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Um fruto nativo da América com uso múltiplo na culinária é destaque na Feira do Centro

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Uma das preferências do consumidor na Feira do Centro são as frutas. Elas estão entre os itens mais comercializados durante o ano inteiro e uma delas, em especial, se destaca pela qualidade, visual notável e versatilidade na culinária.

Oferecido fartamente no setor de hortifruti do mercado público de Tangará da Serra, o maracujá é alternativa de renda na agricultura familiar a partir de um manejo especializado para manter o bom padrão.

O fruto é natural da América e pode ser encontrado, nativo, em matas desde o Rio Grande do Sul até o norte do Brasil. Também é comum em toda a América Central e na Flórida, já nos Estados Unidos.

Além de saborosa, a fruta rende inúmeros benefícios à saúde humana, sendo importante para fortalecer o sistema imunológico, controlar a glicose no sangue e, também, no combate ao estresse e à ansiedade.

De acordo com o presidente da Associação dos Feirantes (Asfet), Valdeci Ferraz Aquino, o maracujá ofertado na Feira se destaca pela qualidade e preço atrativo. “A qualidade do maracujá oferecido pelos nossos feirantes sempre chama atenção do consumidor e isso ajuda a manter uma grande movimentação na Feira do Centro às quartas e aos domingos”, observa.

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Maracujá na culinária

O maracujá pode ser consumido ao natural ou na forma de sucos. Mas o fruto incrementa a culinária brasileira como um ingrediente de classe. O maracujá rende sorvetes, musses, bolos, tortas e vários tipos de doces.

Mas também é utilizado com sucesso e requinte em pratos salgados à base de peixes e carnes vermelhas e de frango.

Para ver 48 receitas com maracujá, acesse o seguinte link a seguir clicando nos trechos sublinhados em vermelho:

https://www.receiteria.com.br/receitas-com-maracuja/

Atendimento

Neste domingo, mais um a vez a Feira estará de portas abertas a partir das 05h00, até o meio-dia. Além do maracujá e outras frutas, os consumidores terão à sua disposição uma grande variedade de hortaliças, carnes e embutidos, leite natural e seus derivados, produtos coloniais, doces, temperos, além da tradicional praça de alimentação.

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Após intensa programação, Nova Olímpia encerra festividades dos 40 anos

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Com data comemorada oficialmente em 13 de maio, Nova Olímpia encerrou ontem (terça-feira, 12) a programação comemorativa pelos 40 anos de emancipação político-administrativa com uma grande celebração popular marcada por eventos cívicos, manifestações culturais e shows nacionais que movimentaram o município desde os primeiros dias do mês. A cidade reuniu milhares de pessoas no Centro de Eventos Luiz Cavalcante Lins nas festividades das chamadas Bodas de Esmeralda.

A programação foi intensificada no último dia 8 de maio com noite gospel, reunindo apresentações da cantora Maria Marçal, Banda Os Bençãos e grupos regionais. No sábado (09), o público acompanhou shows de DJ Roni, Adriana Cavalcante, Lambasaia e Banda Sintonia. Já no domingo (10), as atrações ficaram por conta de Esquema 4, Som de Faculdade e Banda Stillus.

Na segunda-feira (11), a programação sertaneja levou ao palco Dayane Boldini, Pegada Quente, Mateuzinho Sucessinho, além da dupla nacional Cleber & Cauan. O encerramento, na noite desta terça-feira (12), teve caráter religioso e reuniu grande público para o show nacional do Padre Fábio de Melo e apresentação da Banda Gaudium.

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Além dos shows, a programação alusiva aos 40 anos contou com desfile cívico, passeio ciclístico, atividades esportivas, celebrações religiosas e homenagens à trajetória do município. A festividade mobilizou moradores e visitantes da região, reforçando o sentimento de pertencimento e valorização da história local.

Polo sucroenergético

Reconhecida como importante polo sucroenergéticos da região Centro-Oeste do Brasil, Nova Olímpia marca, em seus 40 anos de emancipação, uma trajetória construída pelo trabalho de seu povo e marcada pela força da cana-de-açúcar, atividade que transformou o município em uma referência estadual e lhe rendeu o reconhecimento de “Capital da Cana” em Mato Grosso.

As origens da cidade remontam à década de 1950, quando o colonizador Belizário de Almeida, conhecido como “Tio Bili”, abriu caminhos na região e atraiu famílias vindas principalmente da cidade paulista de Olímpia, origem que inspirou o nome do município.

Os primeiros moradores enfrentaram dificuldades severas, com acesso precário, longas viagens e ausência de infraestrutura. Ainda assim, a pequena vila cresceu, tornou-se distrito de Barra do Bugres e conquistou a emancipação político-administrativa em 13 de maio de 1986.

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Ao longo das décadas, Nova Olímpia consolidou sua vocação agrícola. Inicialmente sustentada pela pecuária e pelas lavouras tradicionais, a economia encontrou na cana-de-açúcar seu principal motor de desenvolvimento. A implantação da então Usinas Itamarati marcou uma transformação econômica e social, impulsionando empregos, renda e crescimento urbano.

Hoje, o município, sob comando do prefeito Ari Cândido Batista, é referência estadual no setor sucroenergético, mantendo forte presença na produção de açúcar, etanol e bioenergia. Mas os 40 anos de Nova Olímpia também representam a história de famílias, pioneiros e trabalhadores que ajudaram a construir uma cidade que preserva suas raízes enquanto projeta o futuro com desenvolvimento e identidade própria em Mato Grosso.

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