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Ex-apresentadora do Sexy Hot se lança na carreira musical com faixas autorais

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Carol Ferreira, primeira apresentadora do Sexy Hot, se lança na música

O rosto conhecido de Carol Ferreira pode chamar a atenção de alguns, afinal ela esteve por seis anos à frente de um programa no Sexy Hot. Mas, o que para muitos será novidade, é que a mineira, de 36 anos, além de ter o dom da locução, também usa sua voz para cantar.

Durante muito tempo, Carol Ferreira comandou um programa de entrevistas no canal adulto Sexy Hot e, agora, voltará aos holofotes neste ano se lançando na carreira da música, e com composições próprias.

O primeiro EP da artista chegará às plataformas digitais, nas rádios e no Youtube no dia 17 de julho, e conta com uma produção de peso. O projeto terá Julinho Teixeira, que foi arranjador de vários sucessos, entre eles Evidências , como seu arranjador no trabalho.

O tempo no Sexy Hot

Carol Ferreira era sucesso no Sexy HotÉ com orgulho e muita história para contar que Carol Ferreira – que na época de apresentadora assinava como Carolyne – se lembra dos seis anos que esteve no
comando de um programa de entretenimento no canal adulto Sexy Hot .

Ela revela que não tem arrependimentos algum da época e que nunca foi desrespeitada por falar sobre sexo abertamente na televisão.

“Eu fiz aquele trabalho com muita verdade e fui aprendendo a ser apresentadora ao longo do tempo. Eles foram como uma família pra mim e tudo que o Sexy Hot me proporcionou foi muito positivo”.

 

 

Carol Ferreira no Sexy HotA cantora ainda detalha que após trabalhar no canal passou a ser vista pelas pessoas como uma conselheira: “Sempre falei de sexo com muita naturalidade, até acredito que por isso fui escolhida para ser a primeira apresentadora da história do Sexy Hot. As pessoas começaram a falar comigo nas ruas de sexo com muita tranquilidade e me consideravam como parte da intimidade delas”.

Agora na carreira musical, Carol Ferreira deixa o Sexy Hot   para trás espera que seu crescimento seja positivo. Para a estreia na música, ela disponibilizará três canções, duas delas composições próprias e uma versão de um autor português chamada “Os Maridos das Outras”, que também ganhará um videoclipe lançado no dia 17 de julho.

 

 

Fonte: IG

 

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Streaming conquista espaço e redefine hábitos de entretenimento no Brasil

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O consumo de plataformas de streaming no Brasil já era expressivo antes da pandemia de Covid-19 — o país figurava entre os dez maiores mercados do mundo. No entanto, com o isolamento social, esse hábito se intensificou e transformou a relação dos brasileiros com o entretenimento, consolidando o streaming como uma das principais formas de consumo cultural no país.

Segundo pesquisa recente da Serasa, 79% dos brasileiros já incluem serviços de streaming no orçamento mensal. Ao mesmo tempo, 70% afirmam estar indo menos ao cinema, e 60% associam essa mudança diretamente à popularização dos serviços digitais.

Para Ricardo Godoy (foto ao lado), CEO da Soul TV, esse novo comportamento reflete uma evolução cultural e tecnológica. “O streaming não apenas transformou a forma como as pessoas consomem entretenimento, mas também democratizou o acesso à informação. Hoje, milhões têm acesso gratuito e imediato a conteúdos de qualidade, sem precisar sair de casa, o que fortalece a inclusão cultural”, comenta.

Outro fator que impulsionou essa mudança foi o avanço dos aplicativos para smartphones. As pessoas foram conquistadas pela facilidade de realizar tarefas do dia a dia, desde fazer compras até assistir a vídeos ou ouvir música diretamente do celular. Essa praticidade tem sido decisiva para consolidar os serviços de streaming como parte da rotina de consumo digital dos brasileiros.

Mudança de hábito

A preferência crescente pelo streaming em detrimento das salas de cinema reflete uma mudança no estilo de vida e nos hábitos de consumo do público. A comodidade de assistir a filmes e séries em casa, no próprio ritmo e sem sair do sofá, tem sido um fator decisivo. Além disso, o custo mais acessível das plataformas, especialmente em comparação ao preço dos ingressos e despesas associadas a uma ida ao cinema, pesa na escolha do consumidor. Outro ponto relevante é a variedade de conteúdos sob demanda, que permite ao espectador acessar lançamentos, clássicos e produções exclusivas que muitas vezes não chegam às telonas.

Quanto ao afastamento das salas de cinema, o CEO destaca que a tendência está ligada a mudanças no comportamento do consumidor. “Esse novo cenário impulsiona o crescimento de plataformas digitais pagas e principalmente gratuitas, como a Soul TV. O usuário pensa em tudo que envolve uma ida ao cinema e todos os gastos. E opta por ficar em casa e escolher uma opção que seja menos onerosa”, conclui.

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