TANGARÁ DA SERRA
Pesquisar
Close this search box.

Empresas & Produtos

TratorTecMaq oferece variedade IMDEPA em peças agrícolas, automotivas e industriais

Publicado em

Peças de reposição são itens que não podem ser negligenciados. Quando uma máquina apresenta falhas, sua paralisação pode comprometer toda uma linha completa de produção, gerando prejuízos importantes e atraso na entrega de produtos e serviços. Estas falhas depõem contra a credibilidade de quem está no mercado.

TratorTecMaq: Parceria de 16 anos com IMDEPA e credibilidade no mercado.

É por isso que a TratorTecMaq tem nas peças de reposição um dos seus pontos fortes, especialmente no atendimento demandas do agronegócio. Nesse contexto, a parceria com a IMDEPA – empresa com uma tradição de 63 anos no mercado – tem feito a diferença junto aos clientes nas linhas de rolamentos, correias e correntes, esteiras, mangueiras/terminais, porcas e arruelas, buchas, mancais, anéis, retentores e até mesmo graxas e lubrificantes. Veja catálogo, ao final do texto.

Em recente visita à TratorTecMaq, o Gerente de Contas da IMDEPA, Edinaldo José Estevam Silvestre (na foto do topo, com o empresário Alfredo Acácio Nuernberg, da TratorTecMaq) destacou a importância da parceria entre as duas empresas. “Temos esta parceria consolidada há 16 anos, com a tradição IMDEPA em combinação com a credibilidade da TratorTecMaq, suprindo a demanda regional com qualidade e excelência”, disse.

IMDEPA

Sede da IMDEPA, em Porto Alegre-RS.

Fundada em Caxias do Sul – RS, em junho de 1960, a IMDEPA é uma empresa líder em solução e distribuição de peças, com mais de 63 anos de experiência em compreender e atender às necessidades dos clientes.

A IMDEPA é referência no mercado de peças e equipamentos em geral, atendendo os segmentos agrícola, industrial e automotivo, com destaques para as marcas GTOP-GBR, SKF, Eaton, Multibelt, NGL, NTN, Peer, Sabó, Schaeffler e Tinken, líderes mundiais de fabricação de cada segmento do mercado.

Comentários Facebook
Advertisement

Empresas & Produtos

Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

Published

on

Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

Comentários Facebook
Continue Reading

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana