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Eduardo Sanches anuncia dois novos médicos peritos no INSS em Tangará da Serra

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O prefeito em exercício de Tangará da Serra, Eduardo Sanches (Republicanos), anunciou nesta semana a nomeação de dois novos médicos peritos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para o município. A medida foi oficializada pela Portaria MPS nº 1.600, de 29 de julho de 2025, que autorizou o provimento de novas vagas.

Foram nomeados os médicos Gabriela Monique de Oliveira e João Eduardo Pinho. Ambos já tomaram posse e participam de treinamento e cursos em Brasília. A previsão é que iniciem os atendimentos à população tangaraense ainda em setembro.

Atualmente, o município conta com apenas uma médica perita em atividade, o que tem obrigado segurados a buscar atendimento em outras cidades, gerando deslocamentos, custos adicionais e atrasos nos processos.

“Essa é uma luta antiga da população e da gestão municipal. Em breve, poderemos contar com três médicos peritos em nossa cidade, o que vai agilizar os atendimentos e evitar que as pessoas precisem se deslocar para outras localidades. É uma conquista importante para Tangará da Serra”, afirmou Sanches.

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Com a chegada dos novos profissionais, a expectativa é de redução no tempo de espera para as perícias médicas, reforçando a estrutura do INSS no município e região.

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Pivetta aponta OS e consórcio como opções para gestão do Hospital Regional de Tangará

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Governador descarta gestão direta pelo Estado e cita Santa Marcelina, que administra hospital em Sapezal, como uma das organizações interessadas

Há duas alternativas em análise para a gestão do Hospital Regional de Tangará da Serra: uma organização social (OS) ou um consórcio intermunicipal de saúde. A informação foi dada pelo governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, durante entrevista coletiva na tarde de quinta-feira (10), em Tangará da Serra.

Na mesma oportunidade, Pivetta descartou a possibilidade de gestão direta da unidade pelo Governo do Estado e citou a organização social Santa Marcelina, responsável pela administração de um hospital em Sapezal, como uma das interessadas. Segundo o governador, a entidade já teria manifestado interesse em assumir a gestão do Hospital Regional de Tangará.

Pivetta, porém, ressaltou que outras organizações sociais também estão em processo de qualificação e credenciamento e poderão disputar a administração da unidade.

“Nós não queremos fazer gestão direta”, afirmou.

De acordo com o governador, as duas alternativas estão sendo analisadas paralelamente, e a escolha deverá considerar o modelo mais adequado para atender às demandas de média e alta complexidade de Tangará da Serra e dos municípios da região.

Pivetta descartou gestão direta da unidade pelo governo do Estado.

A gestão da unidade, no entanto, não significará autonomia sobre a definição dos pacientes atendidos. A regulação pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sob responsabilidade do Estado, poderá determinar a internação de pacientes de qualquer município de Mato Grosso.

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Consórcio

A possibilidade de gestão por meio de um consórcio intermunicipal é avaliada a partir de um modelo que, conforme Pivetta, está sendo implantado no Hospital Regional de Sinop, mediante convênio com o Consórcio Regional de Saúde do Alto Teles Pires.

O governador afirmou ter uma expectativa positiva em relação ao modelo e indicou que a experiência de Sinop poderá servir de referência para a definição da gestão do hospital de Tangará da Serra.

Orçado em R$ 139 milhões, HR tem suas obras com 70% de execução.

Obras do Hospital Regional

Orçado em mais de R$ 139 milhões, o Hospital Regional de Tangará da Serra está com as obras em mais de 70% de execução. Segundo Pivetta, o cronograma está mantido, com previsão de conclusão e entrega da unidade ao longo de 2027, já equipada.

O hospital terá 151 leitos, dos quais 40 serão destinados a unidades de terapia intensiva (UTIs) adulta, pediátrica e neonatal. A estrutura será destinada ao atendimento de média e alta complexidade de Tangará da Serra e dos municípios da região.

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