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Agronegócio & Produção

Tangará da Serra reúne público de vários estados no 7º Simpósio Brasileiro do Abacaxizeiro

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Começou nesta terça-feira (21), em Tangará da Serra, a 7ª edição do Simpósio Brasileiro do Abacaxizeiro. É a primeira vez que o Simpósio, que conta com público de vários estados, acontece em Mato Grosso.

O objetivo do evento é discutir novas tecnologias e práticas para a cultura do abacaxizeiro. O evento é promovido pelo MT Horticultura, programa de extensão da Unemat, Universidade de Mato Grosso, em parceria com o Governo do Estado e a Secretaria da Agricultura Pecuária e Abastecimento de Tangará da Serra.

A programação do simpósio inclui palestras, mesas-redondas e apresentações de pesquisas recentes.

Mato Grosso produz abacaxi em 17 municípios, segundo o Censo Agropecuário divulgado em 2022 pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sendo que Tangará da Serra é o maior produtor do Estado.

Outra meta do encontro é apoiar os produtores no aumento da produção, com melhor rendimento e frutos de qualidade.

Inclusive, durante o evento, serão lançadas duas novas cultivares de abacaxi, desenvolvidas pelos pesquisadores da Unemat, campus Tangará da Serra, denominadas Unemat Esmeralda e Unemat Rubi, resistentes a doenças que atacam a cultura.

O Simpósio Brasileiro do Abacaxizeiro segue até quinta-feira, 23 de maio.

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Agronegócio & Produção

Frota encolhe e frete de grãos sobe em MT; custos em alta afetam competividade do agro

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Boletim recente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) aponta alta nos fretes rodoviários de grãos em diversas rotas de Mato Grosso. O movimento ocorre mesmo com oferta equilibrada de cargas, indicando que a principal causa foi a diminuição na disponibilidade de caminhões.

Segundo o levantamento semanal, parte da frota deixou o estado em busca de melhores oportunidades em outras regiões do país. Com menos veículos disponíveis, as transportadoras que permaneceram ampliaram seu poder de negociação, resultando na elevação dos preços.

Entre as principais rotas monitoradas, destacam-se os trajetos de Diamantino a Rondonópolis, com média de R$ 155,00 por tonelada (+3,20%), e de Querência a Uberlândia, com média de R$ 333,70 por tonelada (+3,28%). Os dados indicam valorização do frete em um período relevante para o escoamento da produção.

De acordo com Rodrigo Silva, o cenário contraria a expectativa para o período. “Seria esperado um recuo nos preços, com o equilíbrio entre oferta e demanda após a colheita da soja 2025/26. No entanto, os valores seguem acima dos registrados no mesmo período do ano passado, influenciados principalmente pelos custos com diesel”, afirmou.

O frete representa parcela significativa dos custos da produção agropecuária em Mato Grosso, estado fortemente dependente do transporte rodoviário. Com a alta, o impacto é direto nas margens do produtor rural.

Além disso, o encarecimento logístico afeta a competitividade do estado frente a outras regiões com melhor infraestrutura ou mais próximas dos portos.

“A eficiência no escoamento da produção é determinante para a sustentabilidade econômica das propriedades e para a competitividade do estado”, destacou Silva.

(Com informações de Notícias Agrícolas)

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