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Governo atende Chico Guarnieri com ponte na MT-241 e Anel Viário pavimentado para Denise

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PRD) apresentou ao vice-governador Otaviano Pivetta e ao secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, duas demandas consideradas essenciais para o município de Denise. As solicitações atendem a um pedido da população e do prefeito Aldo Souza Marronzinho, o Marrom, e tratam da construção de uma ponte de cimento sobre o Rio do Bugres, na MT-241, e da implantação de um Anel Viário pavimentado no município.

As propostas foram discutidas em reunião com a equipe técnica da Sinfra e têm como objetivo melhorar a mobilidade urbana e rural, garantir mais segurança para motoristas e moradores, além de criar condições para o crescimento econômico da região.

A ponte sobre o Rio do Bugres que possui extensão superior a 40 metros e mais de 8 metros de largura, é vista como fundamental para assegurar o tráfego durante todo o ano, especialmente em períodos chuvosos, quando a passagem atual apresenta dificuldades. Já o Anel Viário pavimentado deve organizar o fluxo de veículos, retirando o tráfego pesado da área urbana.

Ao destacar a importância das demandas, o deputado Chico Guarnieri afirmou que as obras representam investimentos estruturantes para Denise. “Estamos falando de intervenções que mudam a realidade do município. A ponte de cimento na MT-241 vai garantir segurança e acesso permanente para quem depende dessa via todos os dias, enquanto o Anel Viário pavimentado vai organizar o trânsito. Essas demandas são da população e do prefeito Marrom, e nosso papel é levar essas vozes ao Governo do Estado e trabalhar para que elas se tornem realidade”, ressaltou o parlamentar.

O vice-governador Otaviano Pivetta destacou a atuação de Chico Guarnieri e a importância de ter um deputado comprometido com as necessidades dos municípios do interior. Segundo ele, a presença ativa do parlamentar fortalece o diálogo entre o Governo do Estado e os municípios.

“O Chico é um deputado municipalista, que conhece a realidade da região que representa e traz demandas consistentes, com planejamento adequado. Ter um representante assim é fundamental para que possamos avançar com obras estruturantes que realmente melhorem a vida da população”, afirmou Pivetta.

(Assessoria)

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Gisela recompõe chapa de Pivetta após crise e preserva estrutura da aliança

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Escolha da advogada e ex-deputada federal mantém União Brasil na vice e busca ampliar o alcance da candidatura após saída de Fábio Garcia, em meio aos reflexos políticos da Operação Heritage

A escolha de Gisela Simona (União Brasil) para a vice-governadoria na chapa de Otaviano Pivetta (Republicanos) vai além da simples substituição de Fábio Garcia. A decisão recompõe uma candidatura que precisou ser reorganizada às pressas após os desdobramentos políticos e judiciais da Operação Heritage e preserva, ao mesmo tempo, a estrutura partidária originalmente concebida para a disputa pelo Governo de Mato Grosso.

Gisela: Passagem pelo Procon e pela Câmara Federal lhe garantiu reconhecimento político e uma identidade pública própria.

Gisela foi anunciada como vice na noite de terça-feira (11), horas depois de Fábio Garcia desistir da candidatura e decidir buscar a reeleição para a Câmara dos Deputados. O deputado deixou a composição em meio às medidas cautelares decorrentes da investigação sobre um suposto esquema envolvendo cerca de R$ 308 milhões pagos pelo Estado no acordo com a operadora Oi. Entre as restrições impostas estão impedimentos de comunicação direta entre investigados, situação que atingiu Garcia, o ex-governador Mauro Mendes e o ex-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho.

Reconstrução mantendo a base

A saída de Garcia criou para Pivetta a necessidade de uma solução rápida, mas a escolha de Gisela evitou uma alteração mais profunda no desenho político da chapa. Filiada ao União Brasil, ela preserva o espaço do partido na vice-governadoria e mantém a composição Republicanos-União Brasil, um dos pilares da aliança formada pelo grupo governista.

Pivetta: Escolha de Gisela evitou uma alteração mais profunda no desenho político da chapa.

A opção também afasta a vice da crise provocada pela Heritage. Sem vínculo com os investigados ou com os fatos sob apuração, Gisela chega à chapa sem carregar diretamente os efeitos políticos do caso que levou à necessidade de reorganização da candidatura.

A escolha permite, assim, uma tentativa de reposicionamento da campanha: preservar a estrutura da aliança, mas substituir um nome diretamente atingido pelas consequências das medidas cautelares por outro com trajetória própria no cenário político estadual.

Mulher e representante da Baixada Cuiabana

A composição acrescenta ainda dois elementos à estratégia eleitoral. Gisela é uma mulher em uma chapa majoritária e possui trajetória política co

Vander: “Escolha de Gisela Simona foi relevante, por ela ter características importantes dentro do cenário político”.

nstruída principalmente em Cuiabá e na Baixada Cuiabana, região de peso eleitoral nas disputas estaduais.

Advogada e servidora pública de carreira, Gisela construiu projeção pública à frente do Procon Estadual e, posteriormente, exerceu mandato de deputada federal. Sua atuação política ficou associada a temas como defesa do consumidor, combate à corrupção e representação de demandas da região metropolitana da Capital.

Para o prefeito de Tangará da Serra, Vander Masson, ouvido pela reportagem, a escolha reúne características que podem complementar o perfil de Pivetta.

“Pela informação que recebi, o pedido de renúncia da candidatura foi feito pelo próprio Fábio. Em virtude disso, creio que a escolha da Gisela Simona foi relevante, por ela ter características importantes dentro do cenário político. E que são potencializadas pela experiência profissional como advogada, superintendente efetiva do Procon, exercício no cargo de deputada federal, entre outras, que, somadas às qualidades do candidato Pivetta, se complementam para o exercício de um mandato de avanço em resultados para a população mato-grossense”, afirmou Vander, que é filiado ao União Brasil.

Patrimônio político próprio

Outro aspecto da escolha está no fato de Gisela não ser um nome inteiramente novo para o eleitorado. A passagem pelo Procon e pela Câmara Federal lhe garantiu reconhecimento político e uma identidade pública própria, construída antes da definição de sua participação na chapa.

Esse patrimônio político pode ajudar Pivetta a reorganizar a campanha em um momento de forte repercussão sobre o grupo governista. A Operação Heritage já havia provocado a saída de Garcia da vice e levado a uma série de mudanças no ambiente político da aliança.

A definição por Gisela, portanto, representa uma resposta à crise sem desmontar o arranjo partidário original. Pivetta preserva o União Brasil na vice, incorpora um perfil feminino à chapa e passa a contar com uma candidata identificada com Cuiabá e a Baixada Cuiabana.

Mais do que preencher uma vaga aberta de forma inesperada, a escolha procura devolver estabilidade à composição majoritária. Resta saber se a rápida reestruturação será suficiente para conter os efeitos políticos da Heritage e permitir que a campanha retome sua agenda original, agora com uma chapa reconstruída em meio a um dos primeiros grandes testes do processo eleitoral de 2026.

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