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Circuito Rural

Plano Safra 2025/2026 anunciado pelo governo fará o Agro pagar mais de R$ 50 bi em juros

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O tema do Circuito Rural desta sexta-feira (04,07) é o Plano Safra 2025/2026, anunciado pelo governo Lula na última terça-feira, dia 1º.

Segundo o autor da coluna, Olmir Cividini, o pacote para financiar a produção agropecuária brasileira na próxima safra é visto com desconfiança pelo setor produtivo. Com juros mais altos, o plano soma R$ 516,2 bilhões em recursos destinados à agricultura empresarial, um acréscimo de R$ 8 bilhões em relação à safra anterior.

Jornalista Olmir Cividini é o autor do Circuito Rural.

Porém, a verdade é que apenas 22% do montante anunciado, ou seja, apenas R$ 113 bilhões são passíveis de juros subsidiados. Ou seja, o verdadeiro plano safra é muito menor que o valor propalado pelo governo.

No final das contas, como o setor terá de captar recursos no merfcado a juros que podem chegar a 3% ao mês, os juros a serem pagos a mais pelo Agro ficarão bem acima dos R$ 50 bilhões.“O plano, com seus números, pode impressionar à primeira vista, mas esconde uma série de contradições a serem destrinchadas, aos poucos, por analistas do setor”, observa o jornalista autor da coluna semanal.

Leia mais:  Com previsão de forte El Niño a partir de junho, MT projeta safra 2026/27 sob risco climático

Olmir Cividini é Bacharel em Comunicação Social pelo Instituto Várzea-grandense de Educação. Seus comentários estão disponíveis no Enfoque Business sempre às sextas-feiras.

No áudio abaixo, a íntegra da coluna desta sexta-feira.

 

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Circuito Rural

Com previsão de forte El Niño a partir de junho, MT projeta safra 2026/27 sob risco climático

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A safra 2026/2027 começa sob atenção: a possível formação de um El Niño a partir de junho, com consolidação no segundo semestre. O fenômeno deve coincidir com a janela de plantio da soja, elevando o risco nas principais regiões produtoras de Mato Grosso.

Este é o tema central do Circuito Rural desta sexta-feira (17,04). Segundo Olmir Cividini, autor da coluna, o estado pode enfrentar um “combo” preocupante: calor intenso, veranicos prolongados e chuvas mal distribuídas, com pancadas fortes e volumes concentrados.

Nestas condições, o que poderá ocorrer nas principais regiões produtoras?

  • No Chapadão dos Parecis, o impacto tende a vir da irregularidade das chuvas, com possibilidade de replantios pontuais e aumento de custos.
  • No Sudoeste, o risco é maior: veranicos e calor podem afetar diretamente a produtividade, sobretudo em solos com menor retenção de umidade.
  • No Alto Teles Pires, o principal desafio será o calendário. Atrasos no plantio da soja podem comprometer o milho safrinha, reduzindo o potencial da segunda safra.

De forma geral, o cenário aponta para temperaturas mais elevadas e maior demanda hídrica, pressionando o desempenho das lavouras. Não há indicação de quebra generalizada, mas de maior variabilidade nos resultados.

Leia mais:  Com previsão de forte El Niño a partir de junho, MT projeta safra 2026/27 sob risco climático

A safra tende a ser mais técnica e menos previsível, exigindo planejamento e resposta rápida às condições climáticas.

Para ouvir a íntegra do Circuito Rural desta sexta, clique abaixo:

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