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AMM propõe e TCE aprova criação de central de compras para atender municípios

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O TCE, Tribunal de Contas de Mato Grosso, aprovou a criação de uma central de compras municipais, que vai permitir aos pequenos municípios licitar produtos e serviços coletivamente.

O modelo, proposto pela AMM, Associação Mato-grossense dos Municípios, por meio do Ministério Público de Contas, deverá trazer mais rapidez aos processos de contratação.

A estratégia aprovada em mesa técnica do TCE busca aumentar a competitividade das propostas apresentadas pelas empresas, reduzindo o preço de contratações em até 60%.

Segundo o presidente do TCE, conselheiro Sérgio Ricardo, 106 dos 142 municípios têm menos de 20 mil habitantes, ou seja, isso representa ampliação do acesso à educação, saúde e infraestrutura a quase um milhão de pessoas.

Além disso, a extensão territorial de Mato Grosso agrava os custos logísticos, que acabam sendo incorporados aos preços dos produtos, novamente, prejudicando os municípios menos favorecidos.

De acordo com o relator da mesa, conselheiro Antônio Joaquim, entre os benefícios esperados estão a padronização dos itens, o aprimoramento do acompanhamento pelo controle externo e a redução significativa dos custos.

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O conselheiro destacou que esse é um salto muito importante na gestão pública dos municípios, principalmente aqueles considerados pequenos, pobres, do ponto de vista de recursos, pois vai criar condições de fazer compras adequadas com preços adequados.

Antônio Joaquim afirmou ainda que a “central de compras será uma revolução”.

A meta é que a central de compras comece a funcionar até junho de 2025.

(Fonte: Sapicuá RN)

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Após intensa programação, Nova Olímpia encerra festividades dos 40 anos

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Com data comemorada oficialmente em 13 de maio, Nova Olímpia encerrou ontem (terça-feira, 12) a programação comemorativa pelos 40 anos de emancipação político-administrativa com uma grande celebração popular marcada por eventos cívicos, manifestações culturais e shows nacionais que movimentaram o município desde os primeiros dias do mês. A cidade reuniu milhares de pessoas no Centro de Eventos Luiz Cavalcante Lins nas festividades das chamadas Bodas de Esmeralda.

A programação foi intensificada no último dia 8 de maio com noite gospel, reunindo apresentações da cantora Maria Marçal, Banda Os Bençãos e grupos regionais. No sábado (09), o público acompanhou shows de DJ Roni, Adriana Cavalcante, Lambasaia e Banda Sintonia. Já no domingo (10), as atrações ficaram por conta de Esquema 4, Som de Faculdade e Banda Stillus.

Na segunda-feira (11), a programação sertaneja levou ao palco Dayane Boldini, Pegada Quente, Mateuzinho Sucessinho, além da dupla nacional Cleber & Cauan. O encerramento, na noite desta terça-feira (12), teve caráter religioso e reuniu grande público para o show nacional do Padre Fábio de Melo e apresentação da Banda Gaudium.

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Além dos shows, a programação alusiva aos 40 anos contou com desfile cívico, passeio ciclístico, atividades esportivas, celebrações religiosas e homenagens à trajetória do município. A festividade mobilizou moradores e visitantes da região, reforçando o sentimento de pertencimento e valorização da história local.

Polo sucroenergético

Reconhecida como importante polo sucroenergéticos da região Centro-Oeste do Brasil, Nova Olímpia marca, em seus 40 anos de emancipação, uma trajetória construída pelo trabalho de seu povo e marcada pela força da cana-de-açúcar, atividade que transformou o município em uma referência estadual e lhe rendeu o reconhecimento de “Capital da Cana” em Mato Grosso.

As origens da cidade remontam à década de 1950, quando o colonizador Belizário de Almeida, conhecido como “Tio Bili”, abriu caminhos na região e atraiu famílias vindas principalmente da cidade paulista de Olímpia, origem que inspirou o nome do município.

Os primeiros moradores enfrentaram dificuldades severas, com acesso precário, longas viagens e ausência de infraestrutura. Ainda assim, a pequena vila cresceu, tornou-se distrito de Barra do Bugres e conquistou a emancipação político-administrativa em 13 de maio de 1986.

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Ao longo das décadas, Nova Olímpia consolidou sua vocação agrícola. Inicialmente sustentada pela pecuária e pelas lavouras tradicionais, a economia encontrou na cana-de-açúcar seu principal motor de desenvolvimento. A implantação da então Usinas Itamarati marcou uma transformação econômica e social, impulsionando empregos, renda e crescimento urbano.

Hoje, o município, sob comando do prefeito Ari Cândido Batista, é referência estadual no setor sucroenergético, mantendo forte presença na produção de açúcar, etanol e bioenergia. Mas os 40 anos de Nova Olímpia também representam a história de famílias, pioneiros e trabalhadores que ajudaram a construir uma cidade que preserva suas raízes enquanto projeta o futuro com desenvolvimento e identidade própria em Mato Grosso.

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