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Tráfico resulta em média de 3 prisões a cada 7 dias e mega-apreensão de drogas em Tangará

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Ofensiva policial rendeu apreensão de grande volume de drogas, com prejuízo milionário aos traficantes.

As ações integradas das polícias Civil e Militar em Tangará da Serra resultaram em pelo menos sete prisões por tráfico de drogas nos primeiros 21 dias de janeiro. O balanço aponta uma média de três detenções a cada semana, consolidando um início de ano de combate intenso ao crime organizado na região.

Mega-apreensão

O caso de maior impacto ocorreu no último dia 15, no Distrito de Progresso. Em uma operação conjunta entre a Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos e o Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Tangará da Serra, foram apreendidos 144 quilos de drogas (foto na sequência).

O entorpecente estava sendo transferido de um caminhão para uma caminhonete Fiat Strada no momento da abordagem. A ação gerou um prejuízo estimado em R$ 1,5 milhão ao tráfico. Quatro homens foram presos em flagrante: os motoristas dos dois veículos, o proprietário de um lava-jato e um indivíduo responsável pelo apoio logístico.

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Droga e drone

No dia 19, a Polícia Judiciária Civil (PJC) prendeu T.J.S., suspeito reincidente no tráfico. Na residência do alvo, os agentes localizaram diversas porções de cocaína, maconha e pasta base, além de balança de precisão e materiais para embalagem (foto acima). O que chamou a atenção dos policiais foi a apreensão de um drone, supostamente utilizado para monitorar a aproximação policial ou auxiliar na logística das atividades ilícitas.

Cartório Central e “Da Lua”

Nesta terça-feira (21), o cumprimento de um mandado de prisão preventiva em Tangará da Serra retirou de circulação T.B.C., conhecido como “Da Lua”. A captura integra a Operação Cartório Central, coordenada pela Delegacia Regional de Primavera do Leste para desarticular facções criminosas. Ao todo, a operação mobilizou 471 ordens judiciais em todo o estado, incluindo 225 prisões e o bloqueio de contas bancárias de lideranças criminosas.

Supermaconha

O histórico de prisões deste mês também inclui a captura de um homem de 28 anos, com cinco passagens criminais, durante a Operação Tolerância Zero da Polícia Militar. Com ele, foram encontrados 23 papelotes de Skank (foto acima), substância conhecida como “supermaconha” devido ao alto teor de THC, resultado de cultivos com técnicas laboratoriais que potencializam os efeitos psicoativos da droga.

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Preso pela PJC, suspeito de matar estudante universitária agiu por vingança

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O suspeito de assassinar a estudante universitária Valéria Correia Araújo, de 28 anos, foi identificado e preso pela Polícia Judiciária Civil na tarde desta sexta-feira, em Tangará da Serra. O homem, de 20 anos, foi localizado no Residencial Dona Júlia durante ação conjunta das delegacias Regional, Especializada de Defesa da Mulher, de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e de Roubos e Furtos (DERF), coordenada pelo delegado Gustavo Espíndula de Souza.

Valéria tinha 28 anos e estudava Direito.

Em entrevista coletiva, o delegado informou que o suspeito confessou o crime e afirmou ter agido por vingança após um desentendimento ocorrido dias antes. Segundo a investigação, ele e Valéria haviam se relacionado algumas vezes e, no último encontro, houve uma discussão, ocasião em que a jovem o expulsou da residência.

Conforme o relato do investigado, ele decidiu retornar ao imóvel na manhã da última quarta-feira (06), quando invadiu a quitinete da vítima e a matou com cerca de 30 golpes de faca, a maioria na região do pescoço.

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O autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro. Ele tem antecedentes por roubo e chegou a ser detido para internação quando adolescente.

Autor do crime responderá por feminicídio, roubo e estupro.

Valéria foi encontrada morta por um amigo da família, acionado após parentes — residentes em Minas Gerais — perderem contato com a jovem. A universitária estava com braços e pernas amarrados, o rosto coberto e apresentava sinais de violência sexual, conforme apurado pela investigação.

A vítima cursava Direito e deixa uma filha de 10 anos, que vive com o pai em Minas Gerais. Uma irmã de Valéria esteve em Tangará da Serra para realizar os procedimentos de reconhecimento e providenciar o translado do corpo para o estado de origem da família.

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