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Lorenzetti Materiais de Construção aposta em 2025 como ano positivo para o varejo

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A Lorenzetti Materiais de Construção é patrocinadora Master da Campanha Natal Premiado CDL 2024, que terá neste sábado, dia 18, o seu desfecho com o sorteio de uma Chevrolet Montana novinha em folha e quase R$ 20 mil reais em vales-compra.

A campanha distribuiu 1,35 milhão de cupons e fez girar no município um volume de R$ 35 milhões em negócios no comércio e nos serviços, mostrando a força da economia de Tangará da Serra, em especial no comércio varejista.

Com mais de 40 anos de atuação no mercado local e regional, a Lorenzetti Materiais de Construção é uma empresa que faz parte da história de Tangará da Serra e que ajudou a impulsionar a cidade à condição de polo regional.

A empresa é líder do mercado de materiais de construção, com um enorme portfólio das melhores marcas, oferecendo o consumidor os preços mais competitivos da região.

Interior da loja matriz da Lorenzetti Materiais de Construção, na Avenida Brasil: Mais de 40 anos de tradição.

Depois de um 2024 repleto de incertezas na economia do país, a Lorenzetti Materiais de Construção vê em 2025 o ano da colheita dos resultados da resiliência. Ou seja, 2025 tende a ser um ano em que os ensinamentos de 2024 se converterão em histórias de superação, numa mostra da força do empresariado de Tangará da Serra. “Nós sabemos o que o consumidor quer e como ele quer. Sabemos que, apesar das dificuldades enfrentadas pelo varejo ao longo de 2024, a nossa própria força conseguiu reverter para fechar o ano de uma forma positiva, e por isso participamos da Campanha Natal Premiado CDL com total confiança num cenário melhor para o novo ano”, afirma o diretor da empresa, Luciano Lorenzetti.

O empresário vê neste sorteio da Campanha Natal Premiado CDL um alento extra para 2025, uma forma de começar o ano com ânimo renovado. Luciano Lorenzetti avalia que, apesar do contexto geral desafiador, com incertezas fiscais por parte do governo federal e uma inflação num patamar acima em comparação a anos anteriores, o comércio em geral assistirá a uma fase de crescimento. “O empresário brasileiro aprendeu a lidar com cenários adversos e a prova disso é que a economia brasileira fechou 2024 com um aumento no PIB em 0,9% no último trimestre e um crescimento de praticamente 5% no varejo em relação ao ano anterior. E é uma somatória de forças e, se o nosso agro é forte, nosso setor de comércio e serviços também mostra muito vigor e é por isso que temos que acreditar que 2025 será um ano de boas novas”, projetou.

Luciano destaca, porém, que os governos precisam fazer sua parte. “Precisamos de uma política eficiente de qualificação de mão de obra, de redução da carga tributária e da redução do custo do dinheiro a partir de juros menores. Ou seja, o governo tem que ajudar o setor empresarial, não engessar nem complicar as atividades que geram emprego e renda e que fazem a máquina girar no país, no estado e nos municípios”, finalizou.

Rede

A Lorenzetti Materiais de Construção compõe uma rede de seis lojas, quatro em Tangará da Serra, uma em Barra do Bugres e uma em Campo Novo do Parecis.

Filiais na Rua 26 e na Avenida Nilo Torres, Residencial Dona Júlia.

Em Tangará da Serra, a matriz é na Avenida Brasil (telefone 65 3311-6000) e as filiais no Residencial Dona Júlia (Avenida Nilo Torres, telefone 3311-6020) e no Jardim Mirante (Rua 26 – Celso Rosa de Lima -, telefone 3311-6010), além da Lorenzetti Prime, especializada em acabamentos (Avenida Tancredo de Almeida Neves nº 187W, telefone 3311-6060).

Em Barra do Bugres, o endereço é na Avenida Marechal Rondon, 970 – Centro, telefone 65 3361-1363. Já em Campo Novo do Parecis, a empresa tem foco em tintas, através da Lorenzetti Tintas, com endereço na Rua Bahia, 501-373 – Centro, telefone 65 – 3311-6040 e 99987-2326.

