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Saúde Pública

Curados da COVID-19 correspondem a 45% entre os casos confirmados no país; No MT, índice é de 58%

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O Ministério da Saúde divulgou ontem que o número de curados da Covid-19 é de 32.544 entre os pacientes acometidos pela doença no país. O número corresponde a 45,27% do número de casos atualizado ontem – 71.886 – pelo governo federal.

Gráfico: Enfoque Business

Em Mato Grosso, o número de curados (153) corresponde a 58,17% do número de casos confirmados da doença no estado, que é de 263, segundo dados divulgados em boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde.

Por outro lado, o índice de letalidade da doença no país é de 6,98% (5.017 mortos entre 71.886 infectados). Em Mato Grosso, esse índice é um pouco menor: 4,18% (11 mortos entre 263 pessoas cometidas).

Gravidade e ações

Gráfico: Enfoque Business

Por outro lado, o governo federal reconhece a gravidade da situação. Em entrevista coletiva em Brasília ao final da tarde de ontem (terça, 28), o ministro da Saúde, Nelson Teich, afirmou que o aumento de casos constitui uma tendência. Anteriormente, ele havia ponderado que seria preciso ver se os números expressam a atualização de casos anteriores ou se representavam um aumento de fato.

De acordo com o último levantamento do Ministério da Saúde o Brasil chegou a 71.886 pessoas infectadas, 5.017 óbitos e 32.544 pacientes recuperados que deixaram de apresentar os sintomas da doença. A letalidade subiu para 7%, o maior índice desde o início da pandemia no país.

As cidades mais afetadas pela pandemia estão vivendo já o colapso de seus sistemas de saúde. Em Manaus, Fortaleza e Rio de Janeiro há filas de espera por leitos de unidade de tratamento intensivo (UTI). O cenário é preocupante em outros locais, como a região metropolitana do Recife e Belém.

Hoje (28), Teich se reuniu com governadores da Região Norte. Amanhã, com os governadores das regiões Sul e Nordeste. E na quinta, do Sudeste e do Centro-Oeste. Ele afirmou que o ministério está “trabalhando para dar apoio” a locais mais afetados, como por meio da aquisição de respiradores, equipamentos de proteção individual (EPI) e recursos humanos.

Pazuello não detalhou acerca de números para além dos respiradores. Segundo o Painel de Leitos e Insumos do órgão, até o momento, foram repassados 20 respiradores. Embora não haja registro no painel de leitos locados, o governo anunciou que teria disponibilizado 540 leitos.

Ontem foi divulgado edital para a contratação de mais dois mil leitos. A abertura das propostas do pregão será na quinta-feira(30). As selecionadas terão de sete a 10 dias para montar os leitos, divididos em 200 kits de 10 cada um.

De acordo com a plataforma do Ministério da Saúde, até hoje haviam sido repassados 3,4 milhões de testes rápidos, 35,2 milhões de toucas, 25,9 milhões de máscaras cirúrgicas, 2,2 milhões de máscaras N95 e 1,5 milhões de aventais.

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Saúde Pública

Inverno do MT: Clima seco e frio aumentam risco de agravamento da gripe

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Com a aproximação do inverno, Tangará da Serra entra em um período típico de clima seco, que se estende de maio a agosto e exige atenção redobrada com a saúde respiratória.

Nessa época do ano, a umidade relativa do ar costuma cair significativamente, favorecendo a suspensão de poeira e partículas no ambiente. Esse cenário irrita as vias respiratórias e facilita a entrada de vírus, como o da Influenza A, no organismo.

Outro fator característico da região são as chamadas “friagens” — quedas bruscas de temperatura provocadas por massas de ar frio vindas do Sul do continente. Essas mudanças repentinas impactam o sistema imunológico e aumentam a incidência de doenças respiratórias.

Com o clima mais seco, ambientes fechados e pouco ventilados se tornam mais comuns, o que contribui para a rápida transmissão do vírus entre as pessoas.

Especialistas alertam que essa combinação — ar seco, poeira, variação de temperatura e maior convivência em locais fechados — cria um ambiente propício para o agravamento da Influenza A e o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Diante desse cenário, a vacinação ganha ainda mais importância. A imunização antes do período crítico é considerada a principal forma de evitar complicações, internações e mortes, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ou seja: Vacinar agora é antecipar a proteção para os meses mais críticos do ano.

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