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Chico Guarnieri aproveita recesso na ALMT para percorrer região e ouvir demandas

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Nos últimos 15 dias, o deputado estadual Chico Guarnieri (PRD) tem se destacado pela atuação firme em várias frentes na região sudoeste de Mato Grosso, ouvindo demandas e contribuindo com o desenvolvimento de importantes ações e obras na região compreendida entre Barra do Bugres e Campo Novo do Parecis.

Acompanhado por autoridades locais e pelo apoio do Governo do Estado, Chico tem sido um grande defensor das necessidades da população e do crescimento da região.

Em Barra do Bugres, o trabalho de Guarnieri foi amplamente reconhecido pelo secretário da Casa Civil, Fábio Garcia, que vistoriou a obra de uma ciclovia na avenida Filinto Müller, que atenderá moradores do distrito industrial e os assentamentos da cidade, além dos trabalhadores da usina Barralcool. “Quero aqui ressaltar o trabalho do deputado Chico Guarnieri, que é um grande representante de Barra do Bugres”, afirmou Garcia. A obra, que é fruto de uma parceria entre o Governo de Mato Grosso, a prefeitura e a usina Barralcool, é uma clara demonstração do comprometimento de Guarnieri com a cidade, levando atenção àqueles que movimentam a economia local e merecem infraestrutura e qualidade de vida.

Em Campo Novo do Parecis, o deputado tem se mostrado um aliado constante no fortalecimento do turismo e da economia local. Durante visita ao município no último dia 18, Chico Guarnieri teve a oportunidade de ouvir de perto as demandas da população, com destaque para o apoio ao desenvolvimento do turismo na região. O prefeito Edilson Piaia destacou a atuação do parlamentar, ressaltando que Guarnieri tem ajudado, com seriedade, a transformar Campo Novo em um polo turístico de Mato Grosso. “O Chico Guarnieri vem aqui para olhar com carinho esse nosso potencial e vai estar ajudando sim o município de Campo Novo, pra que possa assim cada vez mais desenvolver o turismo”, declarou o prefeito.

Prefeito Edilson Piaia destacou a atuação do parlamentar, ressaltando que Guarnieri tem ajudado, com seriedade, a transformar Campo Novo do Parecis em um polo turístico.

Uma das ações mais marcantes dessa agenda foi a visita à Cachoeira Salto Belo, localizada na Aldeia Sacre II, uma das joias naturais de Campo Novo do Parecis. A visita ocorreu durante a reunião da Comissão de Indústria, Comércio e Turismo da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, e evidenciou o compromisso de Guarnieri com a valorização das culturas tradicionais e o incentivo ao ecoturismo no Estado.

A pavimentação da Linha Santa Maria, em Campo Novo, também foi um grande marco. Ao lado do secretário de Infraestrutura, Rodolpho Krampe, Guarnieri esteve presente na entrega dessa obra que trará grandes benefícios para produtores rurais, comerciantes e toda a população local. A estrada, fruto de uma parceria entre o Governo do Estado, a prefeitura e os produtores da região, reforça o papel do deputado no desenvolvimento da infraestrutura necessária para o crescimento de Mato Grosso.

Acompanhado da equipe gestora, Chico conheceu de perto a estrutura da unidade e ouviu a principal demanda: a reforma e cobertura da quadra esportiva.

Por fim, na última terça-feira (22/07), Chico Guarnieri fez uma visita à Escola Estadual Desembargador Olegário Moreira de Barros, em Nortelândia. Acompanhado pela equipe gestora, o deputado conheceu as instalações da unidade e ouviu as principais necessidades dos educadores e alunos. Entre os pedidos, destacam-se a reforma e cobertura da quadra esportiva da escola, uma demanda já formalizada por indicação. “Nosso mandato segue atuando para garantir condições mais dignas aos estudantes e fortalecer o papel do esporte na formação de nossos jovens”, destacou Guarnieri.

Com uma agenda repleta de visitas e ações em diversas áreas, o deputado Chico Guarnieri tem consolidado sua imagem como um político comprometido com o crescimento e o bem-estar da população do sudoeste de Mato Grosso. Suas iniciativas, que abrangem desde a infraestrutura até a educação e o turismo, são um reflexo do trabalho incansável que ele realiza para garantir o desenvolvimento contínuo da região.

