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Site Clima Tempo indica possibilidade de chuvas a partir do próximo sábado na região de Tangará da Serra

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Diante de uma seca prolongada que já adentra em seu quarto mês na maior parte do estado de Mato Grosso, a meteorologia aponta para um fio de esperança de que a chuva volte à região.

Segundo o site Clima Tempo, há (pequena) possibilidade de ocorrência de chuvas na região de Tangará da Serra, em Barra do Bugres e também no Chapadão dos Parecis, em Campo Novo do Parecis e Diamantino.

A semana começa como nos últimos dias, com muito calor (máximas podendo superar os 40°C) e secura, com umidade relativa do ar inferior a 10%.

Entretanto, a chuva poderá acontecer a partir de sábado, com algumas pancadas principalmente a partir da tarde. As precipitações poderão se estender até o próximo dia 23 na região, podendo confirmar previsões de um início de primavera com chuvas em boa parte do Brasil.

Previsão do site Clima Tempo para Tangará da Serra a partir de 19/09.

Primavera

Há previsão de A grande frente fria esperada para a entrada da primavera vai começar a influenciar o país no finalzinho do inverno. A atuação desta frente fria sobre o Brasil deve ser observada entre os dias 19 e 23 de setembro.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

No último sábado (12), as projeções de alguns modelos de previsão numérica do tempo indicavam que a chuva desta frente fria poderia se espalhar pelo interior da Região Sudeste e do Centro-Oeste e chegaria até ao norte de Goiás e de Minas Gerais.

Não se deve esperar por chuva ampla e generalizada e nem que se prolongue por vários dias. Mas se as previsões se confirmarem nos próximos dias, a primavera de 2020 deve começar com cheiro de chuva, com aumento de umidade em muitas áreas do Sudeste e do Centro-Oeste que estão tendo dias extremamente quentes e secos.

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Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

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Uma equipe técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) percorre nesta semana a região de Porto Estrela e Barra do Bugres, no oeste-sudoeste de Mato Grosso, para uma agenda de fiscalização relacionada a sítios arqueológicos existentes na área.

O foco da atividade envolve territórios tradicionalmente ocupados por comunidades quilombolas. Entre os locais de interesse está o sítio arqueológico Laje de Pedras, situado em área tradicionalmente ocupada por comunidades quilombolas da região.

A atividade ocorre no contexto da Portaria nº 79/2026, publicada em agosto no Diário Oficial da União, que autoriza ou renova projetos de pesquisa arqueológica em diferentes estados, entre eles Mato Grosso.

(*) Veja a Portaria 79/2026: PORTARIA 79 2026 – IPHAN

Nos trabalhos de campo, os técnicos verificarão grau de preservação do sítio arqueológico e para coleta de informações e efetivação do registro desse bem no banco de dados da instituto (SICG/IPHAN).

Território quilombola sofre com problemas ambientais, pressão de posseiros e pesca predatória.

A presença da equipe ocorre em uma região que reúne comunidades tradicionais e áreas de interesse histórico e arqueológico que remontam ao período pré-colonial. As comunidades quilombolas também enfrentam outros problemas, entre eles queimadas, dificuldades relacionadas à produção agrícola e questões de saúde. A região registra ainda ocorrências de pesca predatória, como a registrada no rio Jauquara em julho, além de conflitos internos e relatos de pressão de posseiros sobre territórios tradicionalmente ocupados.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

A fiscalização do patrimônio arqueológico integra as atribuições do Iphan, que acompanha pesquisas autorizadas e adota medidas destinadas à proteção dos sítios arqueológicos. A legislação brasileira estabelece proteção específica para esses bens, independentemente de eventual processo de reconhecimento ou tombamento.

A expectativa é que, após o retorno da equipe de campo, o Iphan realize uma reunião por meio virtual com representantes das comunidades para apresentar os resultados da fiscalização e esclarecer dúvidas sobre os procedimentos relacionados às pesquisas arqueológicas e à proteção do patrimônio existente na região.

(*) Abaixo, vídeo de pesca predatória na localidade.

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