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Novo decreto autoriza retomada das atividades econômicas; Pequenos mercados liberados no domingo

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O decreto nº 169/2020, com data desta sexta-feira (24.04), estabelece um plano estratégico de retomada gradual das atividades econômicas em Tangará da Serra. O novo decreto foi definido durante reunião, hoje pela manhã, do Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento ao Coronavírus. (Confira o decreto 169/2020 no link ao final da matéria)

O formalização do conteúdo do decreto contou com o acompanhamento de lideranças empresariais representadas pela Associação Comercial e Empresarial (ACITS) e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Tangará da Serra.

A partir da publicação do novo decreto, o comércio de Tangará da Serra e a maioria dos demais setores voltarão a atender normalmente e em período integral a partir deste sábado (25), a partir das 08hs, observando as normas sanitárias e outras medidas de prevenção. As exceções são escolas, camelôs, moto-táxis e bares, que seguirão fechados.

As academias também poderão abrir, estabelecendo regras próprias e seguindo o que preconiza o decreto a ser publicado. Restaurantes poderão funcionar até à meia-noite, porém, sem o tradicional ‘self service’, apenas ‘prato feito’ ou ‘executivo’, e sem comercialização de bebidas alcoólicas.

Leia mais:  Semana do Agro: Entre recordes de exportação e os reflexos da geopolítica no campo

Os hotéis também poderão retomar suas atividades, mas deverão informar o poder público, por meio eletrônico, as condições de saúde dos seus hóspedes.

Mercados

Quanto aos mercados, estão autorizados a funcionar 24 horas durante a semana. Aos domingos, porém, poderão funcionar apenas os mercados com áreas inferiores a 1.000 metros quadrados de área. Segundo o prefeito Fábio Martins Junqueira a medida é justificada por evitar aglomerações nos grandes mercados, ao mesmo tempo em que proporciona o abastecimento da população pelos pequenos e médios mercados localizados nos bairros.

(*) No áudio a seguir, o prefeito Fábio Martins Junqueira fala sobre o decreto 169/2020.

Clique no link para ler o decreto: https://www.tangaradaserra.mt.gov.br/fotos_downloads/38162.pdf

 

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Semana do Agro: Entre recordes de exportação e os reflexos da geopolítica no campo

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O cenário do agronegócio brasileiro nesta segunda semana de julho é marcado por um misto de superação produtiva e alertas ligados ao cenário internacional. No tradicional balanço do programa Momento Agrícola, o engenheiro agrônomo, produtor rural e consultor Ricardo Arioli traz uma análise profunda sobre os eventos que moldaram os últimos dias, desde o impacto emocional da eliminação brasileira na Copa do Mundo até as complexas engrenagens da economia de guerra no Oriente Médio.

O “Adeus” na copa e a necessidade de foco

Ao iniciar suas reflexões sobre o sentimento nacional, Arioli destaca que a eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 é um momento em que “a ficha tem que cair” para o país. Afinal, embora o futebol mova paixões, o agronegócio não para e a economia real exige pragmatismo. A resiliência do setor, segundo o autor, deve servir de exemplo para que o Brasil retome o foco nas pautas produtivas e estruturantes, deixando a frustração esportiva em segundo plano diante dos desafios que a safra impõe.

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Geopolítica em chamas: o impacto da retomada da guerra

Uma simples análise do cenário internacional leva à constatação de que a volta da guerra no Irã acende um alerta vermelho para o custo de produção no Brasil. A instabilidade no Oriente Médio pressiona imediatamente as cotações do petróleo, o que reflete no preço do diesel e, consequentemente, nos fretes logísticos. Além disso, a dependência global de insumos daquela região, representa um alerta de que o produtor brasileiro deve estar atento à volatilidade dos fertilizantes nitrogenados, que podem sofrer novos reajustes caso o conflito se prolongue.

Recordes de exportação: soja e gado vivo em alta

A semana também trouxe boas notícias, com o Brasil alcançando vendas recordes de soja. A demanda global segue aquecida, consolidando a posição do país como o principal fornecedor do grão.

As exportações de gado vivo também são destaque, evidenciando a versatilidade do Brasil em atender mercados específicos que demandam animais para terminação ou abate em solo estrangeiro, garantindo a liquidez do setor pecuário nacional.

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Sustentabilidade: o novo papel das vacas europeias

Por fim, ao abordar as tendências de sustentabilidade, o autor da coluna comenta o curioso fenômeno das “vacas europeias”, que passaram do status de poluidoras a “salvadoras da pátria”. O autor das reflexões explica que a Europa começa a reconhecer o valor dos ruminantes na economia circular e na fertilização natural dos solos, reduzindo a dependência de adubos químicos. Para o colunista, essa mudança de percepção é fundamental, pois valida o que o produtor brasileiro já defende: a integração lavoura-pecuária é uma das ferramentas mais poderosas para uma agricultura de baixo carbono e alta eficiência.

Ouça o programa Momento Agrícola deste sábado, 11 de julho, clicando abaixo:

 

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