(Redação EB, com Assessoria)

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Obra estratégica: FICO avança em etapa indígena para definir trecho final em Mato Grosso

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Plano elaborado com participação de comunidades Xavante foi protocolado na Funai em 3 de setembro; etapa é necessária para continuidade do licenciamento, mas não representa autorização automática para as obras

A implantação da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO) avançou em uma das etapas socioambientais necessárias à execução dos aproximadamente 80 quilômetros finais do empreendimento em Mato Grosso, trecho estratégico para a consolidação do corredor ferroviário destinado principalmente ao escoamento da produção agrícola.

Em 3 de setembro de 2026, a Infra S.A. protocolou, na sede da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), em Brasília, o Plano Básico Ambiental do Componente Indígena (PBA-CI) relacionado à Terra Indígena Marechal Rondon.

Elaborado com participação das comunidades Xavante, o documento passou por discussão e validação junto às aldeias envolvidas.

O protocolo representa avanço no processo de licenciamento, mas não significa que os cerca de 80 quilômetros estejam automaticamente liberados para as obras. O plano ainda será analisado pelos órgãos responsáveis, e a execução dependerá do cumprimento das exigências socioambientais e das demais autorizações necessárias.

O PBA-CI estabelece medidas para prevenir, reduzir, controlar ou compensar impactos que a implantação e a futura operação da ferrovia possam provocar sobre as comunidades indígenas na área de influência do empreendimento. Entre as ações previstas nesse tipo de planejamento estão proteção territorial, acompanhamento ambiental, comunicação com as comunidades, preservação cultural e mitigação dos impactos da infraestrutura.

No caso da FICO, a etapa é relevante porque interfere diretamente na continuidade do trecho ferroviário em território mato-grossense.

Corredor logístico

A ferrovia é considerada uma das principais obras estruturantes para alterar a matriz logística de Mato Grosso. O projeto cria uma alternativa para o transporte da produção, reduzindo a dependência das rodovias e permitindo o deslocamento, por ferrovia, de grandes volumes de soja, milho, algodão e outros produtos.

A FICO integra um planejamento ferroviário mais amplo e deverá conectar áreas produtoras do Estado a outros corredores nacionais. A primeira etapa liga Mara Rosa (GO) a Água Boa (MT), estabelecendo conexão com a Ferrovia Norte-Sul. A expansão em direção ao interior mato-grossense é considerada estratégica para aproximar a malha ferroviária das grandes regiões produtoras.

De Mara Rosa, a Fico rumará para Mato Grosso, em um trajeto de 383 km, até chegar ao município de Água Boa.

A chegada da ferrovia também poderá produzir efeitos além do agronegócio. A implantação de terminais, pátios logísticos e estruturas de apoio tende a estimular a instalação de empresas, gerar empregos e atrair investimentos nos municípios situados no corredor.

Outro impacto esperado é a redução do custo logístico. Mato Grosso produz dezenas de milhões de toneladas de grãos por ano, mas grande parte ainda percorre centenas ou milhares de quilômetros por rodovias até alcançar terminais ferroviários, hidroviários ou portos.

A expansão da malha ferroviária poderá retirar parte desse volume das estradas nas viagens de longa distância, deixando ao transporte rodoviário papel maior na ligação entre propriedades, armazéns e terminais.

Próximas etapas

Apesar do avanço de 3 de setembro, ainda há questões a serem definidas antes que o segmento possa ser considerado efetivamente destravado.

Entre elas estão o custo das medidas previstas no PBA-CI e a definição dos responsáveis por cada despesa. Também será necessário acompanhar o prazo de análise da Funai, eventuais pedidos de complementação e as condicionantes que poderão ser estabelecidas para a continuidade do licenciamento.

O cronograma também é uma questão de interesse econômico. Eventuais atrasos nas autorizações ambientais e indígenas podem interferir no prazo de execução da ferrovia e, consequentemente, no momento em que a infraestrutura estará disponível para atender à produção mato-grossense.

Por isso, a análise da Funai será um próximo passo decisivo. O protocolo realizado pela Infra S.A. representa uma etapa formal importante e demonstra avanço nas tratativas com as comunidades Xavante, mas a liberação efetiva das obras dependerá das manifestações dos órgãos competentes.

Para Mato Grosso, o processo envolve uma infraestrutura com potencial para alterar profundamente a logística estadual. Os cerca de 80 quilômetros ainda dependentes dessa etapa socioambiental representam uma parcela limitada da extensão do empreendimento, mas são decisivos para a continuidade de um projeto ferroviário considerado estratégico para o futuro econômico do Estado.

(Com informações de ABIFER/Assessoria)

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