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PJC investiga morte de universitária em Tangará; furto de módulos rende prisões

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A Polícia Civil investiga o assassinato de uma universitária em Tangará da Serra, enquanto novas ações policiais avançam sobre crimes patrimoniais e golpes financeiros na região. Em outra frente, a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) recuperou módulos eletrônicos furtados de caminhões e máquinas agrícolas — equipamentos de alto valor que vêm sendo alvo constante de quadrilhas especializadas. Já em Sapezal, uma mulher foi presa em flagrante por estelionato após aplicar golpe com Pix falso.

Morte de universitária: Linhas de investigação e suspeitos

A morte da estudante Valéria Correia Araújo, de 28 anos, mobiliza forças especializadas da Polícia Judiciária Civil em Tangará da Serra. O corpo da universitária, que cursava Direito, foi encontrado na noite de quarta-feira (06) em uma quitinete no bairro Jardim Itália.

Foto: Reprodução WEB

A vítima estava amarrada, com o rosto coberto e apresentava diversas perfurações por faca. O corpo foi localizado por um amigo da família, acionado após parentes — residentes em Minas Gerais — perderem contato com a jovem.

O caso é investigado pelo delegado Edmar Faria Filho, com apoio da Delegacia Regional, Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF).

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Segundo a Polícia Civil, há mais de uma linha de investigação e possíveis suspeitos já estão sendo analisados. Alguns objetos pessoais da vítima foram levados do imóvel, enquanto outras circunstâncias seguem sob apuração. Testemunhas estão sendo ouvidas e a polícia aguarda os laudos periciais.

Furtos recorrentes de módulos eletrônicos

Já a DERF de Tangará da Serra recuperou módulos eletrônicos furtados de veículos pesados durante investigação sobre crimes ocorridos em 12 de abril deste ano. Os equipamentos haviam sido retirados de caminhões e de uma máquina agrícola, causando prejuízos expressivos às vítimas.

Durante as diligências, os investigadores identificaram o suspeito C.M.V., de 25 anos, localizado no bairro Tapirapuã. Conforme a Polícia Civil, ele confessou os furtos e informou que os módulos haviam sido enviados pelos Correios para outro estado.

Módulos eletrônicos de caminhões são itens de alto valor oferecidos no mercado negro.

O suspeito também apontou a participação de outro homem, de 22 anos, que teria auxiliado no envio das encomendas, além de um terceiro envolvido na intermediação da venda dos equipamentos.

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Após ação rápida da DERF, os módulos foram retidos junto à empresa postal e recuperados antes da entrega, sendo posteriormente devolvidos às vítimas.

Tangará da Serra já havia registrado furtos semelhantes em janeiro deste ano, quando três suspeitos ligados a uma quadrilha especializada foram presos durante ações policiais relacionadas à comercialização clandestina desses equipamentos.

Sobre esses furtos, leia matéria relacionada no link a seguir:

Autores de furto de módulos são de quadrilha especializada; PJC investiga homicídio

Estelionato em Sapezal

Em Sapezal, a Polícia Civil prendeu em flagrante A.C.C., de 37 anos, pelo crime de estelionato. Ela foi detida no momento em que retirava, em uma transportadora, mercadorias compradas de uma empresa de Cuiabá mediante pagamento com Pix falso.

Segundo a investigação, o golpe causou prejuízo de R$ 4.346,60 à empresa. A suspeita já era investigada pela Delegacia de Sapezal em outro procedimento semelhante e foi encaminhada à unidade policial para as providências cabíveis.

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PM tira torturadores de circulação; traficante é preso com ecstasy, maconha e cocaína

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O tráfico de drogas segue como principal vetor da criminalidade no Sudoeste de Mato Grosso, alimentando a atuação de facções criminosas, a violência urbana e crimes brutais contra a pessoa. Além de ampliar a dependência química, o comércio ilegal de entorpecentes impulsiona disputas, execuções e práticas conhecidas como “tribunal do crime”.

Em duas ocorrências registradas nesta semana em Tangará da Serra e Campo Novo do Parecis, a Polícia Militar desarticulou ações ligadas ao crime organizado, prendendo suspeitos envolvidos em tortura, cárcere privado e tráfico de drogas.

Salvo do “salve”

Em Tangará da Serra, equipes do 19º BPM impediram uma possível execução em uma área de mata próxima ao Instituto Médico Legal (IML), no Jardim Paraíso. A PM recebeu denúncia anônima informando que integrantes de facção criminosa estariam realizando um “salve”.

Durante a incursão, os policiais localizaram uma vítima com pés e mãos amarrados, além de dois suspeitos nas proximidades. Conforme o boletim de ocorrência, os homens resistiram à abordagem e precisaram ser imobilizados.

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A vítima relatou que estava em poder dos suspeitos desde a madrugada, sendo submetida a tortura e ameaçada de morte. Segundo o depoimento, um dos envolvidos fazia chamada de vídeo enquanto aguardava autorização para a execução.

Ainda conforme a vítima, os suspeitos integram o Comando Vermelho (CV), e ela acreditava que seria julgada em um “tribunal do crime”. Um dos detidos, identificado como C.A.S., conhecido como “Pitbull”, teria função de “disciplina” da facção.

Os suspeitos foram presos por cárcere privado, tortura, organização criminosa, ameaça, resistência e desobediência.

Drogas em CNP

Já em Campo Novo do Parecis, a Polícia Militar realizou uma grande apreensão de entorpecentes no bairro Boa Esperança, após investigação sobre distribuição de drogas para “bocas de fumo”.

Um suspeito tentou fugir ao perceber a aproximação da viatura, correndo para um condomínio residencial, mas acabou detido. Com ele, os policiais encontraram porções de droga sintética, cocaína e pasta base.

Na residência indicada pelo suspeito, os militares localizaram outro envolvido e apreenderam drogas escondidas até no forro do imóvel.

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Foram apreendidas 146 unidades de ecstasy, 66 porções de maconha, 50 porções de cocaína e 11 porções de pasta base. Também foram encontrados adesivos com referências ao Comando Vermelho, usados para identificar embalagens dos entorpecentes.

Os suspeitos foram encaminhados à Polícia Judiciária Civil e responderão por tráfico de drogas, associação criminosa e organização criminosa.

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