TANGARÁ DA SERRA
Pesquisar
Close this search box.

Cidades & Geral

Projeto Recicla Verdinho rende retorno financeiro a feirantes de Tangará da Serra

Publicado em

A Associação dos Feirantes de Tangará da Serra (ASFET), entidade mantenedora da Feira do Produtor do Centro, receberá do banco Sicredi o repasse de recursos financeiros resultantes do projeto Recicla Verdinho, que tem como objetivo promover a conscientização ambiental e incentivar a prática da reciclagem.

O valor do repasse ainda será confirmado pelo banco Sicredi. O numerário será destinado aos feirantes que participam do projeto, que tem a participação da Prefeitura Municipal de Tangará da Serra, através das secretarias de Educação e de Agricultura e do Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres (GPPM). SICREDI, COPERTAN, SEBRAE e Associação dos Feirantes de Tangará da Serra – ASFET apoiam a iniciativa.

Projeto foi lançado na Feira do produtor em 2022.

Segundo o presidente da ASFET e gestor da Feira do Produtor do Centro, Valdeci Ferraz Aquino, a dinâmica é bastante simples. “Os alunos da Escola Municipal Fausto Eugênio Masson, que é parceira no projeto, estão autorizados a trocar 10 embalagens de produtos recicláveis por um verdinho (equivale a R$1,00). Essa ‘moeda’ só poderá ser trocada na Feira do Produtor de Centro, nas bancas que participam das atividades”.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

Valdeci informa, ainda, que o material recolhido é destinado à Coopertan para reciclagem, reduzindo assim a quantidade de materiais que iriam para o aterro sanitário.

Numa segunda etapa, os “verdinhos” são trocados em dinheiro na instituição financeira parceira, no caso, o SICREDI. Os recursos auferidos serão destinados aos feirantes, conforme os cupons apresentados.

Entre os objetivos do projeto está a integração da sociedade tangaraense, a educação ambiental, o fomento da economia através da educação alimentar e financeira dos alunos participantes. O projeto visa também desenvolver a economia local em especial a agricultura familiar, ao mesmo tempo em que apoia a coleta seletiva de lixo.

O recicla verdinho é um projeto educacional, social e ambiental. Os alunos participantes recebem palestras sobre educação financeira, alimentação saudável, separação adequada do material reciclável, realizam também visitas no aterro sanitário, na cooperativa dos catadores, em propriedades rurais que possuem hortas, piscicultura e ordenha de bovinos leiteiros.

#projeto verdinho; #reciclagem; #educação ambiental

Comentários Facebook
Advertisement

Cidades & Geral

Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

Published

on

Uma equipe técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) percorre nesta semana a região de Porto Estrela e Barra do Bugres, no oeste-sudoeste de Mato Grosso, para uma agenda de fiscalização relacionada a sítios arqueológicos existentes na área.

O foco da atividade envolve territórios tradicionalmente ocupados por comunidades quilombolas. Entre os locais de interesse está o sítio arqueológico Laje de Pedras, situado em área tradicionalmente ocupada por comunidades quilombolas da região.

A atividade ocorre no contexto da Portaria nº 79/2026, publicada em agosto no Diário Oficial da União, que autoriza ou renova projetos de pesquisa arqueológica em diferentes estados, entre eles Mato Grosso.

(*) Veja a Portaria 79/2026: PORTARIA 79 2026 – IPHAN

Nos trabalhos de campo, os técnicos verificarão grau de preservação do sítio arqueológico e para coleta de informações e efetivação do registro desse bem no banco de dados da instituto (SICG/IPHAN).

Território quilombola sofre com problemas ambientais, pressão de posseiros e pesca predatória.

A presença da equipe ocorre em uma região que reúne comunidades tradicionais e áreas de interesse histórico e arqueológico que remontam ao período pré-colonial. As comunidades quilombolas também enfrentam outros problemas, entre eles queimadas, dificuldades relacionadas à produção agrícola e questões de saúde. A região registra ainda ocorrências de pesca predatória, como a registrada no rio Jauquara em julho, além de conflitos internos e relatos de pressão de posseiros sobre territórios tradicionalmente ocupados.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

A fiscalização do patrimônio arqueológico integra as atribuições do Iphan, que acompanha pesquisas autorizadas e adota medidas destinadas à proteção dos sítios arqueológicos. A legislação brasileira estabelece proteção específica para esses bens, independentemente de eventual processo de reconhecimento ou tombamento.

A expectativa é que, após o retorno da equipe de campo, o Iphan realize uma reunião por meio virtual com representantes das comunidades para apresentar os resultados da fiscalização e esclarecer dúvidas sobre os procedimentos relacionados às pesquisas arqueológicas e à proteção do patrimônio existente na região.

(*) Abaixo, vídeo de pesca predatória na localidade.

Comentários Facebook
Continue Reading

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana