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Comissão conclui estudos de viabilidade para porto seco; Município providencia área

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A Superintendência da Receita Federal do Brasil concluiu Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE) para instalação de um porto seco em Tangará da Serra. O relatório final, elaborado por comissão nomeada pelo órgão, é pela admissibilidade da instalação e segue para análise da diretoria da Superintendência da 1ª Região Fiscal da Receita Federal, que abrange os estados da região Centro Oeste.

A partir de agora, a Superintendência tem 10 dias para manifestação sobre sua concordância ou não com o relatório da comissão. Em caso de sinal verde, haverá o encaminhamento à Procuradoria Geral da República para criação oficial da unidade e, na sequência, abertura de processo licitatório para a construção da estrutura.

Área do município

O estudo de viabilidade incluiu questionários junto a empresas que realizam negócios de importação e exportação em Tangará da Serra e municípios da região circunvizinha. Os levantamentos consistiram numa prospecção para os próximos 25 anos, considerando índices socioeconômicos, condições logísticas, entre outros aspectos relevantes.

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Segundo o titular da pasta de Indústria Comércio e Serviços, Silvio José Sommavilla, o município já verifica opções de áreas de até quatro hectares para o porto seco. “Teremos um salto na economia de Tangará da Serra e região com esse porto seco”, prevê o secretário, que destaca o apoio do governo do estado, através da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), para a viabilização do complexo. “Tivemos todo o apoio do governo do Estado para que esse estudo fosse realizado e estamos próximos de confirmar o porto seco em Tangará da Serra”, afirmou.

Estrutura alfandegária

Também conhecidos como Estação Aduaneira do Interior (EADI), os portos secos são zonas secundárias que estão sob jurisdição alfandegária da Receita Federal e funcionam como pontos intermediários de exportações e importações de cargas que vão para portos maiores, facilitando o trajeto internacional dos produtos.

O porto seco permite o desembaraço aduaneiro, além de outros serviços que reduzem filas nos portos marítimos, agilizando os embarques e favorecendo os fluxos de importação e exportação.

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(*) na foto abaixo, o prefeito Vander Masson e o secretário Sílvio Sommavilla, durante reunião na Superintendência da RF, em Brasília, para tratar sobre o porto seco.

 

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Composição da Câmara Municipal contará com representante da agricultura familiar

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A composição da Câmara Municipal de Tangará da Serra terá uma novidade nas próximas sessões ordinárias. O produtor rural Valdeci Ferraz Aquino (PL) assumirá temporariamente uma cadeira no Legislativo, na vaga do vereador Maurício Escobar (PL), que solicitou afastamento por 45 dias para tratar de assuntos de ordem particular.

Segundo suplente do Partido Liberal, Valdeci Ferraz Aquino ocupará a vaga até meados de outubro e deverá fazer sua estreia em plenário na próxima terça-feira, dia 25.

Na sessão ordinária desta terça-feira (18), Valdeci acompanhou os trabalhos ao lado da esposa, Cleide. Ele foi cumprimentado por vereadores e servidores da Casa, recebendo as boas-vindas antes do início de seu período de atuação no Legislativo.

“Será por pouco tempo, mas a experiência será importante”, observou Valdeci durante conversa com Maurício Escobar, titular da cadeira que ocupará temporariamente.

Representante da Feira do Produtor, o futuro vereador suplente afirma que pretende direcionar sua atuação às demandas da agricultura familiar, sem deixar de acompanhar as demais necessidades do município.

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“Quando observamos o dia a dia da nossa cidade, podemos ver que sempre há o que fazer, o que propor, o que melhorar. Será um tempo curto, mas vou honrar essa responsabilidade com muito esforço e dedicação”, antecipou.

Quem é?

Valdeci Ferraz Aquino tem 62 anos e é natural de Iguatemi, em Mato Grosso do Sul. Na década de 1980, mudou-se com os pais, Juanires Marques de Aquino e Noemi Ferraz de Aquino, para Pontes e Lacerda, em Mato Grosso.

Valdeci acompanhou a sessão ordinária do legislativo na última terça-feira (18), ao lado da esposa Cleide.

Produtor rural, segue a tradição familiar ligada à pecuária leiteira. Ao longo de sua trajetória profissional, também trabalhou como mecânico, comerciário e bancário, tendo atuado no Banco Financial.

Além da atividade rural, Valdeci preside a Associação dos Feirantes de Tangará da Serra, entidade responsável pela manutenção da Feira do Produtor do Centro.

Ele escolheu Tangará da Serra para viver com a família a partir de 1º de janeiro de 2016, dando continuidade à atividade de produtor rural e buscando ampliar as opções de formação superior para os filhos.

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