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Forças de segurança definem estratégias de enfrentamento ao crime para 2026

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Planejamento estratégico, gestão por resultados, tecnologia de ponta e produtividade: estes pilares nortearam as recentes reuniões de alinhamento das Polícias Civil e Militar de Mato Grosso. Os encontros visam consolidar as metas operacionais para o decorrer de 2026.

Foco em Inteligência e Combate a Facções

Nesta terça-feira (10), a diretoria da Polícia Judiciária Civil (PJC-MT) reuniu delegados coordenadores, regionais e titulares para a primeira reunião gerencial do ano. O encontro, realizado no Palácio Paiaguás, em Cuiabá, reuniu cerca de 70 autoridades com um objetivo central: o estabelecimento de metas rigorosas para o enfrentamento a grupos e facções criminosas.

A delegada-geral, Daniela Maidel, destacou que a participação ativa dos servidores é fundamental para manter o padrão de eficiência institucional. Segundo Maidel, a PJC tem respondido às cobranças da sociedade com operações robustas e aumento da produtividade. “Nossa meta é entregar, ao final deste ano, uma instituição ainda mais preparada e com alta capacidade investigativa para a próxima gestão”, pontuou.

Análise e tecnologia

Já na última sexta-feira (06), o 7º Comando Regional da Polícia Militar (CR7) promoveu, em Tangará da Serra, uma reunião de alinhamento estratégico e operacional. O encontro mobilizou comandantes de unidades e batalhões de municípios como Barra do Bugres, Sapezal e Campo Novo do Parecis.

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Sob a coordenação do tenente-coronel PM Murilo Franco de Miranda (foto acima), as discussões priorizaram o serviço de inteligência, o monitoramento de áreas rurais e a análise criminal. “A segurança pública é construída com planejamento e ferramentas de gestão. Discutimos a implementação de Inteligência Artificial e novas tecnologias para garantir proteção integral à população”, afirmou o comandante do CR7.

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PJC desarticula esquema de tráfico interestadual em operação com alvos em quatro estados

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (12.2), a Operação Fourteen, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido com tráfico interestadual de drogas, uso de documentos falsos e lavagem de dinheiro. A ação cumpre mais de 40 ordens judiciais, sendo 17 mandados de prisão preventiva e 21 de busca e apreensão.

Medidas judiciais

  • Além das prisões e buscas, a Justiça determinou:
    • quebra de sigilo telefônico,
    • sequestro de bens,
    • bloqueio de contas bancárias dos investigados, no valor de até R$ 500 mil.
  • As ordens foram deferidas pelo Núcleo 4.0 do Juiz de Garantias de Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

Abrangência da operação

  • Os mandados são cumpridos em Cuiabá, Várzea Grande, Nova Monte Verde, Sinop, Primavera do Leste, Alta Floresta, Guarantã do Norte e Rondonópolis, em Mato Grosso.
  • Também há diligências em municípios dos estados do Espírito Santo e Rio Grande do Norte.
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Planejamento estratégico

  • A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil para 2026, dentro da Operação Pharus, vinculada ao Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em Mato Grosso.

Investigação

  • As investigações começaram em fevereiro de 2024, após a prisão em flagrante de uma integrante do grupo, que transportava oito tabletes de pasta base de cocaína em um ônibus intermunicipal.
  • A partir do aprofundamento das apurações, a polícia identificou uma estrutura organizada e hierarquizada, voltada ao tráfico interestadual de drogas.

Estrutura criminosa

  • A investigação apontou a existência de três núcleos criminosos principais, liderados por reeducandos, que continuavam coordenando as atividades ilícitas mesmo presos.
  • Os envolvidos mantinham comunicação constante, orientavam novos integrantes e planejavam rotas de transporte para estados como Goiás, Espírito Santo e Rio Grande do Norte.

Modo de atuação

  • O grupo utilizava:
    • documentos falsos,
    • mudanças frequentes de endereço,
    • comunicação cifrada,
    • recrutamento de “mulas” para o transporte de entorpecentes.
  • Para a lavagem de dinheiro, valores eram movimentados em contas bancárias de terceiros, com o objetivo de ocultar a origem ilícita dos recursos.
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Encaminhamentos

  • O material apreendido será periciado pela Politec e irá subsidiar o inquérito policial, que tramita sob sigilo.
  • Os presos serão encaminhados ao sistema penitenciário e permanecerão à disposição da Justiça.
  • As investigações continuam para identificar outros envolvidos, aprofundar o levantamento patrimonial e mapear novas rotas de tráfico.

Nome da operação

  • O nome Fourteen faz referência ao capítulo 14 do Livro de Números, da Bíblia, que aborda as consequências da desobediência.
  • Segundo o delegado Marcelo Miranda Muniz, responsável pelas investigações, a operação representa a resposta do Estado à criminalidade organizada.
  • “A investigação da Denarc revelou a atuação de um grupo que, de forma organizada, promoveu a disseminação de drogas. A persistência na prática criminosa resultou na responsabilização penal”, afirmou o delegado.

Operação Pharus

O nome do planejamento estratégico faz alusão a um farol, como símbolo de orientação e vigilância permanente do Estado no enfrentamento às facções criminosas.

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