bebês para outras cidades, reduzindo riscos e garantindo maior segurança às famílias.

Habitação em Barra do Bugres

Guarnieri também propôs a construção de 75 unidades habitacionais por meio do programa SER Família Habitação, destinadas a famílias de baixa renda em distritos de Barra do Bugres.

Do total, 25 moradias são previstas para Currupira e 50 para Assari, localidades que enfrentam dificuldades no acesso à moradia adequada. As indicações foram encaminhadas ao governador Mauro Mendes e à Secretaria de Estado de Assistência Social.

A iniciativa tem como objetivo reduzir o déficit habitacional, melhorar as condições de vida e evitar o deslocamento de famílias para a sede do município, fortalecendo as comunidades locais.

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PJC cumpre mandados para apurar esquema de corrupção em hospital de Campo Novo

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Investigações iniciaram após denúncia de oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI ligada ao atendimento prestado pela unidade hospitalar

A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (26) a Operação Silêncio Comprado para cumprir 20 ordens judiciais relacionadas a um suposto esquema de corrupção envolvendo a gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis.

As medidas, expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo de Tangará da Serra, incluem mandados de busca e apreensão, sequestro de bens, bloqueio de valores, medidas cautelares diversas da prisão e quebras de sigilo telefônico e telemático.

Os mandados são cumpridos em Campo Novo do Parecis, Arenápolis e nas cidades paulistas de Barueri e Cotia. O objetivo é reunir provas, dimensionar a extensão dos fatos investigados e preservar recursos públicos.

As investigações são conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) e apuram suposta tentativa de interferência nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) nº 01/2025, instaurada para investigar possíveis irregularidades na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst.

Segundo a Polícia Civil, a investigação teve início após denúncia encaminhada pelo Ministério Público sobre suposta oferta de vantagem indevida para influenciar integrantes da CPI, além de indícios de irregularidades na execução de contratos de gestão da unidade hospitalar.

Entre os fatos apurados estão suspeitas de pagamentos por serviços não prestados, emissão de notas fiscais fraudulentas ou ideologicamente falsas, movimentação irregular de recursos públicos e possível desvio de valores ligados à administração do hospital.

De acordo com a Deccor, os elementos reunidos até o momento apontam, em tese, para a prática de crimes contra a administração pública, especialmente corrupção ativa, sem prejuízo da apuração de outros delitos no decorrer das investigações.

A operação contou com apoio da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), das delegacias de Arenápolis e Campo Novo do Parecis, além da Polícia Civil de São Paulo.

O nome da operação, Silêncio Comprado, faz referência à denúncia de suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, fato que originou a investigação.

A ação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para 2026, por meio da Operação Pharus, voltada ao combate de grupos criminosos no estado.

(Assessoria PJC-MT)

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