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Alunos participam de ação ambiental em nascente do rio Ararão, no Distrito de Progresso

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Cerca de 20 crianças da escola municipal Diva Martins Junqueira participaram na manhã desta terça-feira (17.09) de ação de preservação ambiental junto à primeira nascente do rio Ararão, localizada no distrito de Progresso, em Tangará da Serra. O evento, alusivo ao Dia da Árvore, integra o projeto Cultivando Água Boa e foi promovido pelo Instituto Pantanal Amazônia de Conservação (IPAC) em parceria com Rotary Club Tangará da Serra Cidade Alta, usina Barrálcool e concessionária Via Brasil. (Veja mais fotos e vídeo da ação em Progresso ao final do texto)

Na localidade verte a primeira nascente do rio Ararão, um dos afluentes do rio Sepotuba. A nascente está localizada em meio a uma área de pastagens e lavouras. É possível perceber nitidamente a antropização naquela área e o estrangulamento do manancial, inclusive com um barramento.

local da nascente do Ararão, no distrito de Progresso.

Durante o evento com os alunos, a área da nascente recebeu plantio de mudas de árvores nativas (angico, aroeira, cumbaru, ipê, entre outras). A mesma área ainda receberá a instalação caixas de contenção, curvas de nível num raio de 50 metros e mais de 30 intensificadores de recarga. Estes intensificadores consistem em drenos com cano de PVC rígido (100 mm) de 02 metros de comprimento, perfurado, envolvido em manta geotêxtil e inserido numa perfuração de 02 metros no solo. Uma vez no solo, o dreno recebe pedra brita, permitindo a infiltração da água e a recarga da nascente.

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A coordenação dos trabalhos é do biólogo Vitor Azarias Campos, do IPAC. Também participaram do evento em Progresso representantes do Executivo Municipal, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmea), e representantes da iniciativa privada.

Além do plantio de mudas e sementes, os alunos participaram de atividades de interação, receberam lanches e brindes e realizaram outras atividades educativas e de entretenimento.

Próximo

A próxima nascente a receber trabalhos é a do córrego Cristalino, atingida por um incêndio há cerca de duas semanas. Numa agenda para o próximo dia 20 (sexta-feira), os trabalhos no local consistirão na recomposição do trabalho realizado ano passado, quando houve uma ação equivalente à de Progresso, nesta terça-feira.

Área da nascente do Cristalino foi atingida por incêndio há cerca de duas semanas.

Localizada na fazenda Nossa Senhora Aparecida, às margens do Anel Viário e proximidades do bairro Alto da Boa Vista, a nascente do córrego Cristalino é uma das 14 que compõem a bacia do rio Queima Pé, principal fonte de abastecimento de água de Tangará da Serra.

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Espremida entre o perímetro urbano e uma área de lavoura, a nascente sofre pressão da atividade produtiva e, também, de barragens destinadas a rebanho bovino e atividades empresariais.

Veja mais fotos e vídeo da ação em Progresso:

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Agosto em Mato Grosso deverá ter calor intenso e umidade do ar abaixo de 30%

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Calor de até 37°C, umidade relativa do ar abaixo de 20% e elevado risco de queimadas. Esse deverá ser o cenário climático em Mato Grosso entre o fim de julho e o primeiro decêndio de agosto.

Em Tangará da Serra, as temperaturas máximas devem variar entre 33°C e 37°C, enquanto as mínimas não deverão ficar abaixo dos 21°C. A amplitude térmica — diferença entre as temperaturas máxima e mínima — será moderada, oscilando em torno de 16°C. As projeções são dos principais institutos de meteorologia consultados para a região Centro-Oeste: Climatempo, CPTEC/INPE e INMET.

O predomínio do calor e da baixa umidade é consequência da atuação de uma massa de ar seco e quente, característica da estação seca no Centro-Oeste. Esse sistema atmosférico inibe a formação de nuvens, mantém o céu com pouca nebulosidade e favorece dias ensolarados e temperaturas elevadas.

Baixa umidade do ar e altas temperaturas são características desta época do ano .

O bimestre julho/agosto corresponde à fase intermediária do inverno no Hemisfério Sul, período em que as chuvas em Mato Grosso são raras. Com isso, a umidade relativa do ar cai para níveis críticos, inferiores a 30%, podendo ficar abaixo de 20% em alguns dias de agosto.

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Riscos

A combinação de calor intenso e ar seco aumenta a incidência de problemas respiratórios, como tosse, irritação nos olhos e dificuldade para respirar. No meio ambiente, cresce significativamente o risco de incêndios florestais. Já para o consumidor, o período costuma coincidir com maior consumo de energia elétrica, impulsionado pelo uso de aparelhos de climatização.

Chuvas? Só em setembro

De acordo com as projeções dos principais serviços de meteorologia, as chuvas deverão retornar a Mato Grosso apenas em setembro, inicialmente de forma isolada e irregular, sobretudo na segunda quinzena do mês, quando também poderão ocorrer temporais localizados. Em outubro, a tendência é de aumento gradual da frequência e da regularidade das precipitações, marcando a transição para o período chuvoso.

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