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TCU avalia programa Bolsa Família e enviará questionários ao Estado e municípios

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O Tribunal de Contas da União (TCU) inicia nesta quarta-feira (30) a distribuição de 15 mil questionários para avaliar a gestão das condicionalidades do Bolsa Família nas secretarias de Saúde, Educação e Assistência Social de todo o Brasil. O objetivo é garantir a eficiência, eficácia e economicidade do programa, que exige que os beneficiários cumpram regras como vacinação, acompanhamento nutricional e frequência escolar.

No entanto, o programa tem gerado efeitos colaterais negativos, como o aumento da informalidade no mercado de trabalho. Muitos brasileiros, amparados pelo assistencialismo, preferem trabalhar sem formalização ou permanecem fora do mercado, exacerbando a escassez de mão de obra qualificada, especialmente em setores críticos como logística, comércio, serviços, construção e tecnologia.

A falta de qualificação profissional é um reflexo direto da política pública de transferência de renda, que não investe adequadamente em educação e formação técnica. Isso resulta em uma escassez generalizada de trabalhadores qualificados, com Mato Grosso, por exemplo, apresentando uma taxa de desemprego de apenas 2,6%, mas uma carência de profissionais para áreas essenciais.

Sem uma reorientação nas políticas públicas, que deveria priorizar a capacitação, o Brasil continuará perdendo competitividade, com estados como Mato Grosso vivendo um paradoxo: crescimento econômico sem a mão de obra necessária para sustentar o desenvolvimento. O assistencialismo, sem um enfoque em educação e qualificação, transforma o “alívio” de hoje em uma crise econômica para o futuro.

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Obra na Feira exige colaboração de motoristas para garantir segurança de pedestres

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Estacionamento em locais sinalizados compromete circulação de pessoas junto ao canteiro; Município e Associação dos Feirantes pedem bom senso durante execução da reforma.

As obras de reforma e modernização da Feira do Produtor do Centro avançam dentro do cronograma, mas um problema registrado nos primeiros dias de execução tem preocupado a equipe técnica responsável pelo empreendimento: o desrespeito à sinalização de trânsito instalada no entorno do canteiro de obras.

Segundo a engenheira da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Inovação (Seplan), Letícia Basílio, alguns motoristas continuam estacionando em locais onde há placas proibindo a parada de veículos, especialmente nas áreas reservadas para garantir a circulação segura de pedestres ao longo do tapume da obra.

“Apesar da sinalização implantada, alguns veículos continuam estacionando junto ao canteiro, situação que se intensifica nos dias de funcionamento da feira. Como consequência, os pedestres ficam sem espaço adequado para circulação e acabam utilizando a pista de rolamento, dividindo espaço com os veículos e se expondo a riscos desnecessários”, explica.

De acordo com a engenheira, a restrição de estacionamento não foi adotada para dificultar o acesso à Feira do Produtor, mas para preservar a segurança de trabalhadores, feirantes, consumidores e demais pessoas que circulam diariamente pelo local durante o período das obras.

Veículos, motos e bicicletas estacionados junto aos tapumes representam riscos aos pedestres que circulam pelo local.

“A colaboração dos motoristas é fundamental. O respeito à sinalização garante mais segurança para todos e contribui para o bom andamento dos serviços”, ressalta Letícia.

O presidente da Feira do Produtor, Valdeci Ferraz Aquino, também faz um apelo à compreensão da comunidade. Segundo ele, os transtornos momentâneos são naturais em uma obra dessa dimensão e serão compensados pelos benefícios que a modernização proporcionará.

“Estamos satisfeitos em ver esse sonho tomando forma aqui na nossa Feira. Essa é uma conquista coletiva, dos feirantes, dos consumidores e do próprio município. Mas precisamos da colaboração de todos para que a obra transcorra da melhor maneira possível, sem riscos e sem entraves”, afirma.

A reforma da Feira do Produtor representa um investimento importante na valorização da agricultura familiar e na modernização de um dos principais espaços públicos de comercialização de Tangará da Serra. Quando concluída, a nova estrutura oferecerá mais conforto, acessibilidade, segurança e melhores condições de trabalho aos feirantes, além de proporcionar um ambiente mais funcional e acolhedor para a população.

“Por isso, neste período de obras, a principal contribuição que a comunidade pode oferecer é simples: respeitar a sinalização, utilizar apenas os locais permitidos para estacionamento e compreender que pequenos ajustes na rotina são necessários para que um benefício permanente seja entregue à cidade”, acrescenta Valdeci Ferraz Aquino. Ele finaliza afirmando que “em uma obra que trará ganhos para toda a coletividade, o bom senso e a colaboração também fazem parte da construção”.

(Assessoria Especial)

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