A Lorenzetti também atende pelo aplicativo WhatsApp, que é o mesmo número do telefone fixo da matriz: +55 65 3311-6000. No Facebook, o atendimento é pela página @lorenzettimateriais · Materiais de construção. Página no Instagram: @lorenzettimateriais

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Empresas têm mais dados e dashboards, mas continuam tomando decisões ruins

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Especialistas alertam que excesso de indicadores, baixa maturidade analítica e falhas humanas continuam comprometendo decisões estratégicas mesmo em empresas altamente digitalizadas

Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados, relatórios em tempo real e ferramentas de monitoramento. Ainda assim, erros operacionais, decisões estratégicas equivocadas e falhas de gestão continuam frequentes, inclusive em organizações altamente digitalizadas.

O paradoxo chama a atenção de especialistas: apesar dos investimentos em analytics, automação e transformação digital, muitas empresas ainda não conseguem transformar informação em decisões eficientes.

Estimativas indicam que entre 60% e 73% dos dados gerados sequer são analisados. Ao mesmo tempo, executivos relatam dificuldade para converter indicadores em ações práticas. Para especialistas, o problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

Dificuldades em para converter indicadores em ações práticas: problema está menos na tecnologia e mais na maturidade analítica.

“Ter acesso a dados não significa necessariamente entender o que eles estão dizendo. Muitas empresas criaram uma infraestrutura sofisticada de monitoramento, mas continuam operando sem clareza estratégica”, afirma Guilherme Francescon Cittoli, co-founder e CPO da ST-One.

Na prática, dashboards, relatórios em tempo real e métricas automatizadas podem criar uma falsa sensação de controle, principalmente em ambientes pressionados por produtividade e rapidez.

A era da “névoa de medição”

A digitalização levou empresas a medir praticamente tudo: desempenho, produtividade, vendas, comportamento do consumidor e indicadores operacionais. O problema é que nem toda métrica gera valor para o negócio.

“Muitas organizações acompanham dezenas de indicadores sem definir claramente quais realmente apoiam a tomada de decisão. Existe um risco enorme de confundir volume de informação com inteligência”, diz Giovanni Abate Neto, CTO da empresa.

Especialistas chamam esse fenômeno de “névoa de medição”, quando o excesso de indicadores dificulta a interpretação dos cenários e favorece métricas de vaidade em detrimento de dados ligados à eficiência operacional, sustentabilidade financeira e comportamento do mercado.

Liderança da ST-One: [Esquerda] Giovanni Abate Neto, Guilherme Francescon Cittolin, Rodrigo Cruz R. Gonçalves e Tiago Machado.

Tecnologia exige interpretação

Segundo os especialistas, muitas empresas investem em transformação digital antes de resolver questões de governança de dados, integração de sistemas e cultura analítica.

“Em muitos casos, as empresas passaram a acumular ferramentas sem criar processos claros para interpretar informações e transformar dados em ação”, afirma Guilherme Francescon Cittoli.

Para Giovanni Abate Neto, outro equívoco é acreditar que a automação elimina a necessidade de análise humana. “Automatizar processos não significa automatizar pensamento crítico. Ainda existe uma dependência muito grande da capacidade humana de interpretar contexto, identificar exceções e questionar padrões.”

Excesso de dados pode paralisar

Outro efeito crescente é a chamada “paralisia analítica”, quando o excesso de informação dificulta decisões rápidas. Na tentativa de reduzir riscos, lideranças acumulam relatórios, reuniões e validações, tornando os processos mais lentos.

Pesquisas mostram ainda que muitos executivos recorrem ao “feeling” para decidir, mesmo em ambientes orientados por dados. Segundo Giovanni Abate Neto, isso ocorre porque a tecnologia não elimina vieses cognitivos, que podem até ganhar aparência de precisão quando sustentados por indicadores mal interpretados.

O desafio continua sendo humano

Embora os investimentos em analytics e digitalização continuem crescendo, o principal gargalo permanece humano. Falta de alfabetização de dados, baixa capacidade analítica, excesso de indicadores e pouca integração entre áreas figuram entre os maiores desafios.

Para os especialistas, as empresas que transformarão dados em vantagem competitiva serão aquelas capazes de equilibrar tecnologia, contexto e pensamento crítico.

“O grande diferencial não está apenas em ter mais dados, mas em conseguir transformar informação em decisões mais consistentes, rápidas e sustentáveis”, conclui Guilherme Francescon Cittoli.

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