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SAÚDE EM ALERTA

MT enfrenta picos de Influenza A e SRAG; Tangará da Serra é polo de pressão no Sudoeste

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O estado de Mato Grosso entrou em maio sob “alerta de risco máximo” para a circulação de vírus respiratórios, conforme dados do InfoGripe da Fiocruz. A incidência de Influenza A e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) tem provocado uma saturação acelerada no sistema público de saúde. Em todo o país, já são mais de 20 mil casos de SRAG em 2026, com Mato Grosso ocupando o patamar mais elevado da região Centro-Oeste.

Um ranking preliminar de notificações coloca Cuiabá e Várzea Grande no topo da crise, seguidas de perto por Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra. No Sudoeste mato-grossense, Tangará da Serra atua como o principal polo de atendimento, recebendo pacientes de toda a região, o que tem levado a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e os hospitais locais ao limite da capacidade. (Veja gráficos a seguir)

Comparado aos últimos cinco anos, o cenário de 2026 mostra um retorno agressivo da Influenza A, que agora compete com outros subtipos virais após o período crítico da pandemia de COVID-19. A lotação hospitalar, que começou a dar sinais de colapso ainda em março, atinge níveis preocupantes neste mês de maio, com indicadores que apontam para uma demora crescente nas internações e um sistema que opera no “fio da navalha”.

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