TANGARÁ DA SERRA
Pesquisar
Close this search box.

Empresas & Produtos

Ramos Agrícola inaugura loja de 2.500 m² para fortalecer agronegócio em Tangará da Serra

Publicado em

Tangará da Serra ganhou mais um grande empreendimento do comércio varejista. Em grande estilo, a Ramos Agrícola inaugurou na manhã desta terça-feira (01.09) sua nova loja, no prolongamento da Avenida Brasil, bairro Cidade Alta.

Antes do novo e moderno espaço, a empresa tinha sua sede na Avenida Ismael José do Nascimento, bairro Jardim Acácia.

O ato inaugural contou com o prestígio de autoridades municipais – como o prefeito Fábio Martins Junqueira e o secretário municipal de Indústria, Comércio e Serviços, Wellington Bezerra – e lideranças dos diversos segmentos empresariais – em especial a Câmara de Dirigentes Lojistas de Tangará da Serra (CDL) -, representantes da sociedade civil organizada e Imprensa. (link com todas as imagens da inauguração ao final da matéria)

Instalada sob uma área construída de 2,5 mil m², a Ramos Agrícola é um empreendimento das famílias Ramos e Morizzo – através do empresário Liberaci Ramos e os irmãos e sócios Giordano e João Marcos Morizzo, tendo como incentivador o também empresário João Morizzo, que vislumbra um horizonte de expansão do setor produtivo no município e na região. “A tendência é assistirmos a um crescimento significativo do agronegócio, principalmente na produção de grãos, que deverá ocupar grandes áreas que hoje abrigam pastagens degradadas”, observou.

A construção do prédio contou com participação da Concreto Vale da Serra, idealizado com materiais sustentáveis e de longa durabilidade. Do escritório, planejado no segundo pavimento, os administradores podem controlar em 360 graus o campo de visão, com visualização da área de carga e descarga, depósito e, principalmente, o showroom.

A Ramos Agrícola conta com o expertise dos seus investidores no agronegócio, usufruindo de prestígio junto a grandes grupos do setor. A empresa responde por 17 empregos diretos e outros 50 indiretos.

Tendo como carro-chefe a linha de peças agrícolas, a empresa também se destaca com amplos e variados portfólios de equipamentos de proteção individual (EPIs), ferramentaria, jardinagem, motores, compressores, baterias, lubrificantes, máquinas e equipamentos para agricultura familiar, entre outras linhas e tecnologias de ponta para atendimento de Tangará da Serra e toda a região circunvizinha.

Veja galeria de imagens clicando abaixo:

Ramos Agrícola: Imagens da inauguração da loja na Avenida Brasil, em Tangará da Serra

 

Comentários Facebook
Advertisement

Empresas & Produtos

Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

Published

on

Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

Comentários Facebook
Continue Reading

Envie sua sugestão

Clique no botão abaixo e envie sua sugestão para nossa equipe de redação
SUGESTÃO

Empresas & Produtos

Economia & Mercado

Contábil & Tributário

Governo & Legislação

Profissionais & Tecnologias

Mais Lidas da Semana