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Durante a 38ª ExpoCampo, Chico Guarnieri destaca crescimento de Campo Novo do Parecis

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Reunindo produtores rurais, empresários, expositores e visitantes em uma das maiores feiras da região, a 38ª ExpoCampo movimentou o Parque de Exposições Odenir Ortolan no último sábado (4), em Campo Novo do Parecis. O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB) participou da programação, realizada em celebração aos 38 anos de emancipação político-administrativa do município.

Para Chico Guarnieri, a ExpoCampo representa a força do agronegócio e o protagonismo de Campo Novo do Parecis, reunindo tecnologia, inovação e produção em um evento que evidencia a importância do município para o desenvolvimento de Mato Grosso.

O parlamentar também parabenizou Campo Novo do Parecis pelos 38 anos do município. Na avaliação de Chico, a cidade se consolidou como uma referência estadual e nacional pela força do agronegócio e pela contribuição para o crescimento econômico de Mato Grosso.

“Quero parabenizar o município pelos seus 38 anos. Uma cidade que se destaca pela força do agronegócio, pela produção de grãos e pela contribuição para o desenvolvimento de Mato Grosso. Parabéns a todos que fazem parte dessa história. Contem sempre comigo!”, afirmou.

Reconhecido como um dos grandes motores econômicos de Mato Grosso, Campo Novo do Parecis é referência nacional na produção agrícola, destacando-se entre os maiores produtores de soja, milho, algodão e cana-de-açúcar. O município também lidera a produção brasileira de girassol e de milho para pipoca, consolidando-se como um importante polo do agronegócio.

Além da força econômica, a cidade também se destaca pela riqueza cultural e pelo potencial turístico. Berço de diversas aldeias do povo Paresi e conhecida pelas águas cristalinas que lhe renderam o apelido de “Caribe de Mato Grosso”, Campo Novo do Parecis foi reconhecida oficialmente como Capital do Etnoturismo de Mato Grosso por meio da Lei nº 13.223/2026, de autoria do deputado Chico Guarnieri.

“A história de Campo Novo do Parecis é construída pelo trabalho da sua gente. É uma cidade que cresce, gera oportunidades e contribui de forma decisiva para o desenvolvimento de Mato Grosso. Tenho a satisfação de acompanhar esse avanço e de contribuir com esse momento”, concluiu o deputado.

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Gisela recompõe chapa de Pivetta após crise e preserva estrutura da aliança

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Escolha da advogada e ex-deputada federal mantém União Brasil na vice e busca ampliar o alcance da candidatura após saída de Fábio Garcia, em meio aos reflexos políticos da Operação Heritage

A escolha de Gisela Simona (União Brasil) para a vice-governadoria na chapa de Otaviano Pivetta (Republicanos) vai além da simples substituição de Fábio Garcia. A decisão recompõe uma candidatura que precisou ser reorganizada às pressas após os desdobramentos políticos e judiciais da Operação Heritage e preserva, ao mesmo tempo, a estrutura partidária originalmente concebida para a disputa pelo Governo de Mato Grosso.

Gisela: Passagem pelo Procon e pela Câmara Federal lhe garantiu reconhecimento político e uma identidade pública própria.

Gisela foi anunciada como vice na noite de terça-feira (11), horas depois de Fábio Garcia desistir da candidatura e decidir buscar a reeleição para a Câmara dos Deputados. O deputado deixou a composição em meio às medidas cautelares decorrentes da investigação sobre um suposto esquema envolvendo cerca de R$ 308 milhões pagos pelo Estado no acordo com a operadora Oi. Entre as restrições impostas estão impedimentos de comunicação direta entre investigados, situação que atingiu Garcia, o ex-governador Mauro Mendes e o ex-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho.

Reconstrução mantendo a base

A saída de Garcia criou para Pivetta a necessidade de uma solução rápida, mas a escolha de Gisela evitou uma alteração mais profunda no desenho político da chapa. Filiada ao União Brasil, ela preserva o espaço do partido na vice-governadoria e mantém a composição Republicanos-União Brasil, um dos pilares da aliança formada pelo grupo governista.

Pivetta: Escolha de Gisela evitou uma alteração mais profunda no desenho político da chapa.

A opção também afasta a vice da crise provocada pela Heritage. Sem vínculo com os investigados ou com os fatos sob apuração, Gisela chega à chapa sem carregar diretamente os efeitos políticos do caso que levou à necessidade de reorganização da candidatura.

A escolha permite, assim, uma tentativa de reposicionamento da campanha: preservar a estrutura da aliança, mas substituir um nome diretamente atingido pelas consequências das medidas cautelares por outro com trajetória própria no cenário político estadual.

Mulher e representante da Baixada Cuiabana

A composição acrescenta ainda dois elementos à estratégia eleitoral. Gisela é uma mulher em uma chapa majoritária e possui trajetória política co

Vander: “Escolha de Gisela Simona foi relevante, por ela ter características importantes dentro do cenário político”.

nstruída principalmente em Cuiabá e na Baixada Cuiabana, região de peso eleitoral nas disputas estaduais.

Advogada e servidora pública de carreira, Gisela construiu projeção pública à frente do Procon Estadual e, posteriormente, exerceu mandato de deputada federal. Sua atuação política ficou associada a temas como defesa do consumidor, combate à corrupção e representação de demandas da região metropolitana da Capital.

Para o prefeito de Tangará da Serra, Vander Masson, ouvido pela reportagem, a escolha reúne características que podem complementar o perfil de Pivetta.

“Pela informação que recebi, o pedido de renúncia da candidatura foi feito pelo próprio Fábio. Em virtude disso, creio que a escolha da Gisela Simona foi relevante, por ela ter características importantes dentro do cenário político. E que são potencializadas pela experiência profissional como advogada, superintendente efetiva do Procon, exercício no cargo de deputada federal, entre outras, que, somadas às qualidades do candidato Pivetta, se complementam para o exercício de um mandato de avanço em resultados para a população mato-grossense”, afirmou Vander, que é filiado ao União Brasil.

Patrimônio político próprio

Outro aspecto da escolha está no fato de Gisela não ser um nome inteiramente novo para o eleitorado. A passagem pelo Procon e pela Câmara Federal lhe garantiu reconhecimento político e uma identidade pública própria, construída antes da definição de sua participação na chapa.

Esse patrimônio político pode ajudar Pivetta a reorganizar a campanha em um momento de forte repercussão sobre o grupo governista. A Operação Heritage já havia provocado a saída de Garcia da vice e levado a uma série de mudanças no ambiente político da aliança.

A definição por Gisela, portanto, representa uma resposta à crise sem desmontar o arranjo partidário original. Pivetta preserva o União Brasil na vice, incorpora um perfil feminino à chapa e passa a contar com uma candidata identificada com Cuiabá e a Baixada Cuiabana.

Mais do que preencher uma vaga aberta de forma inesperada, a escolha procura devolver estabilidade à composição majoritária. Resta saber se a rápida reestruturação será suficiente para conter os efeitos políticos da Heritage e permitir que a campanha retome sua agenda original, agora com uma chapa reconstruída em meio a um dos primeiros grandes testes do processo eleitoral de 2026.

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