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Fluxin: TratorTecMaq e AgroFlux oferecem tecnologia para prevenir perdas na pulverização

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Um dos maiores problemas na agricultura está relacionado à eficiência dos produtos para pulverização, o que muitas vezes está ligado à falta de manutenção ou má conservação dos bicos.

Falhas na verificação podem ocasionar perda total da eficiência do produto, gerando prejuízos e desperdício de tempo, produto, e o pior: perda de produtividade.

Pensando nisso, a TratorTecMaq e a AgroFlux firmaram uma parceria para auxiliar o produtor de Tangará da Serra e da região sudoeste de Mato Grosso na prevenção destes problemas com uma solução altamente tecnológica: o Fluxin.

A TratorTecMaq oferece o equipamento em condições especiais, com atendimento personalizado ao cliente.

Fluxin é um equipamento de medição de fluxo, aferição das pontas e calibração do pulverizador. Com base nas medições do Fluxin, é possível detectar as condições dos bicos e fazer a leitura no aplicativo utilizado para receber os dados do equipamento.

A leitura de cada bico é realizada em 5 segundos e enviada em tempo real para o celular, o que permite que um único profissional consiga realizar sozinho essa operação de forma precisa, rápida e prática. O aplicativo e o equipamento se comunicam através de um sinal sem fio (wireless), com tecnologia bluetooth 4.0, ou versão mais recente.

Pelo aplicativo é possível manter um histórico das leituras, gerar relatórios (com gráficos, comparações entre bicos, cálculos de desperdícios, área afetada, etc.) e também exportar esses dados para PDF e Excel e compartilhar via WhatsApp, Messenger ou e-mails.

(Assista ao vídeo ao final desta matéria)

A TratorTecMaq oferece esta tecnologia em condições especiais, com atendimento personalizado ao cliente. Maiores informações pelos telefones 3325-0205, 99987-4408, 99987-4445 e 99903-2560, ou diretamente na loja, Avenida Lions Internacional nº 1.907, Vila Esmeralda, em Tangará da Serra.

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Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

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Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

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