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Autores de furto de módulos são de quadrilha especializada; PJC investiga homicídio

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Os três criminosos que furtaram módulos eletrônicos de caminhões, em Tangará da Serra, integram uma quadrilha especializada que atua em todo o estado de Mato Grosso. É o que apurou a Força Tática da Polícia Militar.

O trio tem residência em Várzea Grande. Um dos integrantes é venezuelano, com bom conhecimento de mecânica de caminhões. Os outros dois detidos possuem extensa ficha criminal por roubo, receptação, tráfico, entre outros delitos.

Um quarto integrante da quadrilha foi identificado pela PM, sendo o mandante dos roubos. Os policiais constaram um pix para pagamento das diárias do hotel realizado por este quarto criminoso.

Major PM Furquim comandou a operação que prendeu os autores do furto.

As informações foram repassadas à Polícia Judiciária Civil para a continuidade das investigações, que poderão resultar na desarticulação da quadrilha.

O caso

Na última terça-feira (06), a Força Tática tomou conhecimento de furtos de módulos eletrônicos de caminhões em Tangará da Serra. Após um trabalho de investigação com análise de imagens, a equipe da FT identificou o veículo utilizado num dos crimes, estacionado junto a um hotel na MT-358.

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Com informações do proprietário do hotel, três suspeitos foram localizados no quarto 05. Com eles foram encontrados os dois módulos de caminhão furtados.

Alto custo

O módulo (ECU ou módulo de injeção) é um componente que recebe dados de sensores (temperatura, pressão, rotação, etc.) do caminhão e processa essas informações para controlar sistemas como injeção de combustível, emissões, freios (ABS), câmbio e segurança.

Os valores podem variar de R$ 3 mil a R$ 11 mil. Um módulo novo tem um custo mais elevado, especialmente para modelos de caminhões mais recentes e tecnológicos como o Volvo FH 540 ou Mercedes-Benz Actros.

Segundo a polícia, os módulos roubados são vendidos no mercado paralelo por valores em torno de R$ 5 mil a unidade.

Mercado clandestino

O furto de peças de caminhão alimenta um mercado clandestino estruturado com cadeia própria de compra, “legalização” e revenda. Na prática, funciona como uma indústria paralela, tendo como destinos oficinas “de fundo de quintal”, mecânicas irregulares e desmanches clandestinos.

Polícia investiga possível latrocínio

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A Polícia Judiciária Civil investiga um homicídio ocorrido essa semana numa residência localizada na Rua 15, bairro Jardim Tanaka, em Tangará da Serra.

A vítima foi identificada como Luiz Carlos Avelino da Silva, de 67 anos. Ele era servidor público aposentado. O corpo estava sob a cama de um dos cômodos da casa, com mãos e pés amarrados. Ele provavelmente foi morto por estrangulamento, o que reforça a suspeita de latrocínio.

A polícia chegou ao local na tarde de ontem (quarta, 07), após ser acionada por moradores vizinhos, que notaram a falta do idoso e perceberem sinais de arrombamento na residência.

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Preso pela PJC, suspeito de matar estudante universitária agiu por vingança

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O suspeito de assassinar a estudante universitária Valéria Correia Araújo, de 28 anos, foi identificado e preso pela Polícia Judiciária Civil na tarde desta sexta-feira, em Tangará da Serra. O homem, de 20 anos, foi localizado no Residencial Dona Júlia durante ação conjunta das delegacias Regional, Especializada de Defesa da Mulher, de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e de Roubos e Furtos (DERF), coordenada pelo delegado Gustavo Espíndula de Souza.

Valéria tinha 28 anos e estudava Direito.

Em entrevista coletiva, o delegado informou que o suspeito confessou o crime e afirmou ter agido por vingança após um desentendimento ocorrido dias antes. Segundo a investigação, ele e Valéria haviam se relacionado algumas vezes e, no último encontro, houve uma discussão, ocasião em que a jovem o expulsou da residência.

Conforme o relato do investigado, ele decidiu retornar ao imóvel na manhã da última quarta-feira (06), quando invadiu a quitinete da vítima e a matou com cerca de 30 golpes de faca, a maioria na região do pescoço.

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O autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro. Ele tem antecedentes por roubo e chegou a ser detido para internação quando adolescente.

Autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro.

Valéria foi encontrada morta por um amigo da família, acionado após parentes — residentes em Minas Gerais — perderem contato com a jovem. A universitária estava com braços e pernas amarrados, o rosto coberto e apresentava sinais de violência sexual, conforme apurado pela investigação.

A vítima cursava Direito e deixa uma filha de 10 anos, que vive com o pai em Minas Gerais. Uma irmã de Valéria esteve em Tangará da Serra para realizar os procedimentos de reconhecimento e providenciar o translado do corpo para o estado de origem da família.

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