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Couve-flor: Hortaliça rica em nutrientes é atração na Feira do Centro, em Tangará da Serra

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Entre os produtos que chamam a atenção pela qualidade e frescor na Feira do Produtor do Centro de Tangará da Serra, a couve-flor é uma das protagonistas. Cultivada com cuidado por agricultores familiares da região, essa hortaliça tem conquistado espaço nas bancas e nas mesas dos consumidores locais que buscam alimentação saudável e saborosa.

Originária do sul da Ásia Menor, junto ao Mediterrâneo, a couve-flor é uma variedade da espécie Brassica oleracea, da mesma família do brócolis, do repolho e da couve. Introduzida no Brasil durante o período colonial, a hortaliça adaptou-se bem ao clima local e hoje é cultivada em diversas regiões, inclusive em Mato Grosso, onde produtores locais têm investido em técnicas que garantem qualidade e durabilidade ao produto. Assim, a hortaliça vem direto do campo para as bancas da Feira do Centro.

Feira do Centro atende neste domingo, das 05h00 ao meio-dia.

Além do sabor delicado e da versatilidade na culinária — podendo ser preparada cozida, gratinada, assada ou até crua em saladas — a couve-flor é uma aliada da saúde. É rica em fibras, vitaminas C e K, antioxidantes e compostos anti-inflamatórios. Ajuda no fortalecimento do sistema imunológico, favorece a digestão e pode contribuir para a prevenção de doenças cardiovasculares e até alguns tipos de câncer, segundo estudos da área médica e nutricional.

Leia mais:  Diagnóstico Situacional e Social terá nesta terça última oficina antes dos trabalhos de campo

Procedência

A Feira do Produtor do Centro atende ao consumidor todas as semanas, às quartas (manhã e noite) e nas manhãs de domingo, em pleno centro da cidade. Lá é possível encontrar couve-flor fresca, colhida no dia, sem agrotóxicos e com preço acessível.

O contato direto com os agricultores também permite ao consumidor conhecer a procedência do alimento e valorizar a produção local, fortalecendo a economia e a sustentabilidade da região.

Uma simples ida à feira pode se transformar, assim, em um gesto de cuidado com a saúde e apoio ao campo. E a couve-flor, com sua aparência singela e benefícios surpreendentes, é um ótimo ponto de partida.

Veja AQUI deliciosa receita com couve-flor.

#feira; #agricultura familiar

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Diagnóstico Situacional e Social terá nesta terça última oficina antes dos trabalhos de campo

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Os trabalhos voltados ao Diagnóstico Situacional e Social de Tangará da Serra terão nesta terça-feira (14) a quinta e última oficina antes do início da etapa de campo. A atividade será realizada ao longo de todo o dia, das 8h às 17h, com intervalo para almoço, no auditório da Delegacia Regional de Educação de Mato Grosso (DRE), na região central da cidade.

A iniciativa – que reúne os vários setores do poder público e da sociedade civil organizada – tem como objetivo levantar dados e evidências sobre a realidade dos segmentos mais vulneráveis da população, subsidiando a formulação de políticas públicas. Entre os públicos analisados estão crianças e adolescentes — incluindo o enfrentamento ao trabalho infantil —, meninas e mulheres em situação de risco, pessoas idosas, pessoas com deficiência e população em situação de rua.

Os trabalhos, com o tema “Do Diagnóstico à Ação: A necessidade de intervenções integradas”, são conduzidos pela equipe técnica da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão do Norte de Mato Grosso (FAEPEN), entidade vinculada à Universidade do Estado de Mato Grosso, campus de Sinop.

A oficina desta terça-feira terá como temática “Ferramentas Técnicas Aplicadas”, com conteúdo voltado à elaboração de diagnóstico social simplificado, construção de planos de ação orientados por evidências, além de monitoramento, avaliação e produção de pareceres e relatórios técnicos.

Leia mais:  Diagnóstico Situacional e Social terá nesta terça última oficina antes dos trabalhos de campo

Com a conclusão desta etapa, a equipe passará a se dedicar exclusivamente aos trabalhos de campo, que envolvem coleta de dados e levantamento detalhado das demandas e condições dos públicos atendidos.

Etapas anteriores

As quatro oficinas anteriores abordaram os seguintes temas: Vulnerabilidade Social e Desigualdades (15/12/2025), Dignidade da Pessoa Humana e Constituição Federal (10/02/2026), Indicadores Sociais e Diagnóstico para Políticas Públicas (10/03/2026) e Políticas Públicas e Controle Social (24/03/2026). Os dois últimos módulos, somados à oficina desta terça-feira, compõem a terceira fase do projeto.

Raimundo Nonato: “Paralelamente às oficinas, estamos atuando junto às instituições e delineando as evidências. A partir de agora, é ir a campo”.

Segundo o responsável técnico da equipe, Raimundo Nonato da Cunha França, a etapa metodológica está próxima da conclusão. “Paralelamente às oficinas, estamos atuando junto às instituições e delineando as evidências. A partir de agora, é ir a campo, e teremos uma etapa intensa de trabalho”, afirmou.

Execução e equipe

O estudo foi contratado pela Secretaria Municipal de Assistência Social, com apoio do Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM) e anuência dos conselhos municipais. A coordenação está sob responsabilidade de Aparecida de Fátima Alves de Lima, tendo como responsável técnico o professor Raimundo Nonato da Cunha França.

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A equipe conta ainda com os especialistas Cláudia Pezzini, Carolina Tito Camarço e Josué Souza Gleriano.

Escopo e investimento

O levantamento abrange a análise das condições de vida de pessoas idosas, pessoas com deficiência, população em situação de rua, crianças e adolescentes e questões relacionadas à realidade de gênero.

Para a secretária municipal de Assistência Social, Márcia Kiss, a base técnica é essencial para a definição de políticas públicas. “O diagnóstico permite superar a tomada de decisão baseada em suposições e direciona os investimentos para onde há maior necessidade”, destacou.

O projeto conta com investimento de R$ 385 mil, com recursos dos fundos municipais do Idoso (FUMID), da Criança e do Adolescente, além de aporte da Secretaria Municipal de Assistência Social e apoio do Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM). A execução está prevista para um período de 15 meses.

O que é o Diagnóstico Situacional

O Diagnóstico Situacional e Social é um instrumento de pesquisa que analisa de forma aprofundada a realidade de um território, reunindo dados sobre condições de vida, vulnerabilidades, potencialidades e demandas sociais.

A proposta é produzir um retrato detalhado — com informações demográficas, econômicas, culturais, ambientais e epidemiológicas — capaz de orientar ações e políticas públicas mais eficazes, com base em evidências. As próximas etapas incluem a identificação de necessidades prioritárias e o mapeamento de potencialidades e recursos existentes na comunidade.

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