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Meio Ambiente & Preservação

Trabalhos de recuperação e conservação do Queima Pé foram tema de reunião com produtores

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O Instituto Pantanal Amazônia de Conservação (IPAC) promoveu na noite de ontem (sexta, 26), no Sindicato Rural de Tangará da Serra, reunião com diversos produtores para tratar de assuntos relacionados ao Diagnóstico da Parte Alta da Bacia do Rio Queima-Pé.

O encontro ocorreu no auditório do Núcleo Avançado de Capacitação (NAC) do Senar-MT, no Parque de Exposição, e contou com a participação do presidente do Sindicato Rural de Tangará da Serra, Romeu Chiochetta.

O engenheiro agrônomo e consultor ambiental Décio Elói Siebert, do IPAC, conduz os trabalhos.

A reunião, na prática, foi uma oficina para levantar informações sobre as necessidades e peculiaridades dos produtores da região no entorno da nascente do rio Queima-Pé para adequação das ações relacionadas ao programa Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e, também, visando a interação dos produtores daquela localidade com os trabalhos de recuperação do manancial.

O engenheiro agrônomo e consultor ambiental Décio Elói Siebert, do IPAC, apresentou dados sobre o uso dos recursos hídricos na região e, também, sobre as obras que vem sendo realizadas visando a preservação das nascentes, como as curvas de nível, as bacias de contenção, adequação de estradas e instalação de drenos verticais em propriedades rurais, para infiltração das águas das chuvas.

Estas informações foram a base para a interação com os produtores da localidade e, após analisadas, indicarão a forma de inclusão das propriedades rurais do entorno da nascente nos programas de preservação e conservação.

Com as informações compiladas, o IPAC agendará uma nova reunião para definir, conjuntamente com os produtores, as linhas de ação para a continuidade dos trabalhos desenvolvidos na bacia do Queima-Pé.

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Meio Ambiente & Preservação

Queima Pé: Seguem ações de revitalização; APPs serão cercadas com recursos da ANA

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A área de cabeceiras do rio Queima Pé, em Tangará da Serra, recebeu novos trabalhos ontem (terça, 23), dentro do programa de revitalização do manancial. Os trabalhos, coordenados pelo Instituto Pantanal Amazônia de Conservação (IPAC), consistiram no plantio de mudas de espécies nativas, desobstrução do curso d’água e adequações de estradas.

Ação ambiental-educativa: Alunos de escolas municipais colaboraram no plantio de mudas.

O plantio de espécies nativas envolveu alunos do ensino fundamental das escolas municipais José Nodari e Décio Burali, pela manhã e à tarde, esgotando o estoque de 1.500 mudas fornecidas pela usina de álcool e açúcar uisa Bioenergia, que começaram a ser implantadas semana passada. Com isso, além do aspecto ambiental, o trabalho agregou valor educativo.

Quanto aos trabalhos de desobstrução do leito do rio, foram necessários para regularizar o curso das águas que vertem da nascente em direção ao seu leito original. Já as adequações de estradas consistem, em lombadas e valas de escoamento de águas pluviais para caixas de captação para evitar enxurradas e erosões.

Caíque, do IPAC, explica trabalhos de desobsrução do leito do rio.

As ações foram coordenadas pelos agrônomos Décio Siebert e Caíque Benedetti; pelo estagiário da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA-MT), Vinícius Baggio; pelos representantes da empresa Bioma Solução Ambiental, Alevino Cândido de Lima e José Neto, e pela voluntária Letícia Zílio.

Cercamento de APPs

Outro trabalho de relevância que será realizado no rio Queima Pé envolverá todo o curso do da parte alta na microbacia (5.417 hectares), que compreende a área de influência direta sobre a Estação de Captação, Tratamento e Distribuição de Água (ETA).

Trabalhos de controle de enxurradas e erosões em estradas integram os trabalhos.

Estas ações, coordenadas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMEA), envolverão recursos na ordem e R$ 768.776,60 mil, sendo R$ 632.082,72 oriundos da Agência Nacional de Águas (ANA) e R$ 136.693,88 mil a título de contrapartida do município.

Segundo o titular da SEMMEA, secretário Magno César Ferreira, os recursos serão destinados ao cercamento de áreas de preservação ambiental (APPs) ao longo do curso do rio e, também, a trabalhos de recuperação e conservação ambiental (PRAD – Programa de Recuperação de Áreas Degradadas), através de empresa contratada via certame licitatório.

Os recursos já estavam na conta do município e estavam parados por questões burocráticas relacionadas a acordos com os proprietários das áreas onde as ações serão implementadas. Com a assinatura da ordem de serviço pelo prefeito Vander Masson, na manhã de ontem, os trabalhos poderão ser, enfim, realizados.

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