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Pelo 23º ano consecutivo, Inviolável Tangará é reconhecida como Destaque Empresarial

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Alta tecnologia, discrição e excelência nos serviços prestados. Esses são os diferenciais de uma marca de segurança patrimonial que compreende um conceito de estratégia voltada à proteção de bens, instalações e pessoas.

É com base nesse conceito que a Inviolável Tangará faz jus ao reconhecimento como Destaque Empresarial, pelo 23º ano consecutivo. A premiação foi conferida na noite do último sábado (25), no Centro de Eventos de Tangará da Serra, pela Associação Comercial e Empresarial de Tangará da Serra e está embasada em pesquisa de mercado com base em 2025 realizada pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).

Líder de mercado, a Inviolável integra a maior rede de franquias de monitoramento eletrônico do Brasil, acumulando mais de 40 anos de experiência no setor. Seu modelo de atuação reforça a compreensão de que investir em segurança é essencial para a prevenção de riscos e a preservação da integridade de pessoas e patrimônios.

Histórico de credibilidade

Há 23 anos, a Inviolável implantou em Tangará da Serra um serviço até então pouco explorado, marcado pelo uso de tecnologia avançada e por um padrão diferenciado de atendimento. Desde então, a empresa consolidou uma trajetória de crescimento contínuo, ampliando sua carteira de clientes em diversos segmentos, incluindo o agronegócio.

A operação local teve início a partir de um modelo da franquia conhecido pelos empreendedores no Paraná. A proposta encontrou rápida aceitação no mercado local, atendendo a uma demanda existente por soluções mais estruturadas de segurança.

A evolução dos serviços foi acontecendo ao longo dos anos e, hoje, a Inviolável Tangará  entrega ao cliente qualidade e tranquilidade, com tecnologia em constante atualização e equipe permanentemente capacitada.

Presença

A rede Inviolável está presente em mais de 350 cidades, distribuídas em 14 estados, atendendo cerca de 82 mil clientes e gerando mais de 7 mil empregos diretos.

Em Tangará da Serra, a unidade mantém cerca de 40 colaboradores e atende aproximadamente 1.200 clientes, com soluções em segurança eletrônica. O portfólio inclui, ainda, portaria remota, sistemas de alarme, circuito fechado de TV (CFTV), cercas elétricas, concertinas e controle de acesso.

A sede da empresa está localizada na Rua Dezoito-A, no Jardim Amélia. O contato pode ser feito pelo telefone (65) 3311-3311 ou pelo e-mail [email protected].  Mais informações estão disponíveis no site oficial da marca.

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Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

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Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

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