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Sob emergência, Tangará da Serra se mobiliza para conter queimadas urbanas e na zona rural (com vídeo)

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O município de Tangará da Serra sob decreto de situação de emergência em razão das sucessivas queimadas que vem ocorrendo tanto na zona urbana como em localidades do interior. O decreto – (503/2024) – prevê a disponibilização de toda a estrutura do município, inclusive com a contratação de serviços e materiais necessários ao combate ao fogo.

Segundo relatos de populares, muitas das ocorrências são provocadas deliberadamente, em práticas criminosas. Além das queimadas no perímetro urbano, há várias ocorrências na zona rural, como os registrados nas localidades da Serrinha, Assentamento Antônio Conselheiro (região denominada “40 Lotes” e nas proximidades da Fazenda São Marcelo), Pecuama, entre outras.

Queimadas na área urbana assustaram moradores e ofereceram riscos aos imóveis das proximidades.

Todo o efetivo, viaturas e equipamentos da 3ª Companhia Independente de Bombeiros Militar de Tangará da Serra são empregados no combate aos incêndios. Através do comando geral da corporação, o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso realiza o combate a pelo menos 20 incêndios florestais em todo o estado desde ontem (quarta, 21). Estão em campo 132 bombeiros militares, que contam com apoio de quatro aviões, dois helicópteros, 45 viaturas, entre caminhonetes e caminhões-pipa, além de 11 máquinas e quatro barcos.

O Executivo Municipal também esteve em reunião com a Defesa Civil para assegurar apoio logístico para socorrer município. Empresas e civis também participam no combate aos focos de incêndio.

Na Câmara Municipal, os vereadores apreciarão, em sessão extraordinária, projeto de lei em regime de urgência especial para autorizar ao Executivo as medidas urgentes necessárias ao enfrentamento dos sinistros.

Veja o Decreto 503/2024, com as medidas previstas:

DECRETO EMERGÊNCIA QUEIMADAS

Assista vídeo com ocorrências:

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PJC cumpre mandados para apurar esquema de corrupção em hospital de Campo Novo

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Investigações iniciaram após denúncia de oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI ligada ao atendimento prestado pela unidade hospitalar

A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (26) a Operação Silêncio Comprado para cumprir 20 ordens judiciais relacionadas a um suposto esquema de corrupção envolvendo a gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis.

As medidas, expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo de Tangará da Serra, incluem mandados de busca e apreensão, sequestro de bens, bloqueio de valores, medidas cautelares diversas da prisão e quebras de sigilo telefônico e telemático.

Os mandados são cumpridos em Campo Novo do Parecis, Arenápolis e nas cidades paulistas de Barueri e Cotia. O objetivo é reunir provas, dimensionar a extensão dos fatos investigados e preservar recursos públicos.

As investigações são conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) e apuram suposta tentativa de interferência nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) nº 01/2025, instaurada para investigar possíveis irregularidades na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst.

Segundo a Polícia Civil, a investigação teve início após denúncia encaminhada pelo Ministério Público sobre suposta oferta de vantagem indevida para influenciar integrantes da CPI, além de indícios de irregularidades na execução de contratos de gestão da unidade hospitalar.

Entre os fatos apurados estão suspeitas de pagamentos por serviços não prestados, emissão de notas fiscais fraudulentas ou ideologicamente falsas, movimentação irregular de recursos públicos e possível desvio de valores ligados à administração do hospital.

De acordo com a Deccor, os elementos reunidos até o momento apontam, em tese, para a prática de crimes contra a administração pública, especialmente corrupção ativa, sem prejuízo da apuração de outros delitos no decorrer das investigações.

A operação contou com apoio da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), das delegacias de Arenápolis e Campo Novo do Parecis, além da Polícia Civil de São Paulo.

O nome da operação, Silêncio Comprado, faz referência à denúncia de suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, fato que originou a investigação.

A ação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para 2026, por meio da Operação Pharus, voltada ao combate de grupos criminosos no estado.

(Assessoria PJC-MT)

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