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Saúde Pública

Em Tangará da Serra, pandemia provoca fechamento do comércio e impacto na economia é imprevisível

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O poder público municipal de Tangará da Serra decretou ao final da manhã desta sexta-feira (20.03) o fechamento imediato -e por prazo indeterminado – do comércio local como medida preventiva à pandemia do coronavírus. Segundo informações preliminares liberadas à imprensa, o decreto 128/2020 foi divulgado oficialmente na tarde de hoje pelo prefeito Fábio Martins Junqueira e prevê liberação de atividades somente aos supermercados, padarias, farmácias, laboratórios e postos de combustível.

O fechamento do comércio se deve ao risco iminente de propagação do COVID-19, já que o município registrava, até a manhã desta sexta-feira, cinco casos suspeitos de contágio. Informações extraoficiais, no entanto, dão conta de que outros seis casos estariam em avaliação, o que até o momento não é confirmado pelas autoridades locais.

O decreto de fechamento geral do comércio também é reflexo da inobservância de protocolo por parte de alguns estabelecimentos (como bares e lanchonetes), que descumpriram a determinação de atendimento presencial de clientes a partir das 20hs. “Fechei meu estabelecimento quando ‘deu’ oito horas da noite, mas fiquei sabendo que muitos, até aqui perto, na Vila Alta, continuaram atendendo depois das 20hs. Uns fazem certo e outros não querem fazer. Fica difícil, ruim para quem respeita o que as autoridades determinam, enquanto outros desrespeitam”, reclamou o dono de um comércio (pediu anonimato) na região da Cidade Alta, em Tangará da Serra.

Impacto/recessão

Com o comércio fechando as portas, a economia local sofrerá inevitável retração, já que a atividade econômica ficará restrita apenas a segmentos considerados estratégicos. Em contato com a redação do Enfoque Business, o economista e professor da UNEMAT de Tangará da Serra, Silvio Tupinambá, destaca que os efeitos da pandemia são muito ruins para a economia, já que a atividade econômica fica quase que completamente paralisada. “O impacto será forte na cidade. No país, a previsão era de crescimento econômico de 2% esse ano, mas isso já será revisto. Se estes efeitos da pandemia, de paralisar atividades econômicas, demorar um mês ou mais, além do custo humano, poderemos ter uma tragédia econômica, ou seja: uma recessão”, avalia o economista.

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Saúde Pública

Mato Grosso já tem quatro casos confirmados de intoxicação por metanol, com um óbito

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) confirmou mais três casos de intoxicação por metanol em Mato Grosso, um em Várzea Grande e dois em Itanhangá. Com as novas confirmações, o Estado soma quatro casos registrados de intoxicação pela substância.

Os pacientes de Itanhangá são um rapaz de 26 anos e sua sogra, de 42 anos, que consumiram whisky. Ele teve sintomas como vômito, náuseas, dor torácica, tontura e dificuldade para respirar, mas já recebeu alta. Já a outra paciente apresentou vômito, náuseas, fadiga, perda progressiva da visão e dificuldade de caminhar; ela continua internada em estado grave. O caso registrado em Várzea Grande evoluiu para óbito.

A vítima é uma mulher de 30 anos que, no início desse mês, deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Ela teria consumido cerveja e whisky antes de passar mal, com náuseas e vômitos.

Medidas

Bebidas destiladas estão entre as de maior risco ao consumidor. Garantia de procedência é fundamental para segurança.

A SES-MT recomenda que as pessoas não consumam bebidas alcoólicas dos lotes listados em comunicação de risco ou de procedência duvidosa; verifiquem rótulo, lote e data de fabricação; e denunciem locais que comercializem produtos suspeitos pelos canais oficiais, como o Fale Cidadão – Ouvidoria do Estado de Mato Grosso.

Já o governo federal informa que intensificou o combate à falsificação de bebidas após casos de intoxicação por metanol. As ações incluem: aumento das penas — agora de 6 a 12 anos, chegando a 15 em caso de morte e podendo ser crime hediondo; operações conjuntas de fiscalização entre polícias, Procon e vigilâncias; criação de comitês e parcerias com estados e setor privado; suspensão do cadastro de estabelecimentos que vendem produtos adulterados; canais de denúncia para consumidores; e discussão sobre a retomada de um sistema nacional de rastreabilidade. As medidas buscam prevenir fraudes e proteger a saúde pública.

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