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Larissa Maxine posa para revista Sexy e revela bissexualidade: “Homem tem medo”

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Larissa Maxine posa para a revista Sexy

Conhecida por suas performances ousadas e divertidas, a atriz burlesca Larissa Maxine, de 32 anos, mostrou que está cada dia melhor. Recentemente, a beldade abusou da sensualidade em um ensaio para a revista Sexy , fez poses provocantes e garantiu até topless.

As declarações dela para a revista Sexy também não deixaram por menos. Larissa Maxine , durante o ensaio, revelou ser bissexual e contou que já foi casada com uma mulher.

Larissa Maxine posa para a revista Sexy
Yuri Matos Dutra / M2 Mídia

Larissa Maxine posa para a revista Sexy

Homem: o sexo frágil

Ela acredita que o seu interesse por mulheres está aflorado porque os homens não andam muito interessantes: “Tento todos os dias me desconstruir. Antes de colocar alguém em uma gaveta, tento conhecê-la para então decidir se quero pertinho”.

Em continuidade, ela detalhou: “Gosto de pessoas! Mas as mulheres realmente estão tendo mais atitude. Então naturalmente estou me encantando mais por elas. Homem, na maioria das vezes, tem medo de mim. Porque sou, geralmente, mais inteligente que o cara”.

Larissa Maxine posa para a revista Sexy
Yuri Matos Dutra / M2 Mídia

Larissa Maxine posa para a revista Sexy

Larissa Maxine e o Burlesco

No burlesco, Larissa ganha o nome de Maxine e se apresenta nas maiores casas de shows do Brasil. Entre seus icônicos personagens está a Mulher Diaba, que fala sempre de densos temas: “A personagem é uma forma extrema de mostrar de que a mulher não é culpada de estupros. Quando faço uma vampira ou uma boneca vodu, eu tenho que procurar essas referências de críticas sociais por que elas existem e estão ali”.

Circulando entre o underground, Larissa Maxine sobe ao palco para apresentações que misturam comédia e sensualidade: “Hoje o burlesco se afastou de novo, porque a nudez atualmente ainda é mal vista. No Brasil são poucas burlescas, mas acredito que dentro de alguns anos a gente vá ouvir falar muito do burlesco por aqui”.

 

Fonte: IG

 

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Streaming conquista espaço e redefine hábitos de entretenimento no Brasil

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O consumo de plataformas de streaming no Brasil já era expressivo antes da pandemia de Covid-19 — o país figurava entre os dez maiores mercados do mundo. No entanto, com o isolamento social, esse hábito se intensificou e transformou a relação dos brasileiros com o entretenimento, consolidando o streaming como uma das principais formas de consumo cultural no país.

Segundo pesquisa recente da Serasa, 79% dos brasileiros já incluem serviços de streaming no orçamento mensal. Ao mesmo tempo, 70% afirmam estar indo menos ao cinema, e 60% associam essa mudança diretamente à popularização dos serviços digitais.

Para Ricardo Godoy (foto ao lado), CEO da Soul TV, esse novo comportamento reflete uma evolução cultural e tecnológica. “O streaming não apenas transformou a forma como as pessoas consomem entretenimento, mas também democratizou o acesso à informação. Hoje, milhões têm acesso gratuito e imediato a conteúdos de qualidade, sem precisar sair de casa, o que fortalece a inclusão cultural”, comenta.

Outro fator que impulsionou essa mudança foi o avanço dos aplicativos para smartphones. As pessoas foram conquistadas pela facilidade de realizar tarefas do dia a dia, desde fazer compras até assistir a vídeos ou ouvir música diretamente do celular. Essa praticidade tem sido decisiva para consolidar os serviços de streaming como parte da rotina de consumo digital dos brasileiros.

Mudança de hábito

A preferência crescente pelo streaming em detrimento das salas de cinema reflete uma mudança no estilo de vida e nos hábitos de consumo do público. A comodidade de assistir a filmes e séries em casa, no próprio ritmo e sem sair do sofá, tem sido um fator decisivo. Além disso, o custo mais acessível das plataformas, especialmente em comparação ao preço dos ingressos e despesas associadas a uma ida ao cinema, pesa na escolha do consumidor. Outro ponto relevante é a variedade de conteúdos sob demanda, que permite ao espectador acessar lançamentos, clássicos e produções exclusivas que muitas vezes não chegam às telonas.

Quanto ao afastamento das salas de cinema, o CEO destaca que a tendência está ligada a mudanças no comportamento do consumidor. “Esse novo cenário impulsiona o crescimento de plataformas digitais pagas e principalmente gratuitas, como a Soul TV. O usuário pensa em tudo que envolve uma ida ao cinema e todos os gastos. E opta por ficar em casa e escolher uma opção que seja menos onerosa”, conclui.

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