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Câmeras de monitoramento reforçam investigações e auxiliam prisões em Tangará da Serra

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As câmeras de monitoramento instaladas em vias públicas e estabelecimentos privados têm se consolidado como ferramenta essencial no trabalho investigativo das forças de segurança em todo o Brasil. Em Tangará da Serra, o uso dessas imagens foi decisivo para a identificação e prisão de assaltantes envolvidos em um roubo a residência registrado nesta quarta-feira (18), no Jardim Universitário.

Com apoio das imagens captadas por câmeras espalhadas pela região, a Polícia Militar conseguiu mapear a movimentação dos criminosos, identificar veículos utilizados na ação e localizar os suspeitos em diferentes pontos da cidade. A atuação resultou na prisão do grupo e na apreensão de armas, veículos, drogas e objetos roubados.

Imagens capturadas podem ser usadas no processo penal como prova material.

Segundo a polícia, o videomonitoramento permite respostas mais rápidas, amplia a capacidade de investigação e contribui para a elucidação de crimes, especialmente em ações que envolvem deslocamento rápido e planejamento prévio por parte dos criminosos. Além disso, as imagens captadas podem integrar a documentação de provas para investigação e em processos na Justiça.

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A integração entre tecnologia, inteligência policial e participação da comunidade, por meio do compartilhamento de imagens, tem sido reconhecida pelo poder público – em especial os órgãos de segurança – como fator decisivo para o aumento da eficiência no combate à criminalidade.

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Preso pela PJC, suspeito de matar estudante universitária agiu por vingança

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O suspeito de assassinar a estudante universitária Valéria Correia Araújo, de 28 anos, foi identificado e preso pela Polícia Judiciária Civil na tarde desta sexta-feira, em Tangará da Serra. O homem, de 20 anos, foi localizado no Residencial Dona Júlia durante ação conjunta das delegacias Regional, Especializada de Defesa da Mulher, de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e de Roubos e Furtos (DERF), coordenada pelo delegado Gustavo Espíndula de Souza.

Valéria tinha 28 anos e estudava Direito.

Em entrevista coletiva, o delegado informou que o suspeito confessou o crime e afirmou ter agido por vingança após um desentendimento ocorrido dias antes. Segundo a investigação, ele e Valéria haviam se relacionado algumas vezes e, no último encontro, houve uma discussão, ocasião em que a jovem o expulsou da residência.

Conforme o relato do investigado, ele decidiu retornar ao imóvel na manhã da última quarta-feira (06), quando invadiu a quitinete da vítima e a matou com cerca de 30 golpes de faca, a maioria na região do pescoço.

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O autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro. Ele tem antecedentes por roubo e chegou a ser detido para internação quando adolescente.

Autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro.

Valéria foi encontrada morta por um amigo da família, acionado após parentes — residentes em Minas Gerais — perderem contato com a jovem. A universitária estava com braços e pernas amarrados, o rosto coberto e apresentava sinais de violência sexual, conforme apurado pela investigação.

A vítima cursava Direito e deixa uma filha de 10 anos, que vive com o pai em Minas Gerais. Uma irmã de Valéria esteve em Tangará da Serra para realizar os procedimentos de reconhecimento e providenciar o translado do corpo para o estado de origem da família.

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