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Delicato Eventos reafirma presença no mercado com mais um prêmio Destaque Empresarial

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A Delicato Eventos e Viagens reafirma sua trajetória de excelência ao ser novamente reconhecida com o prêmio Destaque Empresarial 2026, concedido pela Associação Comercial e Empresarial de Tangará da Serra (ACITS), com base em pesquisa de mercado referente ao exercício de 2025, realizada pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).

A entrega do reconhecimento aconteceu na noite do último sábado (25), no Centro de Eventos de Tangará da Serra.

Com 38 anos de atuação — sendo 24 deles em Tangará da Serra — a empresa consolidou uma história marcada pela confiança de mais de 2 mil clientes e por uma presença consistente em diferentes regiões de Mato Grosso e outros estados. Ao longo desse percurso, construiu um portfólio diversificado, que abrange desde eventos sociais até grandes projetos corporativos, presenciais, híbridos e digitais.

Planejamento estratégico, organização rigorosa e atenção a cada detalhe são marcas do trabalho desenvolvido pela equipe, que atua desde a concepção até a execução completa de cada evento. Sob a condução das sócias Cristina Delicato, Tainara Porcher e Samira Marasca, a empresa mantém como pilares o profissionalismo, a ética e a experiência acumulada ao longo de quase quatro décadas.

Mais do que realizar eventos, a Delicato contribui para a geração de oportunidades, promovendo conexões, fortalecendo marcas e movimentando a economia por meio da integração de diversos serviços e profissionais.

O reconhecimento em 2026 reforça a posição da empresa como uma das principais referências do setor, resultado de uma trajetória construída com consistência, credibilidade e compromisso com a qualidade.

Contato

O contato da Delicato Eventos e Viagens pode ser feito pelos telefones (65) 99962-3366 e 99608-1306 e, também, pelo e-mail [email protected]. A Delicato também está presente no Instagram, na página @delicato_eventos, e no Facebook, página @delicatosim.

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Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

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Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

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