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Economia & Mercado

Empresas reabrem, mas desafio é manter atividades; Advogada fala sobre o enfrentamento da crise

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Queda no faturamento de grandes corporações e ameaças ao futuro de pequenos e médios negócios. Estes são alguns dos reflexos da pandemia do novo coronavírus.

Com pouca ‘gordura’ para absorver baques econômicos, as empresas de menor porte se veem diante de uma série de desafios para se manter neste período de pandemia.

Em Tangará da Serra, parte do comércio e serviços conseguiu retornar às atividades através de decreto do poder público local flexibilizando as medidas de prevenção à epidemia. Há outros segmentos que não se enquadram no decreto, como são os casos de bares, restaurantes, hotéis, academias, escolas e outros.

Mas, a crise está aí, e é preciso enfrentá-la, com medidas austeras, contingenciamento de despesas e redução de perdas para se manter no mercado e evitar demissões. Em meio a estas e outras medidas se somam alternativas de amparo na lei e no próprio governo.

A advogada contratualista Lauren Juliê Líria Fernandes Teixeira, de Tangará da Serra, fala em vídeo publicado pelo Enfoque Business sobre os afastamentos por até 60 dias de funcionários em grupo de risco, dos subsídios do governo para esses afastamentos. A jurista tangaraense também aborda a questão da antecipação de férias (que é responsabilidade da empresa) e das linhas de financiamento com juros baixos para folha de pagamento.

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Assista ao vídeo clicando no link abaixo:

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Semana do Agro: Entre recordes de exportação e os reflexos da geopolítica no campo

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O cenário do agronegócio brasileiro nesta segunda semana de julho é marcado por um misto de superação produtiva e alertas ligados ao cenário internacional. No tradicional balanço do programa Momento Agrícola, o engenheiro agrônomo, produtor rural e consultor Ricardo Arioli traz uma análise profunda sobre os eventos que moldaram os últimos dias, desde o impacto emocional da eliminação brasileira na Copa do Mundo até as complexas engrenagens da economia de guerra no Oriente Médio.

O “Adeus” na copa e a necessidade de foco

Ao iniciar suas reflexões sobre o sentimento nacional, Arioli destaca que a eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 é um momento em que “a ficha tem que cair” para o país. Afinal, embora o futebol mova paixões, o agronegócio não para e a economia real exige pragmatismo. A resiliência do setor, segundo o autor, deve servir de exemplo para que o Brasil retome o foco nas pautas produtivas e estruturantes, deixando a frustração esportiva em segundo plano diante dos desafios que a safra impõe.

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Geopolítica em chamas: o impacto da retomada da guerra

Uma simples análise do cenário internacional leva à constatação de que a volta da guerra no Irã acende um alerta vermelho para o custo de produção no Brasil. A instabilidade no Oriente Médio pressiona imediatamente as cotações do petróleo, o que reflete no preço do diesel e, consequentemente, nos fretes logísticos. Além disso, a dependência global de insumos daquela região, representa um alerta de que o produtor brasileiro deve estar atento à volatilidade dos fertilizantes nitrogenados, que podem sofrer novos reajustes caso o conflito se prolongue.

Recordes de exportação: soja e gado vivo em alta

A semana também trouxe boas notícias, com o Brasil alcançando vendas recordes de soja. A demanda global segue aquecida, consolidando a posição do país como o principal fornecedor do grão.

As exportações de gado vivo também são destaque, evidenciando a versatilidade do Brasil em atender mercados específicos que demandam animais para terminação ou abate em solo estrangeiro, garantindo a liquidez do setor pecuário nacional.

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Sustentabilidade: o novo papel das vacas europeias

Por fim, ao abordar as tendências de sustentabilidade, o autor da coluna comenta o curioso fenômeno das “vacas europeias”, que passaram do status de poluidoras a “salvadoras da pátria”. O autor das reflexões explica que a Europa começa a reconhecer o valor dos ruminantes na economia circular e na fertilização natural dos solos, reduzindo a dependência de adubos químicos. Para o colunista, essa mudança de percepção é fundamental, pois valida o que o produtor brasileiro já defende: a integração lavoura-pecuária é uma das ferramentas mais poderosas para uma agricultura de baixo carbono e alta eficiência.

Ouça o programa Momento Agrícola deste sábado, 11 de julho, clicando abaixo:

 

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