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Água do Sepotuba: Pregão presencial definirá aquisição para tubos e materiais hidráulicos

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Foi publicado hoje (sexta-feira, 14) o processo administrativo para realização da licitação na modalidade Pregão Eletrônico nº 002/2020 para seleção da melhor proposta pelo menor preço por item para aquisição de tubos e materiais hidráulicos para a adutora do sistema de captação de água do rio Sepotuba para a Estação de Tratamento de Água (ETA) Queima Pé.

O anúncio da publicação do processo licitatório foi realizado pelo prefeito Fábio Martins Junqueira. “Estamos dando mais um passo, avançando na solução dos problemas que enfrentamos há décadas em Tangará da Serra nos períodos de seca. A solução, agora será definitiva, para um problema que se arrasta desde os anos 80”, afirmou Junqueira.

Adutora percorrerá um trecho de aproximadamente 14 quilômetros.

Com o certame licitatório serão adquiridos tubos e materiais hidráulicos em ferro fundido dúctil para a construção da adutora, que percorrerá um trecho de aproximadamente 14 quilômetros. “Já temos a outorga para o uso da água concedida pela SEMA, ou seja os órgãos ambientais já se manifestaram, nós temos o projeto aprovado, já temos a licença prévia para execução da obra também expedida pela SEMA, portanto já podemos licitar a obra e é isso que estamos fazendo”, completou o Prefeito.

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Valores

Os valores desse processo licitatório representam um grande investimento por parte do Município, com recursos próprios, para a obra de captação de água do Sepotuba. Na aquisição de tubos serão investidos R$27.060.509,59, dos conjuntos Moto Bomba mais R$ 3.271.388,28 e para a execução da obra serão R$ 5.932.416,00.

“Todos esses recursos são provenientes do superávit orçamentário financeiro que nossa Gestão promoveu. Ou seja, a obra será executada integralmente com recursos próprios do Município e também o superávit do SAMAE. Esse esforço da Gestão, o empenho administrativo é que nos permitiram ter, em um momento em que todas as Prefeituras do Brasil penam por falta de recursos, as condições financeiras para execução dessa obra”, afirmou.

Ao licitar os materiais a serem adquiridos para as obras – adutora e motores – o município, através do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae), economizará nas despesas indiretas que teriam de ser repassadas pela empreiteira responsável. É o chamado ‘BDI’ – do inglês Budget Difference Income, ou Benefícios e Despesas Indiretas, em português -, que é uma taxa que se adiciona ao custo de uma obra para cobrir as despesas indiretas que tem o construtor, como, por exemplo, os tributos incidentes e outras despesas de comercialização.

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Agosto em Mato Grosso deverá ter calor intenso e umidade do ar abaixo de 30%

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Calor de até 37°C, umidade relativa do ar abaixo de 20% e elevado risco de queimadas. Esse deverá ser o cenário climático em Mato Grosso entre o fim de julho e o primeiro decêndio de agosto.

Em Tangará da Serra, as temperaturas máximas devem variar entre 33°C e 37°C, enquanto as mínimas não deverão ficar abaixo dos 21°C. A amplitude térmica — diferença entre as temperaturas máxima e mínima — será moderada, oscilando em torno de 16°C. As projeções são dos principais institutos de meteorologia consultados para a região Centro-Oeste: Climatempo, CPTEC/INPE e INMET.

O predomínio do calor e da baixa umidade é consequência da atuação de uma massa de ar seco e quente, característica da estação seca no Centro-Oeste. Esse sistema atmosférico inibe a formação de nuvens, mantém o céu com pouca nebulosidade e favorece dias ensolarados e temperaturas elevadas.

Baixa umidade do ar e altas temperaturas são características desta época do ano .

O bimestre julho/agosto corresponde à fase intermediária do inverno no Hemisfério Sul, período em que as chuvas em Mato Grosso são raras. Com isso, a umidade relativa do ar cai para níveis críticos, inferiores a 30%, podendo ficar abaixo de 20% em alguns dias de agosto.

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Riscos

A combinação de calor intenso e ar seco aumenta a incidência de problemas respiratórios, como tosse, irritação nos olhos e dificuldade para respirar. No meio ambiente, cresce significativamente o risco de incêndios florestais. Já para o consumidor, o período costuma coincidir com maior consumo de energia elétrica, impulsionado pelo uso de aparelhos de climatização.

Chuvas? Só em setembro

De acordo com as projeções dos principais serviços de meteorologia, as chuvas deverão retornar a Mato Grosso apenas em setembro, inicialmente de forma isolada e irregular, sobretudo na segunda quinzena do mês, quando também poderão ocorrer temporais localizados. Em outubro, a tendência é de aumento gradual da frequência e da regularidade das precipitações, marcando a transição para o período chuvoso.

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