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Agronegócio & Produção

Tangará da Serra reúne público de vários estados no 7º Simpósio Brasileiro do Abacaxizeiro

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Começou nesta terça-feira (21), em Tangará da Serra, a 7ª edição do Simpósio Brasileiro do Abacaxizeiro. É a primeira vez que o Simpósio, que conta com público de vários estados, acontece em Mato Grosso.

O objetivo do evento é discutir novas tecnologias e práticas para a cultura do abacaxizeiro. O evento é promovido pelo MT Horticultura, programa de extensão da Unemat, Universidade de Mato Grosso, em parceria com o Governo do Estado e a Secretaria da Agricultura Pecuária e Abastecimento de Tangará da Serra.

A programação do simpósio inclui palestras, mesas-redondas e apresentações de pesquisas recentes.

Mato Grosso produz abacaxi em 17 municípios, segundo o Censo Agropecuário divulgado em 2022 pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sendo que Tangará da Serra é o maior produtor do Estado.

Outra meta do encontro é apoiar os produtores no aumento da produção, com melhor rendimento e frutos de qualidade.

Inclusive, durante o evento, serão lançadas duas novas cultivares de abacaxi, desenvolvidas pelos pesquisadores da Unemat, campus Tangará da Serra, denominadas Unemat Esmeralda e Unemat Rubi, resistentes a doenças que atacam a cultura.

Leia mais:  Soja começa a ser plantada em Mato Grosso, mas chuva define ritmo da safra

O Simpósio Brasileiro do Abacaxizeiro segue até quinta-feira, 23 de maio.

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Agronegócio & Produção

Soja começa a ser plantada em Mato Grosso, mas chuva define ritmo da safra

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Produtores antecipam o cultivo para abrir espaço ao milho safrinha, enquanto pecuaristas aguardam possível retomada das compras chinesas de carne bovina.

Os primeiros produtores de Mato Grosso começaram a plantar a soja da safra 2026/27 nesta semana, após a autorização oficial para o início dos trabalhos. O movimento ainda é pontual e se concentra principalmente nas regiões de Sorriso, Lucas do Rio Verde e municípios próximos, no médio-norte do Estado.

O assunto é tema da edição desta sexta-feira (11.09) da coluna Circuito Rural, do jornalista Olmir Cividini, de Tangará da Serra.

Cividini destaca que, apesar da abertura do calendário, o ritmo do plantio continua condicionado às condições climáticas. Para garantir a germinação, é necessário que o solo tenha umidade suficiente. A irregularidade das chuvas, associada à influência do fenômeno El Niño, exige atenção redobrada dos agricultores. O plantio fora do momento adequado pode provocar replantio, perda de produtividade e aumento dos custos.

Ainda não há levantamento oficial sobre a área plantada nesta primeira semana. A . A percepção, no entanto, é de que os trabalhos ainda estejam em estágio inicial.

Previsão é de que sejam cultivados cerca de 13 milhões de hectares de soja.

Em algumas áreas do eixo da BR-163, a antecipação do plantio está relacionada não apenas à soja, mas também ao planejamento da segunda safra. Produtores tem escolhido cultivares de ciclo mais curto para antecipar a colheita e ampliar a janela de plantio do milho no próximo ano.

Leia mais:  Soja começa a ser plantada em Mato Grosso, mas chuva define ritmo da safra

A estratégia ganhou força com a expansão da indústria de etanol de milho no Estado. De acordo com projeções do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o consumo do cereal pelas usinas deve crescer aproximadamente 16% na safra que começa agora. Com isso, o milho passa a ocupar espaço cada vez mais importante na definição da rentabilidade das propriedades.

Na pecuária, o cenário ainda é de cautela. As exportações de carne bovina de Mato Grosso caíram quase 12% em agosto, influenciadas pelo encerramento da cota de importação da China. No início de setembro, a suspensão dos embarques para a União Europeia acrescentou uma nova preocupação ao setor.

Apesar disso, o mercado futuro do boi gordo reagiu positivamente nesta semana. A alta foi atribuída à expectativa, ainda não confirmada, de que a China possa antecipar a retomada de uma nova cota de importação. Os rumores foram suficientes para melhorar o humor do mercado.

Outro fator considerado favorável é a ausência de sobretaxa adicional dos Estados Unidos sobre a carne bovina brasileira. Assim, entre os desafios impostos pelo clima e as incertezas do comércio internacional, produtores de grãos e pecuaristas encerram a semana com perspectivas moderadamente mais positivas.

Leia mais:  Soja começa a ser plantada em Mato Grosso, mas chuva define ritmo da safra

Ouça o Circuito Rural na íntegra

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