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NOVA JANELAS & PORTAS: Fabricação de telhas em aluzinco é novidade no mercado local

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Resistência, durabilidade, estética, isolamento termoacústico, leveza, facilidade de instalação. Estas são apenas algumas das vantagens das telhas de aluzinco, uma solução moderna para coberturas metálicas em galpões industriais, residências e prédios industriais e residenciais.

As telhas de aluzinco estão disponíveis no mercado da construção civil de Tangará da Serra e região sudoeste de Mato Grosso através da Nova Indústria de Telhas, Janelas e Portas. A empresa apresentou na última quinta-feira (07/11) uma nova máquina que faz a dobra de bobinas de aço galvalume, transformando em telhas.

Reinaldo Neves mostra portas e janelas também produzidas pela empresa; “Mercado sólido em Tangará da Serra”.

O equipamento industrial foi apresentado durante coquetel oferecido na sede da Nova, na rua Júlio Martinez Benevides nº 1.343-S – Centro. O maquinário produz telhas onduladas, trapezoidal e telhas isotérmicas (material também conhecido como ‘termoacústico’) para pronta entrega e também sob encomenda, em diferentes modelos e tamanhos.

O empreendimento está sob direção dos empresários Reginaldo Neves Gonçalves e Sélio Volff. Segundo Reginaldo Neves, que responde pelo departamento comercial da empresa, o mercado de Tangará da Serra e região circunvizinha é altamente atrativo. “Identificamos um mercado sólido e em crescimento, com uma lacuna que estamos preenchendo em Tangará da Serra. Produzimos telhas de diferentes tamanhos para entrega imediata ao cliente, na medida que ele demandar”, disse, ao Enfoque Business, acrescentando que a empresa já está estabelecida há dois anos na cidade.

Produto

O aluzinco é uma liga metálica composta por alumínio, zinco e silício, que oferece alta resistência mecânica e proteção contra ferrugem e corrosão, mesmo exposta às intempéries. Sua vida útil é bem maior que as telhas de aço galvanizado, que possuem em sua composição apenas o zinco.

Único em Tangará da Serra, maquinário foi apresentado ao público na última quinta-feira.

A Nova também fornece janelas de vidro temperado e portas em lambril e ACM – Aluminium Composite Material (Material de Alumínio Composto) -, revestimento em alumínio pintado ou anodizado, composto por duas chapas de alumínio com um núcleo termoplástico de polietileno de baixa densidade, usando um processo de colagem sofisticado que envolve adesivos químicos a temperaturas elevadas. O material oferece evidente vantagem em relação à madeira.

O portal é feito em alumínio facilmente fixado no vão, resistente a chuva e sol, com grande viabilidade no quesito custo/benefício. O baixo peso proporciona redução de cargas aplicadas na estrutura da obra, com fixação leve, diminuindo a sobrecarga nas estruturas de apoio. O aspecto final também é um diferencial.

Aluzinco: Vida útil é até 6 vezes maior que as telhas de aço galvanizado, o que pode estender sua durabilidade por décadas.

A empresa marcou presença na Feira da Indústria, realizada nos dias 31 de outubro e 01 de novembro, na sede do Lions Club de Tangará da Serra. O estande da empresa na feira recebeu grande número de visitantes, atraídos pela novidade e estética dos itens que constavam na mostra.

Algumas vantagens das telhas de aluzinco:

  • Vida útil é até 6 vezes maior que as telhas de aço galvanizado, o que pode estender sua durabilidade por décadas.
  • Isolamento termoacústico que garante ambientes com conforto térmico (até 90% de redução na sensação térmica) e sonoro.
  • Resistência a conformação, a marcas de estocagem e quebras na instalação.
  • Aplicação em galpões industriais, residências, tapumes, prédios industriais e residenciais.
  • Formatos diversos que possibilitam pintura com outras cores, tornando a aparência do telhado esteticamente atraente.
  • Excelente capacidade de impermeabilização, evitando acúmulo de umidade e formação de goteiras.
  • Material leve, o que facilita o transporte, manuseio e instalação.

(*) Na sequência, mais fotos do evento da NOVA.

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Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

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Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

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