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Fermat inaugura nova loja de 2.000 m² em Tangará da Serra

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A Fermat inaugurou no último sábado (21) sua nova loja em Tangará da Serra. Trata-se de um amplo e moderno espaço de 2.000 metros quadrados de área construída, no prolongamento da Avenida Brasil, Jardim Monte Líbano, saída para o Anel Viário.

A empresa – especializada em ferragens, acessórios, equipamentos para serralherias e construção civil – estava localizada na avenida Lions Internacional, em prédio alugado, desde sua chegada à cidade, em 2013. A filial de Tangará da Serra é quinta da rede de sete unidades, sendo a administração e quatro filiais em Cuiabá, uma filial em Várzea Grande e uma Sapezal. A indústria também está localizada na capital do estado.

Inauguração da nova loja foi no sábado, numa confraternização com clientes e parceiros e recepção dos diretores Eduardo Camargo e Thiago Santiago.

A inauguração da nova loja foi celebrada ao longo da manhã de sábado (21), quando a empresa confraternizou com clientes e parceiros, oferecendo café da manhã, com recepção dos diretores Eduardo Camargo (comercial) e Thiago Santiago (operacional). O Frei Alceu Boniatti conduziu um momento de fé e oração, abençoando as instalações.

Frei Alceu Boniatti conduziu um momento de fé e oração, abençoando as instalações.

Segundo o diretor Eduardo Camargo, a nova sede é uma conquista da empresa para os clientes e para os colaboradores, com um amplo, moderno e bem estruturado espaço que inclui loja, administração e estoque, em terreno de 5.000 metros quadrados. “É uma nossas metas alcançadas, dedicada aos nossos clientes e parceiros, aos nossos profissionais e a toda região”, disse, acrescentando que uma das projeções o para os próximos anos é ampliar a área construída da empresa, aproveitando os 3.000 metros quadrados remanescentes do terreno da nova sede.

Leia mais:  Biorrefinaria Uisa integra produção sustentável à preservação de nascentes e biodiversidade

Camargo salienta que o crescimento em Tangará da Serra se deve ao diferencial da empresa, com base na qualidade e variedade dos produtos, no atendimento e na logística. “Temos bons produtos, competitividade, atendimento que serve de atrativo extra aos nossos clientes, além de um sistema de entrega ágil”, observou.

No contexto do slogan da empresa, “Construindo Mato Grosso com Aço”, Camargo acrescenta que a Fermat, em seu segmento, tem como meta comercial alcançar um crescimento entre 20% e 30% de participação no mercado regional. “Sabemos do potencial de Tangará da Serra, que é polo de uma região com mercado consolidado e crescente. Estamos acompanhando o desenvolvimento da cidade e da região e afirmo que podemos ampliar ainda mais os nossos negócios”, finalizou.

(*) Acesse o site da empresa: www.fermat.com.br

(*) Clique abaixo para ver a galeria de fotos da inauguração:

Fermat: Inauguração da nova loja em Tangará da Serra

 

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Biorrefinaria Uisa integra produção sustentável à preservação de nascentes e biodiversidade

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No ano em que Nova Olímpia completa 40 anos de emancipação, a presença da Uisa remonta ao período anterior à formação do município. Fundada em 1980, ainda como Destilarias Itamarati, a empresa acompanhou a estruturação da cidade e sua evolução ao longo das últimas décadas. Com atuação contínua no setor sucroenergético, a biorrefinaria integra a base econômica local e mantém participação no desenvolvimento regional, associando produção industrial a iniciativas voltadas à sustentabilidade ambiental.

Instalada em Nova Olímpia, a Uisa, empresa do setor sucroenergético que transforma matérias-primas em bioprodutos e bioalimentos, mantém um conjunto de programas ambientais voltados à preservação de nascentes, recuperação de áreas degradadas e segurança hídrica.

Caetano Henrique Grossi: “Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”.

O programa Águas da Guanabara, uma das principais iniciativas da Uisa, criado em 2004, opera em uma área estratégica por integrar a zona de transição entre os biomas Cerrado e Amazônia, na bacia do Alto Paraguai, região formadora do sistema hídrico do Pantanal.

Segundo o gerente de Sustentabilidade da Uisa, Caetano Henrique Grossi, atualmente 245 nascentes localizadas em cerca de 50 mil hectares da companhia estão mapeadas e preservadas. “Nosso objetivo é garantir o abastecimento de rios e córregos, além de manter o equilíbrio ambiental e a disponibilidade de água na região”, afirmou.

