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“Falso chefe” rende prejuízo milionário a empresas; PM prende duas menores por tráfico

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (05.02), a Operação Mímese, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido em estelionato, lavagem de dinheiro e associação criminosa, praticados por meio de golpes pela internet.

Ao todo, são cumpridos 19 mandados de busca e apreensão e medidas cautelares de indisponibilidade de bens, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz de Garantias da Capital, a partir de investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá.

As ordens judiciais são executadas em Cuiabá e Várzea Grande. A Justiça determinou o bloqueio de bens e valores no montante de R$ 182.321,04 por investigado, totalizando aproximadamente R$ 3,4 milhões. Dezenove pessoas são alvos da operação.

Dinâmica do golpe

As investigações tiveram início após uma empresa do setor agropecuário comunicar ter sido vítima do golpe conhecido como “falso perfil” ou “falso chefe”.

Segundo a apuração, os criminosos utilizaram uma foto autêntica do proprietário da empresa em um perfil falso no aplicativo WhatsApp, induzindo a funcionária do setor financeiro a acreditar que as ordens de pagamento partiam do verdadeiro dono da agropecuária.

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Com isso, foram realizados diversos pagamentos referentes a notas fiscais fraudulentas, emitidas em nome de terceiros utilizados como “laranjas”.

Tráfico no Jardim Califórnia

Em Tangará da Serra, após trabalho de inteligência, a Polícia Militar, por meio da Força Tática, apreendeu duas menores por envolvimento com o tráfico de drogas em uma residência no Jardim Califórnia. A ação ocorreu no início da noite de quarta-feira (04.02).

No local, as menores comercializavam porções de maconha e pasta base de cocaína. Foram apreendidas 15 porções de substância análoga à maconha, além de porções de maior volume da mesma droga, três porções de pasta base de cocaína, uma porção de substância análoga à cocaína e material utilizado para embalagem (foto acima).

Os entorpecentes e as menores foram encaminhadas à Delegacia de Polícia para as providências legais.

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Preso pela PJC, suspeito de matar estudante universitária agiu por vingança

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O suspeito de assassinar a estudante universitária Valéria Correia Araújo, de 28 anos, foi identificado e preso pela Polícia Judiciária Civil na tarde desta sexta-feira, em Tangará da Serra. O homem, de 20 anos, foi localizado no Residencial Dona Júlia durante ação conjunta das delegacias Regional, Especializada de Defesa da Mulher, de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e de Roubos e Furtos (DERF), coordenada pelo delegado Gustavo Espíndula de Souza.

Valéria tinha 28 anos e estudava Direito.

Em entrevista coletiva, o delegado informou que o suspeito confessou o crime e afirmou ter agido por vingança após um desentendimento ocorrido dias antes. Segundo a investigação, ele e Valéria haviam se relacionado algumas vezes e, no último encontro, houve uma discussão, ocasião em que a jovem o expulsou da residência.

Conforme o relato do investigado, ele decidiu retornar ao imóvel na manhã da última quarta-feira (06), quando invadiu a quitinete da vítima e a matou com cerca de 30 golpes de faca, a maioria na região do pescoço.

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O autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro. Ele tem antecedentes por roubo e chegou a ser detido para internação quando adolescente.

Autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro.

Valéria foi encontrada morta por um amigo da família, acionado após parentes — residentes em Minas Gerais — perderem contato com a jovem. A universitária estava com braços e pernas amarrados, o rosto coberto e apresentava sinais de violência sexual, conforme apurado pela investigação.

A vítima cursava Direito e deixa uma filha de 10 anos, que vive com o pai em Minas Gerais. Uma irmã de Valéria esteve em Tangará da Serra para realizar os procedimentos de reconhecimento e providenciar o translado do corpo para o estado de origem da família.

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