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Tangará da Serra: Comércio reabre sem aglomerações; Muitos dispensam máscara

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Os lojistas de Tangará da Serra reabriram seus estabelecimentos nesta terça-feira (14), retomando suas atividades em expediente de seis horas (das 12hs às 18hs). As ruas centrais da cidade receberam um público bem maior que nos últimos dias, porém sem aglomerações.

O Enfoque Business buscou informações junto à ACITS e ao CDL, mas ainda não há qualquer avaliação neste primeiro dia de vigor do decreto.

Consumidores voltaram às ruas com a reabertura.

A reabertura do comércio está prevista no Decreto 157/2020, datado de ontem (13/04), que regula a flexibilização com medidas preventivas e cumprimento compulsório de regras sanitárias, higienização, uso de máscaras e controle de fluxo dos consumidores nos estabelecimentos.

(*) Veja decreto na íntegra no link a seguir: https://www.tangaradaserra.mt.gov.br/fotos_downloads/38117.pdf

Máscara dispensada

O uso de máscaras será obrigatório em qualquer local, como já vigora desde ontem (segunda, 13) em todo o estado, por determinação do governo estadual.

O que se percebeu, contudo, foi um grande número de pessoas dispensando o uso de máscaras na circulação pela cidade, ignorando orientação do artigo 28-C do decreto 157. O uso de máscaras é recomendado como forma de evitar a transmissão comunitária da COVID-19.

Leia mais:  Via de mão dupla: infraestrutura e mercado imobiliário redesenham Tangará da Serra

Abaixo, imagens do centro comercial da cidade na tarde desta terça-feira.

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Via de mão dupla: infraestrutura e mercado imobiliário redesenham Tangará da Serra

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Obras de mobilidade urbana e novos empreendimentos privados impulsionam um ciclo de desenvolvimento que amplia a cidade, fortalece a economia e cria novos vetores de expansão.

Tangará da Serra vive uma nova fase de expansão urbana. Novas avenidas, duplicações viárias, ligações entre bairros e investimentos em mobilidade vêm sendo acompanhados por uma expansão consistente do mercado imobiliário, formando um ciclo em que investimentos públicos e privados se retroalimentam e impulsionam o desenvolvimento da cidade.

De um lado, a infraestrutura amplia o potencial de novas áreas urbanas. De outro, os empreendimentos privados geram demanda por mobilidade, saneamento, energia, iluminação, telecomunicações e demais serviços públicos. É uma relação de mão dupla que vem redesenhando os vetores de crescimento do município.

Intervenções viárias executadas e projetadas pelo município vêm consolidando novos eixos de desenvolvimento urbano.

Para investidores, o momento reúne perspectivas favoráveis de valorização no curto, médio e longo prazo.

“É um ciclo virtuoso, em que obras estruturantes e investimentos privados passam a se retroalimentar, contribuindo para o crescimento ordenado da cidade e gerando boas expectativas”, afirma o empresário Jakson Lorenzetti, da Empreendimentos Tarumã.

Segundo ele, a atualização do Plano Diretor Participativo (Lei Complementar nº 317/2024), que ampliou a Zona de Expansão Urbana (ZEU), consolidou esse novo cenário ao incorporar áreas destinadas ao crescimento planejado da cidade e abrir espaço para futuros investimentos imobiliários, comerciais e de serviços.

Novos vetores de crescimento

As intervenções viárias executadas e projetadas pelo município vêm consolidando novos eixos de desenvolvimento urbano. O prolongamento da Avenida Lourdes Lorenzetti, a duplicação da Avenida Nilo Torres, as obras na Avenida Zelino Lorenzetti e a futura ligação da Avenida Tancredo de Almeida Neves aos bairros Buritis e Morada do Sol são exemplos de investimentos que ampliam a integração urbana, reduzem o tempo de deslocamento e valorizam novas áreas para ocupação.

Implantação de empreendimentos imobiliários amplia a demanda por infraestrutura pública.

Ao mesmo tempo, a implantação de empreendimentos imobiliários amplia a demanda por infraestrutura pública. Forma-se, assim, um ciclo em que planejamento urbano e iniciativa privada caminham lado a lado.

Leia mais:  Via de mão dupla: infraestrutura e mercado imobiliário redesenham Tangará da Serra

Para o engenheiro civil, economista e especialista em logística Silvio Tupinambá, esse processo é característico de cidades que atravessam um ciclo consistente de expansão.

“A relação de mão dupla entre infraestrutura e mercado imobiliário em Tangará da Serra requer respostas políticas e logísticas que alinhem timing, financiamento e regulação urbana. E é justamente isso que estamos vendo acontecer na cidade.”

Segundo Tupinambá, quando planejamento urbano e investimentos privados caminham de forma coordenada, ampliam a malha urbana, fortalecem a economia local e consolidam novos vetores de desenvolvimento.

Mobilidade urbana também reorganiza o crescimento da cidade e cria novas oportunidades para o mercado imobiliário.

Na visão do arquiteto e urbanista Ariston Junior, a mobilidade urbana também reorganiza o crescimento da cidade e cria novas oportunidades para o mercado imobiliário.

“Na prática, isso significa que os bairros passam a ganhar comércio, serviços e vida própria, tornando-se menos dependentes da região central. É um urbanismo percebido no dia a dia, e não apenas no papel”, afirma.

Ariston ressalta, porém, que a expansão precisa ser acompanhada por saneamento, drenagem, iluminação, áreas verdes e equipamentos públicos, garantindo um crescimento urbano equilibrado.

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Economia regional amplia perspectivas

O novo momento de Tangará da Serra também é impulsionado por projetos estratégicos para a logística regional, como a implantação da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres, a perspectiva de liberação do tramo norte da Hidrovia do Rio Paraguai e a instalação de um Porto Seco no município.

Esses investimentos deverão ampliar a competitividade da região oeste-sudoeste de Mato Grosso, fortalecer a economia, estimular novos negócios, gerar empregos e ampliar a demanda por moradias e empreendimentos imobiliários.

Mercado acompanha a transformação

Inserida nesse cenário, a Empreendimentos Tarumã mantém há duas décadas investimentos no mercado imobiliário de Tangará da Serra.

Ao longo desse período, participou da expansão urbana por meio de empreendimentos como Novo Tarumã, Altos do Tarumã, Tarumã II, Parque Tarumã, Buritis I e II e o Condomínio Manacá, projetos que contribuíram para a ocupação de novas áreas da cidade e acompanharam importantes investimentos públicos em infraestrutura.

Condomínio Manacá: Empreendimento de alto padrão valoriza área urbana.

A nova etapa de expansão inclui o Boulevard Tancredo, concebido como bairro planejado voltado à integração entre infraestrutura moderna, mobilidade e qualidade de vida. A empresa também prepara o lançamento de mais de 1.500 lotes, distribuídos em três regiões do município, além de novos loteamentos e um condomínio fechado de padrão diferenciado.

Mais do que acompanhar o aquecimento do mercado imobiliário, esses investimentos refletem um momento de transformação urbana em Tangará da Serra, marcado pela convergência entre planejamento público e iniciativa privada. Uma relação de mão dupla que amplia a cidade, fortalece a economia e consolida novos vetores de desenvolvimento.

Região do Buritis e vista aérea de Tangará da Serra. Mobilidade conecta regiões urbanas e atrai investimentos.

(Assessoria Especial)

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