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Escritora Andreia Cervo, de Tangará da Serra, lança no sábado livro sobre autoconhecimento

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A escritora tangaraense Andreia Cervo lança neste sábado, dia 30 de abril, em Tangará da Serra o livro “Uma vida com mais sentido. Eu escolho ser feliz”.  A autora escreve sobre as dificuldades que enfrentou ao longo da vida e dos aprendizados que obteve a partir dessas experiências que mudaram profundamente sua forma de enxergar o mundo e o sentido da sua existência.  Andreia compartilha os aprendizados para despertar no leitor pontos de reflexão e esperança.

Andreia Cervo nasceu em Brumadinho, Minas Gerais, mas passou a maior parte da sua vida em Mato Grosso e residiu também no Rio Grande do Sul. É graduada em Letras pela Unemat, campus de Tangará da Serra, e formada ainda em Direito e Ontopsicologia e é pos-graduanda em Psicologia Positiva, Neurociência e Mindfulness. É uma apaixonada pelo desenvolvimento humano e hoje atua com foco no público feminino, autoestima e propósito.

O livro foi lançado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, no dia 20 de abril e está disponível para venda em várias plataformas virtuais, entre elas a Amazon.  Em Tangará, lançamento para a venda dos livros autografados será no Espaço Café do Tangará Shopping neste sábado, dia 30, as 16h00.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

(*) Contato para entrevistas: Andreia Cervo (65) 9905-5523

(*) Assessoria de imprensa: jornalista Daniela Santos da Comunica Produção de Conteúdo. (65) 98404-0541

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Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

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Uma equipe técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) percorre nesta semana a região de Porto Estrela e Barra do Bugres, no oeste-sudoeste de Mato Grosso, para uma agenda de fiscalização relacionada a pesquisas e sítios arqueológicos existentes na área. O foco da atividade envolve territórios tradicionalmente ocupados por comunidades quilombolas.

A atuação do Iphan é voltada ao acompanhamento de pesquisas arqueológicas autorizadas pelo órgão. Entre os locais de interesse está o sítio arqueológico Laje de Pedras, situado em área tradicionalmente ocupada por comunidades quilombolas da região.

A atividade ocorre no contexto da Portaria nº 79/2026, publicada em agosto no Diário Oficial da União, que autoriza ou renova projetos de pesquisa arqueológica em diferentes estados, entre eles Mato Grosso. As autorizações estabelecem condições para a realização dos trabalhos e permitem ao Iphan acompanhar e fiscalizar a execução das pesquisas.

(*) Veja a Portaria 79/2026: PORTARIA 79 2026 – IPHAN

Nos trabalhos de campo, os técnicos verificarão as condições dos locais pesquisados e o cumprimento das exigências estabelecidas para as atividades arqueológicas, além de observar aspectos relacionados à preservação do patrimônio arqueológico.

Território quilombola sofre com problemas ambientais, pressão de posseiros e pesca predatória.

A presença da equipe ocorre em uma região que reúne comunidades tradicionais e áreas de interesse histórico e arqueológico que remontam ao período pré-colonial. As comunidades quilombolas também enfrentam outros problemas, entre eles queimadas, dificuldades relacionadas à produção agrícola e questões de saúde. A região registra ainda ocorrências de pesca predatória, como a registrada no rio Jauquara em julho, além de conflitos internos e relatos de pressão de posseiros sobre territórios tradicionalmente ocupados.

Leia mais:  Iphan realiza vistoria em áreas de interesse arqueológico de comunidades quilombolas

A fiscalização do patrimônio arqueológico integra as atribuições do Iphan, que acompanha pesquisas autorizadas e adota medidas destinadas à proteção dos sítios arqueológicos. A legislação brasileira estabelece proteção específica para esses bens, independentemente de eventual processo de reconhecimento ou tombamento.

A expectativa é que, após o retorno da equipe de campo, o Iphan realize uma reunião por meio virtual com representantes das comunidades para apresentar os resultados da fiscalização e esclarecer dúvidas sobre os procedimentos relacionados às pesquisas arqueológicas e à proteção do patrimônio existente na região.

(*) Abaixo, vídeo de pesca predatória na localidade.

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