Mapeamento com tecnologia e validação ambiental

A tecnologia é um dos pilares do programa. O levantamento das nascentes é realizado com uso de sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite, cruzadas com dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Levantamento das nascentes ocorre por sensoriamento remoto, geoprocessamento e imagens de satélite.

“Esse método permite identificar áreas que necessitam de intervenção e monitorar as condições ambientais, caso a caso”, explicou Grossi.

Leia mais:  Biorrefinaria Uisa integra produção sustentável à preservação de nascentes e biodiversidade

O trabalho também conta com validação de órgãos ambientais e acompanhamento técnico, além de estudos independentes que atestam a precisão do mapeamento e a efetividade das ações.

Biodiversidade e qualidade da água

As intervenções incluem reflorestamento, controle de erosão, manejo do solo e manutenção da cobertura vegetal. A recomposição das áreas é feita com espécies nativas do Cerrado e da Amazônia, produzidas em viveiro próprio, que mantém cerca de 75 variedades, incluindo espécies ameaçadas.

O viveiro conta com capacidade de produção anual de até 200 mil mudas.

Desde o início do programa, mais de 2 milhões de mudas foram plantadas. Entre 2007 e 2024, a área de vegetação nativa foi ampliada em 1.030 hectares, o que representa aumento de 8% na cobertura vegetal.

De acordo com Grossi, os resultados também aparecem na biodiversidade e nos recursos hídricos. “Identificamos 163 espécies arbóreas e 355 espécies de animais — incluindo onça-pintada, anta, lobo-guará e tamanduá-bandeira — considerados indicadores de equilíbrio ambiental”, relatou.

Na área hídrica, sete nascentes degradadas tiveram a vazão recuperada após ações de revitalização. O Índice de Qualidade da Água (IQA) permanece classificado como “bom”, segundo monitoramento técnico.

Integração entre produção e sustentabilidade

As ações ambientais estão integradas ao modelo produtivo da biorrefinaria, baseado em economia circular. A produção utiliza integralmente a cana-de-açúcar e reaproveita subprodutos como vinhaça e resíduos orgânicos na fertirrigação e na melhoria do solo.

O uso eficiente da água é um dos pilares operacionais.  “Em nosso processo industrial, a água é reutilizada em circuito fechado, sem descarte em corpos hídricos”, disse Grossi. Segundo ele, a adoção de tecnologias de recirculação contribuiu para a redução do consumo de água, tanto na indústria quanto nas operações agrícolas.

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A unidade também gera energia elétrica a partir da biomassa, garantindo autossuficiência energética e fornecimento de excedente ao Sistema Interligado Nacional.

Ações regionais e engajamento comunitário

Além das áreas próprias, a empresa mantém iniciativas voltadas à comunidade, com destaque para a doação de mudas e ações de educação ambiental, por meio do projeto Pensamos Verde, que já destinou mais de 570 mil mudas a produtores rurais, instituições e comunidades em 16 municípios de Mato Grosso.

As atividades incluem orientação técnica, campanhas educativas e programas voltados a estudantes.

“Mantemos o foco na preservação ambiental, no uso consciente da água e na recuperação de áreas degradadas”, afirmou Grossi. “A ampliação das ações ocorre principalmente por meio da distribuição de mudas e do fortalecimento de projetos comunitários.”

O modelo adotado já recebeu premiações e certificações ambientais e é apontado como referência no setor sucroenergético, com reconhecimento por iniciativas voltadas à preservação do bioma pantaneiro.

Segurança hídrica como eixo estratégico

A segurança hídrica é fundamental para garantir a regularidade dos fluxos de água que sustentam rios, biodiversidade e atividades econômicas. A preservação dessas áreas mantém o equilíbrio dos ecossistemas, reduz riscos de escassez e assegura o abastecimento humano e produtivo, além de contribuir para a estabilidade climática.

Segundo Grossi, na Uisa, a preservação das nascentes é tratada como elemento central para a continuidade das atividades produtivas e para a manutenção dos ecossistemas regionais.

“Nossa estratégia busca alinhar produção agrícola, conservação ambiental e disponibilidade de água em uma região sensível do ponto de vista hídrico”, concluiu.

(*) Na sequência, link com matérias sobre registro da presença de onças na área da Uisa e sobre ação educativa com foco ambiental da biorrefinaria.

Imagens registram três onças-pintadas em área da biorrefinaria uisa em Mato Grosso

Uisa promove ação educativa entre produtores para prevenção da mosca-dos-estábulos

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