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Falta de caminhões-pipa no mercado agrava crise no abastecimento de água em Tangará da Serra

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A crise no abastecimento de água em Tangará da Serra tem um agravante extra: a falta de caminhões-pipa no mercado.

Diante de uma condição climática extremamente desfavorável, em que as previsões de chuva meteorologia não se confirmam, os caminhões-pipa seriam a principal alternativa para abastecer com água bruta a estação de tratamento da cidade (ETA Queima-Pé).

Mas não há caminhões-pipa disponíveis para contratação no mercado. O município já tem contratados sete caminhões-pipa, mas estes ainda não foram disponibilizados pela empresa contratada, que finaliza serviço contratado anteriormente.

O município procura ampliar este número de veículos contratados, mas tem dificuldades em encontrar prestadores com veículos à disposição para o trabalho.

Outro fator de dificuldade está no custo do serviço. As altas constantes nos preços dos combustíveis fazem com que os prestadores peçam realinhamento nos valores firmados em contrato.

Não chove

Chuva na manhã de quinta: Precipitações tem sido esparsas em Tangará da Serra.

Enquanto isso, as chuvas não acontecem em Tangará da Serra. Desde outubro, as previsões dos meteorologistas não se confirmam. Na semana passada, havia previsão de chuvas de 141 milímetros somente para ontem (quarta, 17), em Tangará da Serra. Porém, esta chuva prevista se resumiu numa precipitação calma durante a madrugada, longe do volume esperado.

De hoje (quinta, 18) até sábado, há previsão de chuvas em volumes de 80 milímetros, com destaque para esta sexta-feira, quando o volume previsto é de 46 milímetros, segundo o ClimaTempo. Há muitas nuvens, mas quando há chuvas, ocorrem de maneira esparsa.

A situação de Tangará da Serra contrasta, ironicamente, com cidades como Nova Olímpia, Barra do Bugres e Cuiabá, onde as chuvas estão mais regulares.

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Empresas & Produtos

Comércio regional mostra otimismo e estima incremento de até 20% nas vendas de Natal

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Horário especial, bons estoques, estímulo ao consumo, contratações temporárias… Esta é a base do cenário do comércio da região para o Natal deste ano. Depois de um 2020 nebuloso, influenciado negativamente pela pandemia do novo coronavírus, a economia, mesmo estagnada, volta a mostrar sinais de reação em virtude do período natalino.

O otimismo começa na região metropolitana de Cuiabá. Pesquisa divulgada em novembro pela Câmara de Dirigentes Lojistas da capital (CDL Cuiabá) revela que quase 76% da população mato-grossense pretende ir às compras neste final de 2021, que promete ser o melhor em cinco anos.

Esse otimismo chega na região polarizada por Tangará da Serra. No principal município da região sudoeste (foto topo) de Mato Grosso, os fatores que fomentam as boas expectativas são o controle da pandemia, o recebimento do 13º salário e o retorno dos eventos.

Pesquisa realizada pela Associação Comercial e Empresarial de Tangará da Serra (ACITS), aponta para uma expectativa de incremento entre 10% e 15% nas vendas, neste período natalino. “As datas comemorativas são muito importantes para o comércio, é o momento de o empresário recuperar o fôlego e quando a população aproveita as campanhas e promoções”, diz o administrador da ACITS, Jorge Nazzari.

Em Barra do Bugres, otimismo e estímulo ao consumo projetam boas vendas neste Natal.

Em Barra do Bugres, A Associação Comercial e Industrial local (ACIBB), aposta num incremento semelhante nas vendas e projeta, também, reflexos socioeconômicos positivos com a abertura de vagas temporárias. “Nos estabelecimentos associados, temos uma projeção de 10% de abertura de vagas temporárias. Ou seja, a cada 10 empregos já existentes no comércio, projetamos a criação de uma vaga temporária”, disse, ao Enfoque Business, o presidente da entidade, Iandro Almicci.

 

Já em, Nova Olímpia, A Associação Comercial e Industrial (ACINO) prevê um incremento no comércio em geral em decorrência das massas salariais da usina de álcool e açúcar (Uisa) estabelecida na cidade e da prefeitura. “São os nossos maiores empregadores, então temos o 13º salário pagos por eles”, diz o presidente da entidade, Gonçalo da Trindade.

Trindade prevê um aumento das vendas neste período natalino de até 40% em relação ao mesmo período do ano anterior, considerando os momentos diferentes da pandemia Covid-19 de um ano para o outro. Nos negócios à vista, o crescimento esperado é de até 15%.

No Chapadão, o otimismo com a reação da economia é maior. Segundo o presidente da Associação Comercial de Campo Novo do Parecis (ACIC), Júnior Schleicher, a expectativa é que o período natalino represente um avanço de 20% no volume de negócios no comércio.

O optimismo com as vendas de Natal no comércio de Campo Novo do Parecis está embasado na força do agronegócio e no bom poder aquisitivo da população, cujo PIB per capita se aproxima da casa dos R$ 105 mil/ano, um dos maiores do estado.

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