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Economia

Jucemat: Serviços e comércio concentram 92% das empresas ativas em Mato Grosso

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A 2ª edição do relatório “Visão Empresarial” apresenta o Mapa de Empresas com dados detalhados sobre o empreendedorismo no Estado.

Os setores de serviços e comércio predominam no ambiente de negócios de Mato Grosso, respondendo, juntos, por 92% das empresas em operação no Estado. Os dados constam na 2ª edição do relatório “Jucemat Visão Empresarial – 2º Quadrimestre de 2025”, elaborado pela Junta Comercial do Estado (Jucemat, foto da sede na sequência) em parceria com o Sebrae.

Atualmente, Mato Grosso registra 318.955 empresas ativas. O setor de serviços lidera o ranking com 57,43% de participação, seguido pelo comércio com 34,55%. Já o setor industrial representa 8% do universo empresarial mato-grossense.

O levantamento também detalha o cenário dos Microempreendedores Individuais. Mato Grosso conta com 293.499 MEIs ativos, com uma distribuição setorial semelhante à das empresas em geral: 64,6% atuam em serviços, 26,2% no comércio e 9,2% na indústria. Somente na capital, Cuiabá, o número de MEIs ativos chega a 60.415.

As estatísticas foram extraídas via Business Intelligence (BI) do Cadastro Estadual de Empresas. Segundo o presidente da Jucemat, Manoel Lourenço, a ferramenta visa oferecer transparência e embasar decisões estratégicas.

“A Jucemat reforça o compromisso de fomentar o ambiente de negócios e contribuir para políticas públicas mais eficazes. Nosso intuito é que este relatório sirva de base para decisões assertivas, fortalecendo o empreendedorismo e a economia mato-grossense”, afirma Lourenço.

Força macrossetorial

A força dos setores de serviços e comércio está ligada à dinâmica urbana e à expansão das cadeias produtivas regionais, abrangendo desde transporte e saúde até apoio técnico e varejo. No ranking municipal, Cuiabá mantém a liderança em número de empresas, seguida por Várzea Grande, Sinop, Rondonópolis e Sorriso, cidades que consolidam a força dessas atividades econômicas no Estado.

Em Tangará da Serra (foto do topo), outro importante município do estado, o macrossetor de Comércio e Serviços responde por um valor adicionado bruto a preços correntes de R$ 2.044 bilhões. O montante representa 36,5% do PIB local, superando o setor da agropecuária (R$ 1,448 bilhão, ou 25,8% de participação).

O documento completo pode ser acessado em: https://www.jucemat.mt.gov.br/mapa-de-empresas

(Assesssoria Jucemat)

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Economia

FPM: Tangará da Serra pode perder cerca de R$ 2,3 milhões com nova tributação do IR

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Tangará da Serra pode deixar de receber cerca de R$ 2,3 milhões por ano em repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) caso não haja compensação pelas mudanças na tributação do Imposto de Renda. O valor coloca o município entre os mais impactados em Mato Grosso.

No cenário nacional, as prefeituras dividiram cerca de R$ 6,4 bilhões no primeiro decêndio de abril, com alta de 13% em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar disso, há incerteza quanto aos próximos repasses.

Levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) indica que as perdas podem chegar a R$ 9,5 bilhões por ano, sendo aproximadamente R$ 4,5 bilhões diretamente no FPM.

Em Mato Grosso, cidades como Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop e Sorriso devem concentrar perdas mais elevadas em valores absolutos. Já municípios como Tangará da Serra, Campo Novo do Parecis, Nova Olímpia, Barra do Bugres e Sapezal tendem a sentir impacto proporcional relevante.

Também entram no radar municípios como Primavera do Leste, Lucas do Rio Verde, Cáceres e Barra do Garças, com risco de redução na capacidade de investimento e manutenção de serviços.

Especialistas apontam que a queda pode afetar áreas como saúde, educação e infraestrutura, além de provocar contingenciamentos.

O governo federal informou que pretende compensar parte das perdas com a taxação de lucros e dividendos, mas não há garantia de recomposição integral.

(Fonte: Brasil 61, com dados da Confederação Nacional de Municípios – CNM – e Tesouro Nacional)

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