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Exportações de carne em ritmo acelerado e os novos desafios do comércio global

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Edição de 21 de fevereiro destaca o recorde nos embarques para a China, o avanço dos confinamentos e entrevistas exclusivas sobre biodiesel e safra de soja.

O ritmo acelerado das exportações de carne, as mudanças nos cenários comerciais e os possíveis entraves logísticos na China são os grandes destaques da edição deste sábado (21.02) do programa Momento Agrícola. Produzido e apresentado pelo produtor rural, agrônomo e consultor Ricardo Arioli, o programa é veiculado semanalmente pela Rede de Rádios do Agro e repercutido em formato de notícias e podcast pelo portal Enfoque Business.

Recorde e Entrave nas Exportações

O desempenho da carne bovina brasileira neste início de ano chama a atenção do setor, mas acende um alerta para os negócios internacionais. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), somente em janeiro, as exportações se aproximaram de 260 mil toneladas, impulsionadas pela alta demanda chinesa.

Visão de mercado: Confinamentos aumentam nas áreas de produção pecuária no Brasil.

Contudo, este volume recorde traz um desafio: o esgotamento antecipado da cota tarifária anual definida pela China. Este fator pode comprometer o fluxo de vendas a partir do terceiro trimestre de 2026, desenhando um novo quadro para o comércio exterior. “Parece que as relações comerciais do mundo estão mudando mesmo”, observa Ricardo Arioli, que aprofunda o tema logo no primeiro bloco do programa.

Outras pautas

Além do mercado de carnes, a edição aborda temas cruciais para a gestão no campo, como o aumento dos confinamentos no Brasil e a importância do respeito ao período de carência dos defensivos agrícolas.

O programa traz ainda um robusto painel de entrevistas com especialistas do setor:

  • Ameaça ao Biodiesel: Leonardo Zilio, da Ubrabio, discute como a importação de biodiesel pode impactar o agronegócio nacional.
  • Tecnologia em Sementes: O Dr. Géri Meneghello traz orientações sobre a escolha assertiva das variedades de soja.
  • Safra em MT: Henrique Eggers detalha o projeto “IMEA em Campo” e a situação atual da safra de soja em Mato Grosso.

Ouça na íntegra

Para conferir todos os detalhes e as análises completas de Ricardo Arioli e seus convidados, acesse o link oficial do Momento Agrícola no SoundCloud:

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PJC cumpre mandados para apurar esquema de corrupção em hospital de Campo Novo

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Investigações iniciaram após denúncia de oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI ligada ao atendimento prestado pela unidade hospitalar

A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (26) a Operação Silêncio Comprado para cumprir 20 ordens judiciais relacionadas a um suposto esquema de corrupção envolvendo a gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis.

As medidas, expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo de Tangará da Serra, incluem mandados de busca e apreensão, sequestro de bens, bloqueio de valores, medidas cautelares diversas da prisão e quebras de sigilo telefônico e telemático.

Os mandados são cumpridos em Campo Novo do Parecis, Arenápolis e nas cidades paulistas de Barueri e Cotia. O objetivo é reunir provas, dimensionar a extensão dos fatos investigados e preservar recursos públicos.

As investigações são conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) e apuram suposta tentativa de interferência nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) nº 01/2025, instaurada para investigar possíveis irregularidades na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst.

Segundo a Polícia Civil, a investigação teve início após denúncia encaminhada pelo Ministério Público sobre suposta oferta de vantagem indevida para influenciar integrantes da CPI, além de indícios de irregularidades na execução de contratos de gestão da unidade hospitalar.

Entre os fatos apurados estão suspeitas de pagamentos por serviços não prestados, emissão de notas fiscais fraudulentas ou ideologicamente falsas, movimentação irregular de recursos públicos e possível desvio de valores ligados à administração do hospital.

De acordo com a Deccor, os elementos reunidos até o momento apontam, em tese, para a prática de crimes contra a administração pública, especialmente corrupção ativa, sem prejuízo da apuração de outros delitos no decorrer das investigações.

A operação contou com apoio da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), das delegacias de Arenápolis e Campo Novo do Parecis, além da Polícia Civil de São Paulo.

O nome da operação, Silêncio Comprado, faz referência à denúncia de suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, fato que originou a investigação.

A ação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para 2026, por meio da Operação Pharus, voltada ao combate de grupos criminosos no estado.

(Assessoria PJC-MT)

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